Esclerose Lateral Amiotrófica Corrente PI

Informações sobre Esclerose Lateral Amiotrófica em Corrente. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Esclerose Lateral Amiotrófica e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Corrente.

Climecor
(89) 3573-1123
Rua Antônio Nogueira Carvalho 1147
Corrente, Piauí
 
Centro Médico Correntino
(89) 3573-1483
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Plamed Hospital de Reabilitação
(86) 3081-2815
Rua Rui Barbosa 865
Teresina, Piauí
 
Clinican
(86) 3221-6643
Rua Coelho Rodrigues 1380
Teresina, Piauí
 
Centro Clínica Clínica Médica Fisioterápica
(86) 3321-2200
Avenida Presidente Vargas 650
Parnaíba, Piauí
 
Policlínica de Corrente
(89) 3573-1851
Avenida Desembargador Amaral 1675
Corrente, Piauí
 
Hospital Estadual e Regional D
(89) 3573-1465
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Centepi
(86) 3223-1314
Rua Eliseu Martins 1560
Teresina, Piauí
 
Clínica de Urgência de Picos
(89) 3422-4934
Avenida Senador Helvídio Nunes 3347
Picos, Piauí
 
Clínica Bem Cuidar
(86) 3227-2427
Rua Álvaro Mendes, 2003
Teresina, Piauí
 

Esclerose Lateral Amiotrófica

A esclerose lateral amiotrófica (ELA), também conhecida como doença de Lou Gehrig, ou ainda doença de Charcot, trata-se de uma patologia neurodegenerativa progressiva e fatal, que se caracteriza pela degeneração do neurônio motor superior no cérebro e do segundo neurônio motor na medula espinhal. Esses neurônios são as células nervosas que controlam os movimentos voluntários dos músculos esqueléticos.Não se sabe ao certo qual a exata causa para está desordem. Todavia, acredita-se que o uso exacerbado da musculatura propicia a degeneração da via motora e, por esse motivo, os atletas representam um grupo de risco.Existe a hipótese de que uma dieta abundante em glutamato seja o gatilho para o aparecimento da doença em indivíduos predispostos. Pesquisas recentes realizadas em ratos apontam que a falta da proteína denominada parvalbumina pode estar ligada à disfunção celular característica da ELA.As manifestações clínicas iniciam-se com fraqueza muscular (principal sintoma), juntamente com endurecimento da musculatura (unilateral, a princípio) e atrofia muscular. Além disso, também pode haver câimbras, tremor muscular, reflexos vivos, espasmos e perda da sensibilidade. Todos esses sintomas levam a dificuldades de se locomover, comer e falar. Com a evolução da doença, após a perda da habilidade de fala, locomoção e deglutição, o paciente acaba por falecer.O diagnóstico da ELA é difícil em pacientes pouco sintomáticos. Contudo, em pacientes que apresentam quadro avançado da doença, o diagnóstico torna-se evidente. Embora o diagnóstico seja basicamente clínico, alguns exames devem ser realizados para auxiliar no fechamento do diagnóstico, como:Ressonância magnética de encéfalo e junção craniocervical;Eletroneuromiografia dos quatro membros;Hemograma completo;Função renal;Função hepática.O tratamento da ELA é multidisciplinar, envolvendo médicos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas e nutricionistas. Até o momento, é permitido o uso de apenas um fármaco para o tratamento desta desordem, o riluzol, que deve ser administrado na dose de 50 mg, por via oral, a cada 12 horas, sendo 1 hora antes ou 2 horas após as refeições, sendo que o tempo de tratamento é indeterminado.Para retardar a evolução da doença, é de extrema importância que o diagnóstico da ELA seja feito logo no início, bem como a subsequente implantação do tratamento. Embora se trate de uma doença degenerativa irreversível, não é possível estabelecer um prognóstico, uma vez que, em muitos casos, o paciente pode viver por muitos anos e bem.Fontes:http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/pcdt_esclerose_lateral_amiotrofica_livro_2010.pdfhttp://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/esclerose-lateral-amiotrofica-ela/http://pt.wikipedia.org/wiki/Esclerose_lateral_amiotr%C3%B3fica