Esclerose Lateral Amiotrófica Benjamin Constant AM

Informações sobre Esclerose Lateral Amiotrófica em Benjamin Constant. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Esclerose Lateral Amiotrófica e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Benjamin Constant.

Clínica da Amizade
(97) 3412-2645
Avenida Amizade 33
Tabatinga, Amazonas
 
Hospital Militar de Tabatinga
(97) 3412-2403
Avenida Amizade 887
Tabatinga, Amazonas
 
Hospital de Guarnição de Tabatinga
(97) 3412-2403
Avenida Amizade 894
Tabatinga, Amazonas
 
Hospital Unidade Mista de Benjamin Constant
(97) 3415-6240
Rua 13 de Maio 1496
Benjamin Constant, Amazonas
 
Cemergim - Centro Med Est Rec Ginecol Mastologico
(92) 3584-1555
Rua Acre 12 s 519
Manaus, Amazonas
 
Clínica São José
(16) 3385-1153
Rua Ângelo Marquesi 88
Tabatinga, São Paulo
 
Santa Casa de Misericordia Sao Miguel
(16) 3385-1617
Rua Catanduva 206
Tabatinga, São Paulo
 
Unidade Mista de Benjamin Constant
(97) 3415-6240
Rua 13 de Maio 1142
Benjamin Constant, Amazonas
 
Clínica Respiratória de Manaus Ltda
(92) 3584-5122
Rua Rio Amapá 26
Manaus, Amazonas
 
Gerson Antônio dos Santos Mourão
(92) 3233-2166
Rua 24 de Maio 220 s 420
Manaus, Amazonas
 

Esclerose Lateral Amiotrófica

A esclerose lateral amiotrófica (ELA), também conhecida como doença de Lou Gehrig, ou ainda doença de Charcot, trata-se de uma patologia neurodegenerativa progressiva e fatal, que se caracteriza pela degeneração do neurônio motor superior no cérebro e do segundo neurônio motor na medula espinhal. Esses neurônios são as células nervosas que controlam os movimentos voluntários dos músculos esqueléticos.Não se sabe ao certo qual a exata causa para está desordem. Todavia, acredita-se que o uso exacerbado da musculatura propicia a degeneração da via motora e, por esse motivo, os atletas representam um grupo de risco.Existe a hipótese de que uma dieta abundante em glutamato seja o gatilho para o aparecimento da doença em indivíduos predispostos. Pesquisas recentes realizadas em ratos apontam que a falta da proteína denominada parvalbumina pode estar ligada à disfunção celular característica da ELA.As manifestações clínicas iniciam-se com fraqueza muscular (principal sintoma), juntamente com endurecimento da musculatura (unilateral, a princípio) e atrofia muscular. Além disso, também pode haver câimbras, tremor muscular, reflexos vivos, espasmos e perda da sensibilidade. Todos esses sintomas levam a dificuldades de se locomover, comer e falar. Com a evolução da doença, após a perda da habilidade de fala, locomoção e deglutição, o paciente acaba por falecer.O diagnóstico da ELA é difícil em pacientes pouco sintomáticos. Contudo, em pacientes que apresentam quadro avançado da doença, o diagnóstico torna-se evidente. Embora o diagnóstico seja basicamente clínico, alguns exames devem ser realizados para auxiliar no fechamento do diagnóstico, como:Ressonância magnética de encéfalo e junção craniocervical;Eletroneuromiografia dos quatro membros;Hemograma completo;Função renal;Função hepática.O tratamento da ELA é multidisciplinar, envolvendo médicos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas e nutricionistas. Até o momento, é permitido o uso de apenas um fármaco para o tratamento desta desordem, o riluzol, que deve ser administrado na dose de 50 mg, por via oral, a cada 12 horas, sendo 1 hora antes ou 2 horas após as refeições, sendo que o tempo de tratamento é indeterminado.Para retardar a evolução da doença, é de extrema importância que o diagnóstico da ELA seja feito logo no início, bem como a subsequente implantação do tratamento. Embora se trate de uma doença degenerativa irreversível, não é possível estabelecer um prognóstico, uma vez que, em muitos casos, o paciente pode viver por muitos anos e bem.Fontes:http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/pcdt_esclerose_lateral_amiotrofica_livro_2010.pdfhttp://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/esclerose-lateral-amiotrofica-ela/http://pt.wikipedia.org/wiki/Esclerose_lateral_amiotr%C3%B3fica