Elefantíase (filariose linfática) Benjamin Constant AM

Informações sobre Elefantíase (filariose linfática) em Benjamin Constant. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Elefantíase (filariose linfática) e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Benjamin Constant.

Clínica da Amizade
(97) 3412-2645
Avenida Amizade 33
Tabatinga, Amazonas
 
Hospital de Guarnição de Tabatinga
(97) 3412-2403
Avenida Amizade 894
Tabatinga, Amazonas
 
Santa Casa de Misericordia Sao Miguel
(16) 3385-1617
Rua Catanduva 206
Tabatinga, São Paulo
 
Hospital Unidade Mista de Benjamin Constant
(97) 3415-6240
Rua 13 de Maio 1496
Benjamin Constant, Amazonas
 
Angiomed Angiologia de Manaus
(92) 3232-6956
Avenida Joaquim Nabuco 1359
Manaus, Amazonas
 
Clínica São José
(16) 3385-1153
Rua Ângelo Marquesi 88
Tabatinga, São Paulo
 
Hospital Militar de Tabatinga
(97) 3412-2403
Avenida Amizade 887
Tabatinga, Amazonas
 
Unidade Mista de Benjamin Constant
(97) 3415-6240
Rua 13 de Maio 1142
Benjamin Constant, Amazonas
 
Cenusa
(92) 3131-2000
Rua Fortaleza 203
Manaus, Amazonas
 
Policlínica Castelo Branco
(92) 3236-8572
Rua do Comércio 42
Manaus, Amazonas
 

Elefantíase (filariose linfática)

FilarioseInformações sobre: FilarioseAgente causador: Wuchereria bancrofti, Brugia malayiTransmissão: picadas de mosquitos (Aedes aegypti, Anopheles, Mansonia)Principais sintomas: febre e calafrios na fase inicial; inflamação dos vasos linfáticos (após alguns anos de acúmulo da linfa – fase crônica)Tratamento: aplicação de dietilcarbamazina (DEC), cirurgiaProfilaxia: proteger-se de mosquitos adequadamente (usando repelentes), campanhas públicas para exterminar os agentes transmissores.A elefantíase (filariose linfática) é a filariose mais comum e é causada principalmente pelas espécies Wuchereria bancrofti e Brugia malayi. As larvas do parasita, denominadas microfilárias, são encontradas no sangue de indivíduos infectados e são ingeridas por animais que se alimentam de sangue (hematófagos). Depois de passar parte do ciclo vital dentro destes insetos, as microfilárias são transmitidas a pessoas sadias através de picadas durante uma nova ingestão de sangue. As microfilárias se alojam nos vasos linfáticos, sobretudo nos braços e pernas onde, depois de alguns meses, atingirão a maturidade sexual. Quando adultas, as filarias fêmeas (macrofilárias) podem viver entre 5 e 10 anos em seu hospedeiro e se reproduzem gerando milhares de larvas, as quais passam novamente à circulação sanguinea.A espécie Wuchereria bancrofti é transmitida durante a noite pelas fêmeas dos mosquitos Anopheles, Mansonia e Culex e a espécie Brugia malayi é transmitida pelos mosquitos fêmeas (também de atividade noturna) Anopheles, Mansonia e Aedes.Quando o quadro clínico aparece os sintomas iniciais estão relacionados com a resposta inflamatória subsequente à presença dos parasitas. A fase aguda ocorre com febre e calafrios que acontecem em intervalos irregulares, com ou sem inflamação de vasos linfáticos ou gânglios e reações inflamatórias das extremidades inferiores e genitais. Na medida em que a infecção se desenvolve, a presença dos vermes adultos nos vasos linfáticos provoca sua obstrução, impedindo o fluxo linfático normal, implicando no acúmulo de líquido pelo tecido, no engrossamento e hipertrofia dos tecidos afetados.As formas mais frequentes de elefantíase são:- Elefantíase das pernas: o edema começa no dorso do pé e chega até o joelho, mas dificilmente chega aos quadris. Apresenta a pele muito grossa, com muita fibrose e superfície enrugada, fato que lembra a pele do elefante. A ulceração é frequente no tecido danificado.- Elefantíase do saco escrotal e do pênis: é uma das manifestações mais frequentes, com grande crescimento destas partes, devido a sua natureza pendente.- Elefantíase de braços, mamas ou vulva: são zonas mais raramente afetadas com mudanças na pele semelhantes as das pernas.O diagnóstico de qualquer uma das filarioses passa pela observação clínica de algum dos sintomas associados à doença.Leia mais:Catálogo de Doenças