Epignathus Corrente PI

Informações sobre Epignathus em Corrente. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Epignathus e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Corrente.

Policlínica de Corrente
(89) 3573-1851
Avenida Desembargador Amaral 1675
Corrente, Piauí
 
Climecor
(89) 3573-1123
Rua Antônio Nogueira Carvalho 1147
Corrente, Piauí
 
Laboratório Napoleão Dias
(89) 3422-3949
Rua Marcos Parente 184
Picos, Piauí
 
Teresa Marly Teles Carvalho
(86) 3221-5963
Rua Olavo Bilac 1520 s 106
Teresina, Piauí
 
Unidade de Diagnóstico Por Imagem
(86) 3226-2008
Rua Félix Pacheco 2241
Teresina, Piauí
 
Centro Médico Correntino
(89) 3573-1483
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Hospital Estadual e Regional D
(89) 3573-1465
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Plamed Hospital de Reabilitação
(86) 3081-2815
Rua Rui Barbosa 865
Teresina, Piauí
 
Hidelberto Alves
(89) 3462-1709
Avenida Rui Barbosa
Oeiras, Piauí
 
Climep
(86) 3282-1409
Rua Major Antônio Lopes 34
Água Branca, Piauí
 

Epignathus

O epignathus consiste em uma forma de teratoma, ou seja, tumorações benignas presentes desde o nascimento. Este tipo de teratoma é composto por todas as três camadas germinativas (mesoderme, ectoderme e endoderme), é extremamente raro e que, quando não tratado adequadamente, pode ser fatal.Acredita-se que este tumor se origine nas células pluripotentes da região da bolsa de Rathke e cresçam de forma desorganizada, preenchendo toda a cavidade orofaríngera, exteriorizando-se pela cavidade oral. Este tumor pode levar à asfixia e insuficiência respiratória obstrutiva severa no neonatal.Foi no ano de 1940 que Ewing classificou os teratomas de orofaringe em dermoides ou pólipos pilosos, teratoma ou teratóide e epignathus.Estima-se que este tipo de teratoma ocorra em 1 em cada 35.000 a 40.000 nascidos vivos. É mais comum em indivíduos do sexo feminino quando comparado com o sexo masculino, na proporção de 3:1, sendo que 6% dos indivíduos afetados apresentam malformações congênitas associadas. Não há relatos de anormalidades genéticas e nem de incidência familiar.O local de implantação pode ser único ou múltiplo, sendo que a maioria dos epignathus encontra-se implantado no palato duro (39%), enquanto que o restando pode estar implanto na nasofaringe (34%), esfenoide (15%), orofaringe (10%), maxilar (5%), etmoide (5%) e septo nasal (5%).O quadro clínico apresenta um amplo espectro, podendo causar insuficiência respiratória obstrutiva, evoluindo para o óbito. Além disso, o teratoma pode ser tão pequeno que nem cause sintomas.O diagnóstico pode ser alcançado ainda no período gestacional, por meio de ultrassonografia ou por ressonância magnética, sendo esta mais precisa do que aquela.Após o nascimento, deve-se primeiro estabilizar o recém-nascido, para a realização de exames no mesmo. Inicialmente, deve fazer exame físico e inspeção cuidadosa da cavidade oral, seguidos de exames de imagem (radiografias, ultrassonografia, ressonância magnética e/ou tomografia computadorizada). Também deve ser feita a dosagem de marcadores tumorais comumente associados à malignidade dos teratomas.O diagnóstico diferencial inclui:Encefalocele etmoidal;Rabdomiosarcomas congênitos;Gliomas;Cistos dermoides;Épulis.Quando o teratoma é diagnosticado ainda durante o período gestacional, recomenda-se a realização de uma cesariana. Após a remoção do recém-nascido do útero, deve ser feita uma entubação traqueal no mesmo. Caso não seja possível, deve-se fazer uma traqueostomia. Estudos recentes apontam que não deve ser feita a ligadura imediata do cordão umbilical para continue a circulação feto-placentária.A remoção cirúrgica do epignathus fica na dependência da extensão e local de implantação desse tumor.Fontes:http://www.jped.com.br/conteudo/95-71-01-41/port.pdfhttp://www.scielo.cl/scielo.php?pid=S0717-75262005000300009&script=sci_arttext