Ectima Contagioso Corrente PI

Informações sobre Ectima Contagioso em Corrente. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento do Ectima Contagioso e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Corrente.

Policlínica de Corrente
(89) 3573-1851
Avenida Desembargador Amaral 1675
Corrente, Piauí
 
Climecor
(89) 3573-1123
Rua Antônio Nogueira Carvalho 1147
Corrente, Piauí
 
Clínica Ciep
(89) 3422-6055
Rua Monsenhor Hipólito 590
Picos, Piauí
 
Clínica Materno Infantil
(89) 3422-2955
Avenida Ayrton Senna 1095
Picos, Piauí
 
Classi
(86) 3221-8214
Rua Desembargador Pires de Castro 479
Teresina, Piauí
 
Centro Médico Correntino
(89) 3573-1483
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Hospital Estadual e Regional D
(89) 3573-1465
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Clínica Oftalmológica Dr Welton
(86) 3222-3412
Rua Olavo Bilac 1879
Teresina, Piauí
 
Clínica Santa Clara
(86) 3223-0090
Rua Olavo Bilac 1610
Teresina, Piauí
 
Pró Médica
(86) 3322-3645
Avenida Presidente Vargas 799
Parnaíba, Piauí
 

Ectima Contagioso

O ectima contagioso, também chamado de dermatite pustular contagiosa, boca crostosa ou boqueira, trata-se de uma desordem infecciosa, que tem como agente etiológico um vírus pertencente ao gênero Parapoxvirus, altamente contagioso. Esta doença caracteriza-se por lesões crostosas, afetando principalmente em ovinos e caprinos, embora também possa ser transmitida ao homem.Este vírus foi descrito pela primeira vez por Nuremberg, no ano de 1942. No Brasil, foi identificada pela primeira vez em 1954, no estado do Rio Grande do Sul.Esta desordem costuma afetar pequenos ruminantes entre os 3 aos 6 meses de idade, embora já tenha sido relatada em animais entre 10 a 12 dias de vida e também em animais adultos. Os surtos podem ocorrer em qualquer época; todavia, é mais comum durante a seca, quando os animais estão no pasto.O contágio ocorre por meio do contato com o agente etiológico com lesões na pele e mucosa dos animais, que pode se dar pelo contato entre animais sadios e infectados, bem como pelo contato entre animais sadios e pastos, instalações ou cochos contaminados. Sendo assim, feridas na cavidade bucal causadas por alimentos grosseiros são a principal porta de entrada deste vírus.O período de incubação varia de 4 dias a 2 semanas. A taxa de morbidade é extremamente elevada, podendo chegar a 100%, enquanto que a taxa de mortalidade é baixa, variando entre 1 a 10%, variando de acordo com a extensão das lesões e a presença de infecção secundária.Depois que esta doença instala-se no rebanho, torna-se endêmica em decorrência da presença do agente etiológico por longos períodos no ambiente, ou pela presença de animais persistentemente infectados. No Brasil não há muitos relatos desta desordem.As manifestações clínicas presentes nesta doença incluem:Lesões nos lábios e comissura labial, que surge como pequenas manchas que evoluem para nódulos, vesículas, pústulas, crostas, exsudação, aumento das crostas e desprendimento das mesmas;Lesões podais, que podem evoluir para pododermatite necrótica;Pústulas, erosões e crostas na região genital, úbere, face e outros locais do corpo.O diagnóstico é clínico, sendo confirmado por meio de culturas celulares ou por inoculação experimental.O diagnóstico diferencial inclui febre aftosa, varíola ovina, micoses podais e língua azul.O tratamento envolve o uso de permanganato de potássio a 3% ou solução de iodo a 10% associado à glicerina (1:1). O tratamento de eleição é pulverizar as áreas atingidas por, no mínimo, duas vezes ao dia, por sete dias consecutivos. Outra opção eficaz é a aplicação de solução de iodo a cada 48 horas ou a auto-hemoterapia. Repelentes devem ser aplicados ao redor das lesões, para prevenir o surgimento de miíases. Em áreas mais sensíveis, como o úbere, o tratamento deve ser feito com iodo e glicerina na proporção de 3:1, ou com solução de ácido fênico 3% juntamente com glicerina.A vacinação é a melhor forma de controlar a doença, conferindo imunidade por aproximadamente 2 anos. Nos casos de surgimento do ectima contagioso em propriedades que não foram vacinas, é necessário isolar os animais infectados.Fontes:http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-736X2008000300002&script=sci_arttexthttp://www.farmpoint.com.br/radares-tecnicos/sanidade/ectima-contagioso-em-pequenos-ruminantes-74624n.aspx