Esclerodermia Corrente PI

Informações sobre Esclerodermia em Corrente. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Esclerodermia e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Corrente.

Climecor
(89) 3573-1123
Rua Antônio Nogueira Carvalho 1147
Corrente, Piauí
 
Policlínica de Corrente
(89) 3573-1851
Avenida Desembargador Amaral 1675
Corrente, Piauí
 
Clínica Santa Luzia
(86) 3223-0549
Rua Rui Barbosa 840
Teresina, Piauí
 
Centepi
(86) 3223-1314
Rua Eliseu Martins 1560
Teresina, Piauí
 
Clínica Ciep
(89) 3422-6055
Rua Monsenhor Hipólito 590
Picos, Piauí
 
Centro Médico Correntino
(89) 3573-1483
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Hospital Estadual e Regional D
(89) 3573-1465
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Clínica Materno Infantil
(89) 3422-2955
Avenida Ayrton Senna 1095
Picos, Piauí
 
Espaço Complementar
(86) 3221-9875
Avenida Antonino Freire 1461 s 10
Teresina, Piauí
 
Pró Médica
(86) 3322-3645
Avenida Presidente Vargas 799
Parnaíba, Piauí
 

Esclerodermia

Esclerodermia é uma doença crônica e auto-imune do tecido conjuntivo que acomete a pele, e algumas vezes, os órgãos internos.Sua apresentação varia muito de paciente para paciente. Alguns apresentam apenas um incômodo, enquanto que em outros se traduz como uma doença grave e potencialmente letal. Todavia, para a maioria dos pacientes é uma doença que afeta o seu dia-a-dia.Existem dois tipos de esclerodermia:Forma sistêmica (esclerose sistêmica): acomete órgãos e sistemas internos do organismo.Forma localizada: acomete uma área localizada da pele. Este subdivide-se em esclerodermia linear e morféia.Comumente, crianças costumam apresentar a forma localizada, enquanto que os adultos geralmente manifestam a forma sistêmica.Na forma sistêmica, o sistema imunológico tende a gerar danos a duas áreas principais: os vasos sanguíneos de pequeno calibre e as células que produzem colágeno, localizadas na pele e em todo o organismo. Já na forma sistêmica, os vasos sanguíneos de pequeno calibre localizados nos dedos das mãos normalmente estreitam-se, ocluindo, muitas vezes, o fluxo sanguíneo. Pequenos cortes nas mãos apresentam cicatrização lenta, e geralmente evoluem para ulcerações. Em consequência dessa redução do suprimento sanguíneo, os pacientes com essa doença são mais sensíveis ao frio. É este componente vascular o responsável pelo chamado fenômeno de Raynaud (alteração da coloração dos dedos quando em exposição ao frio) que acomete mais de 90% dos pacientes com esclerose sistêmica.O colágeno é o responsável pelo espessamento da pele, pelo acometimento pulmonar, gastrointestinal e cardíaco nos pacientes esclerodérmicos. Nessa enfermidade, tecidos cicatriciais são produzidos sem razão aparente na pele e em órgãos internos. Nem todos os pacientes com a forma sistêmica da doença apresentarão acometimento de diversos órgãos.A esclerose sistêmica se subdivide em limitada e difusa, dependendo da extensão do comprometimento da pele. As duas formas clínicas associam-se com acometimento de órgãos internos, porém a forma limitada tende a ter comprometimento visceral mais brando que a forma difusa. A esclerose sistêmica limitada também é conhecida como forma de CREST, onde cada letra significa Calcinose, Raynaud, Esôfago, Sclerodactilia, Telangiectasia, respectivamente.A calcinose diz respeito aos depósitos de cristais de cálcio da pele. O fenômeno de Raynaud refere-se às alterações de coloração da pele dos dedos quando expostos ao frio. A disfunção esofágica normalmente gera dor retroesternal, resultante do refluxo de ácido estomacal para o esôfago. A esclerodactilia é quando a pele dos dedos das mãos encontra-se endurecida e espessada. Já as telandgiectasias são um tipo específico de lesões avermelhadas na pele.A forma localizada de esclerodermia acomete as células que produzem colágeno em apenas algumas regiões da pele, normalmente não acometendo órgãos internos e nem vasos sanguíneos. Essa forma da doença apresenta-se como áreas de pele espessada (morféia) ou como esclerodermia linear, que ocorre como uma região linear de espessamento da pele, estendendo-se pelo tronco ou membros. Quando esta linha de pele espessada surge na testa, recebe o nome de “golpe de sabre” ou “coup de sabre”. A esclerodermia também pode ser encontrada em indivíduos que apresentam outras doenças auto-imunes.Até os dias de hoje ainda não há uma cura para essa doença. São feitos tratamentos sintomáticos, ou então tratamentos voltados para diminuir a atividade do sistema imunológico. Devido à grande variabilidade clínica da doença, pode haver grandes variações no tratamento da doença.Fontes:http://www.manualmerck.net/?id=77&cn=774http://www.clinica-de-reumatologia.com.br/doencas/esclerodermiahttp://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=5187&ReturnCatID=1777http://www.printo.it/pediatric-rheumatology/information/Brasil/4.htmhttp://www.dermatologia.net/novo/base/doencas/esclerodermia.shtmlhttp://www.asclero.org.br/pdfs/ES%20Portuguese_Overview.pdf