Encefalopatia Hepática Corrente PI

Informações sobre Encefalopatia Hepática em Corrente. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Encefalopatia Hepática e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Corrente.

Policlínica de Corrente
(89) 3573-1851
Avenida Desembargador Amaral 1675
Corrente, Piauí
 
Climecor
(89) 3573-1123
Rua Antônio Nogueira Carvalho 1147
Corrente, Piauí
 
Unigastrus
(86) 3252-2063
Rua Benjamin Constant 1062
Campo Maior, Piauí
 
Centro Médico Correntino
(89) 3573-1483
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Pinheiro e Silva Ltda
(89) 3562-1578
Praça Marcos Aurélio 888 s 6
Bom Jesus, Piauí
 
Centro Médico Correntino
(89) 3573-1483
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Hospital Estadual e Regional D
(89) 3573-1465
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Uniclínicas
(86) 3221-8440
Rua São Pedro, 1567
Teresina, Piauí
 
Clinef
(86) 3262-1444
Rua Telesforo do Vale 270
Altos, Piauí
 
Fernanda Márcia Aguiar de Oliveira
(86) 3226-4640
Rua Governador Raimundo Artur de Vasconcelos 670 s 602
Teresina, Piauí
 

Encefalopatia Hepática

A encefalopatia hepática consiste em uma consequência da incapacidade hepática de eliminar as substâncias tóxicas presentes na corrente sanguínea, levando à deterioração da função cerebral.Quase todo o sangue que flui pelo trato gastrointestinal recebe os produtos da digestão e da absorção dos alimentos. Uma vez que grande parte destes produtos é tóxica, ou necessita passar por uma transformação antes de cair na corrente sanguínea, esses produtos não são enviados diretamente ao organismo. Primeiramente, esses produtos passam pelo fígado; todavia, quando uma parte significativa do parênquima desse órgão encontra-se comprometida (cirrose), ou quando há um desvio do sangue portal, pela circulação colateral intra ou extra-hepática, como resultado, ocorre a intoxicação cerebral.Ainda não foi esclarecido o que causa a encefalopatia hepática. Contudo, a teoria baseia-se na comprovação de que a concentração de amônia sanguínea encontra-se elevada nos indivíduos cirróticos, principalmente naqueles com encefalopatia. Como a amônia não sofre a transformação hepática para ureia, a primeira afeta os neurotransmissores e, consequentemente, o funcionamento cerebral.Atualmente, a encefalopatia hepática é dividida em três tipos:Tipo A: encefalopatia relacionada à falência hepática aguda.Tipo B: encefalopatia ligada ao “Bypass” porto-sistêmico.Tipo C: encefalopatia associada com cirrose e hipertensão portal. Subdivide-se em outros tipos, que compreendem a encefalopatia esporádica, a encefalopatia persistente e a encefalopatia mínima. Esta última diz respeito às manifestações pré-clínicas, quadro anteriormente chamado de sub-clínico.Sabe-se que a encefalopatia cirrótica pode ser desencadeada por alguns fatores, como hemorragia digestiva, constipação intestinal, uso de sedativos, ingestão excessiva de proteínas, distúrbios de eletrólitos, infecções e paracenteses total ou evacuadoras.Ao passo que esta desordem evolui, os distúrbios neuropsíquicos acentuam-se, podem ser classificado de acordo com o quadro:Grau I: déficit de atenção e concentração, irritabilidade, depressão, tremores, falta de coordenação e apraxia.Grau II: sonolência, lentificação do raciocínio e da fala e distúrbios do sono.Grau III: amnésia, confusão mental, desorientação, reflexos hipoativos, clônus, nistagmo e rigidez muscular.Grau IV: estupor, pupilas dilatadas, postura de descerebração, ausência de respostas a estímulos e coma. Por fim, o paciente pode evoluir para o óbito.O quadro apresentado pelo paciente levanta a suspeita do diagnóstico. O eletroencefalograma (EEG) pode auxiliar na evidenciação precoce da encefalopatia. Além disso, exames de sangue apontam níveis muito elevados de amoníaco.O tratamento visa tratar os fatores desencadeantes da encefalopatia hepática, bem como eliminar as substâncias tóxicas presentes nos intestinos. Também é importante suprimir a proteína alimentar e fornecer hidratos de carbono por via oral e intravenosa, com o intuito de servir como fonte de energia principal para o organismo.Também pode ser utilizado o açúcar sintético (lactulose), que é capaz de mudar a acidez intestinal, alterar a flora bacteriana dos intestinos, reduzir a absorção de amoníaco, além de atuar como laxante. Em alguns casos, o paciente pode tomar neomicina ao invés de lactulose, antibiótico capaz de diminuir a flora bacteriana do intestino que comumente atuam na quebra proteica.Fontes:http://www.fcm.unicamp.br/diretrizes/d_n_c/encefalopatia%20hepatica%20(eh)/enc_hep_pag_1.htmlhttp://www.manualmerck.net/?id=142&cn=1149http://www.gmbahia.ufba.br/index.php/gmbahia/article/viewFile/333/322