Episclerite Benjamin Constant AM

Informações sobre Episclerite em Benjamin Constant. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Episclerite e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Benjamin Constant.

Clínica da Amizade
(97) 3412-2645
Avenida Amizade 33
Tabatinga, Amazonas
 
Santa Casa de Misericordia Sao Miguel
(16) 3385-1617
Rua Catanduva 206
Tabatinga, São Paulo
 
Hospital de Guarnição de Tabatinga
(97) 3412-2403
Avenida Amizade 894
Tabatinga, Amazonas
 
Hospital Unidade Mista de Benjamin Constant
(97) 3415-6240
Rua 13 de Maio 1496
Benjamin Constant, Amazonas
 
Centro Médico Domanoa
(92) 3581-3727
Rua Francisco Queiroz 56 c A
Manaus, Amazonas
 
Clínica São José
(16) 3385-1153
Rua Ângelo Marquesi 88
Tabatinga, São Paulo
 
Hospital Militar de Tabatinga
(97) 3412-2403
Avenida Amizade 887
Tabatinga, Amazonas
 
Unidade Mista de Benjamin Constant
(97) 3415-6240
Rua 13 de Maio 1142
Benjamin Constant, Amazonas
 
Oncoclin de Manaus
(92) 3303-3500
Avenida Presidente Castelo Branco 1779
Manaus, Amazonas
 
Cliniplast Centro Integrado Cirurgia Plástica Amazonas
(92) 3234-3889
Avenida Álvaro Maia 537 s 15
Manaus, Amazonas
 

Episclerite

A episclerite constitui uma inflamação do tecido que recobre a esclera e caracteriza-se por infiltração de células inflamatórias do tecido episcleral superficial. A episclera, por sua vez, é responsável por compor os 5/6 da túnica externa do globo ocular com conformação esférica de aproximadamente 22 mm de diâmetro. Possui um orifício localizado anteriormente que se comunica com a córnea e um posterior para entrada do nervo óptico.As camadas da esclera são divididas em: episclera, estroma e lâmina fosca. A primeira é formada por tecido conjuntivo vascular denso oriundo do estroma escleral superficial e da cápsula de Tenon responsável por recobrir essa estrutura. O estroma escleral é formado por fibras colágenas dispostas em um padrão irregular paralelamente à superfície do globo ocular. A lâmina fosca encontra-se em contato íntimo com a úlvea e possui células pigmentadas.A vascularização da episclera é originária do plexo episcleral superficial e profundo. O estroma escleral não possui vascularização, ficando na dependência do suprimento sanguíneo oriundo do plexo episcleral e da circulação da coróide. As veias episclerais têm a incumbência de promover a drenagem sanguínea dos capilares episclerais e limbares.A episclera apresenta como função fornecer suporte nutricional à esclera, revestimento sinovial escleral e resposta inflamatória a agressões as quais a esclera é submetida.Esta é uma afecção benigna, aguda e autolimitada que apresenta sintomatologia de desconforto ocular, hiperemia e lacrimejamento com duração variável (2 a 21 dias). Acomete especialmente mulheres jovens e de meia-idade, mas também existem casos descritos em crianças com idade a partir de 13 anos. Pode reaparecer no mesmo olho ou no contralateral. Em cerca de 32% dos casos, está relacionada a doenças sistêmicas, sendo as mais comuns doenças do tecido conjuntivo, como artrite reumatóide, granulomtose de Wegener, panarterite nodosa, lúpus eritematoso sistêmico.Existem dois tipos distintos de episclerite:Episclerite simples: este tipo apresenta hiperemia setorial e, em certos casos, difusa da episclera. Habitualmente é benigna, recorrente e idiopática.Episclerite nodular: este tipo caracteriza-se por uma inflamação episcleral localizada com hiperemia, edema e desenvolvimento de nódulo que pode ser movimentado sobre a esclera. Comumente recorre no mesmo local e pode estar relacionada a afecções sistêmicas.Para um primeiro episódio de episclerite, não se faz necessária a investigação da possível presença de doença sistêmica; contudo, episódios recorrentes ou persistência do quadro clínico necessitam de uma avaliação clínica sistemática.Os casos de episclerite causadas por um agente infeccioso não são tão freqüentes. Os casos já relatados são resultantes de infecção por hanseníase, brucelose, herpes zoster, sífilis e doença de Lyme. O diagnóstico diferencial com episclerite inflamatória não é fácil de ser realizado. Normalmente suspeita-se quando não há sinais de melhora do quadro com o tratamento a base de antiinflamatório e a sorologia é positiva para determinado agente infeccioso.As complicações oculares na episclerite são incomuns, mas podem ocorrer:Alterações corneanas;Uveíte em 7-11,4% dos casos;Glaucoma em aproximadamente 7,8% dos casos.A maior parte dos casos de episclerite é de resolução espontânea, dentro de 1-2 semanas. O tratamento realizado normalmente é sintomático, por meio de compressas frias e lágrimas artificiais geladas. Corticosteróides de uso tópico aliviam os sintomas e encurtam o tempo de resolução; todavia, são visto com ressalva em conseqüência da possibilidade recorrência por efeito rebote. Outros fármacos utilizados são os antiinflamatórios não-esteróides de uso sistêmico e/ou local. Nos casos das episclerites infecciosas, o tratamento varia de acordo com o agente etiológico responsável por causar a afecção.Fontes:http://www.scielo.br/pdf/abo/v65n5/a18v65n5.pdfhttp://mnisioka.sites.uol.com.br/oftalmo/esclerite_e_episclerite/esclerite_e_episclerite.htmlhttp://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/9914http://doencasoculares.blogspot.com/2010/09/episclerite.html