Elefantíase (filariose linfática) Amélia Rodrigues BA

Informações sobre Elefantíase (filariose linfática) em Amélia Rodrigues. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Elefantíase (filariose linfática) e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Amélia Rodrigues.

Clínica Médica Maria Quitéria
(75) 3623-5182
Avenida Maria Quitéria 1752
Feira de Santana, Bahia
 
Ima - Instituto de Mastologia
(75) 3625-0762
Avenida Maria Quitéria 1905
Feira de Santana, Bahia
 
Serviço de Endoscopia
(75) 3622-4517
Rua Juracy Magalhães 577
Feira de Santana, Bahia
 
Amigo - Assistência Médica Infantil Ginecologia e Obstetríci
(75) 2101-2626
Rua Juracy Magalhães 782
Feira de Santana, Bahia
 
Santa Casa de Misericórdia de Feira de Santana
(75) 3223-6682
Rua Germiniano Costa
Feira de Santana, Bahia
 
Centro Médico Sawaya
(75) 3623-3977
Avenida Sampaio 1120
Feira de Santana, Bahia
 
Centro Medico Nossa Senhora dos Remedios
(75) 3321-7100
Rua dos Remédios 25
Feira de Santana, Bahia
 
Assist Clínica Integrada de Saúde Oral
(75) 3223-7411
Rua Barão do Rio Branco 1483
Feira de Santana, Bahia
 
Hospital Geral Cleriston Andrade
(75) 3602-3300
Avenida Eduardo Fróes da Mota
Feira de Santana, Bahia
 
Unidade Pediátrica de Feira de Santana Ltda
(75) 3211-7139
Avenida Maria Quitéria 1643
Feira de Santana, Bahia
 

Elefantíase (filariose linfática)

FilarioseInformações sobre: FilarioseAgente causador: Wuchereria bancrofti, Brugia malayiTransmissão: picadas de mosquitos (Aedes aegypti, Anopheles, Mansonia)Principais sintomas: febre e calafrios na fase inicial; inflamação dos vasos linfáticos (após alguns anos de acúmulo da linfa – fase crônica)Tratamento: aplicação de dietilcarbamazina (DEC), cirurgiaProfilaxia: proteger-se de mosquitos adequadamente (usando repelentes), campanhas públicas para exterminar os agentes transmissores.A elefantíase (filariose linfática) é a filariose mais comum e é causada principalmente pelas espécies Wuchereria bancrofti e Brugia malayi. As larvas do parasita, denominadas microfilárias, são encontradas no sangue de indivíduos infectados e são ingeridas por animais que se alimentam de sangue (hematófagos). Depois de passar parte do ciclo vital dentro destes insetos, as microfilárias são transmitidas a pessoas sadias através de picadas durante uma nova ingestão de sangue. As microfilárias se alojam nos vasos linfáticos, sobretudo nos braços e pernas onde, depois de alguns meses, atingirão a maturidade sexual. Quando adultas, as filarias fêmeas (macrofilárias) podem viver entre 5 e 10 anos em seu hospedeiro e se reproduzem gerando milhares de larvas, as quais passam novamente à circulação sanguinea.A espécie Wuchereria bancrofti é transmitida durante a noite pelas fêmeas dos mosquitos Anopheles, Mansonia e Culex e a espécie Brugia malayi é transmitida pelos mosquitos fêmeas (também de atividade noturna) Anopheles, Mansonia e Aedes.Quando o quadro clínico aparece os sintomas iniciais estão relacionados com a resposta inflamatória subsequente à presença dos parasitas. A fase aguda ocorre com febre e calafrios que acontecem em intervalos irregulares, com ou sem inflamação de vasos linfáticos ou gânglios e reações inflamatórias das extremidades inferiores e genitais. Na medida em que a infecção se desenvolve, a presença dos vermes adultos nos vasos linfáticos provoca sua obstrução, impedindo o fluxo linfático normal, implicando no acúmulo de líquido pelo tecido, no engrossamento e hipertrofia dos tecidos afetados.As formas mais frequentes de elefantíase são:- Elefantíase das pernas: o edema começa no dorso do pé e chega até o joelho, mas dificilmente chega aos quadris. Apresenta a pele muito grossa, com muita fibrose e superfície enrugada, fato que lembra a pele do elefante. A ulceração é frequente no tecido danificado.- Elefantíase do saco escrotal e do pênis: é uma das manifestações mais frequentes, com grande crescimento destas partes, devido a sua natureza pendente.- Elefantíase de braços, mamas ou vulva: são zonas mais raramente afetadas com mudanças na pele semelhantes as das pernas.O diagnóstico de qualquer uma das filarioses passa pela observação clínica de algum dos sintomas associados à doença.Leia mais:Catálogo de Doenças