Epignathus Arapiraca, Alagoas

Informações sobre Epignathus em Arapiraca. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Epignathus e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Arapiraca.

Cmi Consultórios Médicos Integrados
(82) 3522-3388
Rua Fernandes Lima, 345
Arapiraca, Alagoas
 
José C L Silva
(82) 3530-1662
Praça Pereira Magalhães 79
Arapiraca, Alagoas
 
Espaço Fisio & Saúde
(82) 3529-9600
Rua Nossa Senhora de Fátima 218
Arapiraca, Alagoas
 
Clínica Ciam
(82) 3522-2533
Avenida Pedro Leão 119
Arapiraca, Alagoas
 
Otomed Alagoas
(82) 3539-1114
Rua 30 de Outubro 121
Arapiraca, Alagoas
 
Clínica Profª Maria Anunciada
(82) 3521-6500
Rua Monsenhor Macedo 362 c A
Arapiraca, Alagoas
 
Clínica de Trânsito de Arapiraca
(82) 3522-3303
Rua Teodorico Costa 120
Arapiraca, Alagoas
 
Santa Fé Medical Center
(82) 3482-7133
Rua Esperidião Rodrigues 103
Arapiraca, Alagoas
 
Clínica Imagem
(82) 3521-6192
Rua São Domingos 115
Arapiraca, Alagoas
 
Vaccini Clínica de Vacinação
(82) 3522-2154
Rua Marcelino Magalhães 330
Arapiraca, Alagoas
 

Epignathus

O epignathus consiste em uma forma de teratoma, ou seja, tumorações benignas presentes desde o nascimento. Este tipo de teratoma é composto por todas as três camadas germinativas (mesoderme, ectoderme e endoderme), é extremamente raro e que, quando não tratado adequadamente, pode ser fatal.Acredita-se que este tumor se origine nas células pluripotentes da região da bolsa de Rathke e cresçam de forma desorganizada, preenchendo toda a cavidade orofaríngera, exteriorizando-se pela cavidade oral. Este tumor pode levar à asfixia e insuficiência respiratória obstrutiva severa no neonatal.Foi no ano de 1940 que Ewing classificou os teratomas de orofaringe em dermoides ou pólipos pilosos, teratoma ou teratóide e epignathus.Estima-se que este tipo de teratoma ocorra em 1 em cada 35.000 a 40.000 nascidos vivos. É mais comum em indivíduos do sexo feminino quando comparado com o sexo masculino, na proporção de 3:1, sendo que 6% dos indivíduos afetados apresentam malformações congênitas associadas. Não há relatos de anormalidades genéticas e nem de incidência familiar.O local de implantação pode ser único ou múltiplo, sendo que a maioria dos epignathus encontra-se implantado no palato duro (39%), enquanto que o restando pode estar implanto na nasofaringe (34%), esfenoide (15%), orofaringe (10%), maxilar (5%), etmoide (5%) e septo nasal (5%).O quadro clínico apresenta um amplo espectro, podendo causar insuficiência respiratória obstrutiva, evoluindo para o óbito. Além disso, o teratoma pode ser tão pequeno que nem cause sintomas.O diagnóstico pode ser alcançado ainda no período gestacional, por meio de ultrassonografia ou por ressonância magnética, sendo esta mais precisa do que aquela.Após o nascimento, deve-se primeiro estabilizar o recém-nascido, para a realização de exames no mesmo. Inicialmente, deve fazer exame físico e inspeção cuidadosa da cavidade oral, seguidos de exames de imagem (radiografias, ultrassonografia, ressonância magnética e/ou tomografia computadorizada). Também deve ser feita a dosagem de marcadores tumorais comumente associados à malignidade dos teratomas.O diagnóstico diferencial inclui:Encefalocele etmoidal;Rabdomiosarcomas congênitos;Gliomas;Cistos dermoides;Épulis.Quando o teratoma é diagnosticado ainda durante o período gestacional, recomenda-se a realização de uma cesariana. Após a remoção do recém-nascido do útero, deve ser feita uma entubação traqueal no mesmo. Caso não seja possível, deve-se fazer uma traqueostomia. Estudos recentes apontam que não deve ser feita a ligadura imediata do cordão umbilical para continue a circulação feto-placentária.A remoção cirúrgica do epignathus fica na dependência da extensão e local de implantação desse tumor.Fontes:http://www.jped.com.br/conteudo/95-71-01-41/port.pdfhttp://www.scielo.cl/scielo.php?pid=S0717-75262005000300009&script=sci_arttext