Esquizofrenia Benjamin Constant AM

Informações sobre Esquizofrenia em Benjamin Constant. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Esquizofrenia e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Benjamin Constant.

Clínica da Amizade
(97) 3412-2645
Avenida Amizade 33
Tabatinga, Amazonas
 
Santa Casa de Misericordia Sao Miguel
(16) 3385-1617
Rua Catanduva 206
Tabatinga, São Paulo
 
Hospital de Guarnição de Tabatinga
(97) 3412-2403
Avenida Amizade 894
Tabatinga, Amazonas
 
Unidade Mista de Benjamin Constant
(97) 3415-6240
Rua 13 de Maio 1142
Benjamin Constant, Amazonas
 
José Severino da Silva
(92) 3657-3612
Rua Cremona 335
Manaus, Amazonas
 
Clínica São José
(16) 3385-1153
Rua Ângelo Marquesi 88
Tabatinga, São Paulo
 
Hospital Militar de Tabatinga
(97) 3412-2403
Avenida Amizade 887
Tabatinga, Amazonas
 
Hospital Unidade Mista de Benjamin Constant
(97) 3415-6240
Rua 13 de Maio 1496
Benjamin Constant, Amazonas
 
Boulevard Medical Center
(92) 3301-9150
Avenida Álvaro Maia, 1444
Manaus, Amazonas
 
Clínica Carneiro
(92) 3232-0020
Rua 24 de Maio 591
Manaus, Amazonas
 

Esquizofrenia

As pesquisas sobre a esquizofrenia ainda não apresentam resultados conclusivos. Acredita-se cada vez mais que ela é fruto de um grave distúrbio cerebral, com implicações psíquicas. Também se crê que ela é uma soma de várias patologias, cada uma destas manifestações requerendo um determinado tratamento e apresentando certa porcentagem de gravidade e de cura. Esta doença apresenta-se, por exemplo, na forma de uma paranóia, ou de um estado catatônico, entre outros. Tratar, portanto, esta perturbação mental como uma única enfermidade pode diminuir as probabilidades de êxito.Seus sintomas incluem mutações dos pensamentos, das emoções e nas percepções; alucinações – principalmente as da audição -; estados delirantes e a perda de conexão com o real, provocando alterações crônicas nos relacionamentos sociais, pois o paciente não consegue mais distinguir a realidade da imaginação. A esquizofrenia atinge principalmente jovens e adolescentes, normalmente entre os 15 e os 25 anos, mas pode também se expressar na infância e na meia-idade. O quadro desta doença revela crises intensas seguidas de momentos de alívio dos sintomas. Infelizmente, a tendência desta enfermidade é provocar a degeneração da personalidade do sujeito, pois as pesquisas não avançaram muito, e tudo que se pode fazer é tentar controlar os sintomas com antipsicóticos.A esquizofrenia pode tanto se manifestar lentamente, aos poucos, quanto eclodir subitamente, desembocando em uma crise intensa, que surpreende amigos e familiares do paciente. Muitas vezes, porém, os sintomas chegam tão sutilmente que as pessoas em torno do indivíduo afetado levam um bom tempo para compreender o que está ocorrendo. Esse processo pode durar meses, e uma crise mais forte pode aparecer após anos de perturbação mental. Normalmente, os primeiros sinais repercutem no aprendizado – dificuldade de concentração, baixo rendimento escolar, desinteresse pelos relacionamentos sociais, inclusive com uma tendência ao isolamento, focos persistentes de tensão -, e seu agravamento conduz até mesmo à suspensão dos estudos ou à perda do emprego. O indivíduo chega, muitas vezes, a mudar a própria aparência de uma forma radical. É difícil assim, para quem está ao lado do paciente, perceber que não se trata apenas de uma crise de rebeldia, ou do uso de entorpecentes.A fronteira entre o que se considera normalidade e a esquizofrenia é muito sutil. O pior é que com o decorrer do tempo a doença se agrava, o paciente apresenta um quadro cada vez mais complexo, mergulhando em um universo irreal. Ele vivencia experiências incomuns, o que confunde ainda mais os familiares, que supõem assim estar lidando com o uso de drogas. Quando se recorre a um médico, normalmente o sujeito já se encontra em um estágio avançado da doença. Além do mais, não há uma tabela fixa de sintomas, pois eles se modificam de indivíduo para indivíduo. Os mais visíveis na etapa aguda desta enfermidade são os delírios e as alucinações, somados à desorganização mental, às modificações comportamentais mais evidentes, aos atos impulsivos e à agressividade. Os menos visíveis são conseqüências desta deficiência das aptidões mentais, tais como a apatia, a indiferença, a perda das motivações e da capacidade de iniciativa, um pensamento cada vez mais empobrecido. Os pacientes esquizofrênicos não apresentam necessariamente todos esses indícios da doença, uns podem ser mais atingidos que outros, e a doença apresenta um aspecto cíclico, alternando momentos de crise e de melhora do indivíduo.Não se conhecem, até hoje, os fatores decisivos para a eclosão da Esquizofrenia. Há possibilidades de se combinar causas de ordem biológica, genética e ambiental, cada uma colaborando com uma intensidade diferente na composição desta enfermidade. Existem várias teorias explicativas nos estudos sobre a Esquizofrenia – a genética, a neurobiológica, a psicanalítica, a familiar -, mas nenhuma delas, isoladamente, consegue obter uma conclusão satisfatória, reforçando assim a tese de que a Esquizofrenia é o resultado da interação entre vários fatores.Há vários tipos de esquizofrenia: a paranóide, sua forma mais clássica, que apresenta delírios mais organizados, e sinais de agressividade; a desorganizada, com sintomas de ordem afetiva e desordens do pensamento predominantes, acrescidas de um contato mais escasso com o real; a catatônica, marcada por alterações motoras e das atividades do paciente; a indiferenciada, com aspectos mais ligados ao isolamento social e a uma redução do dinamismo intelectual e profissional; a residual – pobreza dos pensamentos, perda da sensibilidade afetiva e isolamento do convívio social; e a hebefrênica, mais comum nos adolescentes, representando a variante esquizofrênica mais grave, com potenciais perdas na aquisição de conhecimentos, na interação social e nas manifestações comportamentais.Apesar de não se conhecer muito sobre a doença, e talvez até por isso, o ideal é um tratamento interdisciplinar, com o uso de medicamentos, o acompanhamento psicoterápico, a terapia ocupacional, a ajuda familiar e o recurso à psicologia educacional. É fundamental detectar o quanto antes esta perturbação mental, pois no início o tratamento é mais eficaz.