Espondilite Anquilosante Corrente PI

Informações sobre Espondilite Anquilosante em Corrente. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Espondilite Anquilosante e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Corrente.

Climecor
(89) 3573-1123
Rua Antônio Nogueira Carvalho 1147
Corrente, Piauí
 
Policlínica de Corrente
(89) 3573-1851
Avenida Desembargador Amaral 1675
Corrente, Piauí
 
Clínica Márcia Mattos Ltda
(86) 3231-3429
Rua Professor Odilo Ramos 1199 s 204
Teresina, Piauí
 
Fernanda Márcia Aguiar de Oliveira
(86) 3226-4640
Rua Governador Raimundo Artur de Vasconcelos 670 s 602
Teresina, Piauí
 
Clínica Infantil de Picos
(89) 3422-2335
Rua Padre Madeira 344
Picos, Piauí
 
Centro Médico Correntino
(89) 3573-1483
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Hospital Estadual e Regional D
(89) 3573-1465
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Clínica de Atendimento Médico Leão Xiii
(86) 3213-5000
Rua 24 de Janeiro 1930
Teresina, Piauí
 
Centro Médico Correntino
(89) 3573-1483
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Clínica Corpo
(86) 3221-2511
Rua Governador Raimundo Artur de Vasconcelos 670 s 904
Teresina, Piauí
 

Espondilite Anquilosante

A espondilite anquilosante é um tipo de inflamação que acomete os tecidos conectivos, caracterizando-se pela inflamação das articulações da coluna e grandes articulações, como os quadris, ombros e outras partes. Embora não haja cura para essa doença, o tratamento precoce e adequado possibilita tratar os sintomas, para estacionar a enfermidade, manter a mobilidade das articulações e manter uma postura correta.Sua etiologia ainda não foi elucidada. Normalmente inicia-se na segunda a quarta década de vida, acometendo mais indivíduos do sexo masculino, da raça caucasóide. Existe também a forma juvenil, que inicia-se antes dos 16 anos de vida, costuma cursar inicialmente com artrite periférica (com predominância em articulações de membros inferiores) e entesopatias periféricas (notadamente em inserção de tendão aquilino e fáscia plantar), evoluindo apenas após alguns anos com lombalgia de ritmo inflamatório, sendo que esta normalmente evolui mais agressivamente, necessitando com maior frequência de próteses de quadril.A manifestação clínica inicial da doença é a dor lombar persistente por mais de três meses, melhorando com movimento e agravando com o repouso. Essa dor pode irradiar-se para os membros inferiores e estar associada a uma rigidez da coluna mais acentuada no início do dia. Estes sintomas podem desaparecer espontaneamente e recidivar após algum tempo. Outros sintomas incluem o comprometimento progressivo da mobilidade da coluna que vai enrijecendo (anquilose), da expansão pulmonar e aumento da curvatura da coluna na região dorsal.O diagnóstico é feito com base em critérios clínicos e radiográficos (raio-x da coluna), sendo que este último evidencia mudanças espinhais características e sacroileite (inflamação da região sacral com formação de edema).A base da maior parte dos tratamentos são os antiinflamatórios, miorrelaxantes e exercícios fisioterápicos. Devido à intensa reação inflamatória, o antiinflamatório não-hormonal mais utilizado é a indometacina, na dose de 50 a 150 mg/dia. Outros fármacos também podem ser utilizados. Existe a possibilidade do tratamento cirúrgico para que haja o reposicionamento das articulações, em especial, quadris e joelhos. A fisioterapia regular é essencial no tratamento do paciente com essa doença, pois esta alivia a dor, minimiza deformidades, mobiliza as articulações afetadas e faz com que o paciente reassuma a forma física.A espondilite anquilosante é uma doença extremamente incapacitante. Sua evolução varia muito de acordo caso. Apenas 25% dos pacientes evoluem para anquilose total da coluna, e a qualidade de vida e a sexualidade podem ficar comprometidas. Pode haver morte súbita devido a lesões entre as vértebras cervicais C1-C2. Pode levar o paciente à depressão e a um grande mal-estar no dia-a-dia quando não há um bom acompanhamento médico, assim como um acompanhamento e apoio da família.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Espondilite_anquilosantehttp://www.msdonline.com.br/pacientes/sua_saude/doencas_reumaticas/paginas/espondilite_anquilosante.aspxhttp://www.medicinageriatrica.com.br/2007/08/17/espondilite-anquilosante/http://www.drauziovarella.com.br/Sintomas/5320/espondilite-anquilosantehttp://www.projetodiretrizes.org.br/projeto_diretrizes/049.pdfhttp://adam.sertaoggi.com.br/encyclopedia/ency/article/000420.htm