Doença do Soro Corrente PI

Informações sobre Doença do Soro em Corrente. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Doença do Soro e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Corrente.

Policlínica de Corrente
(89) 3573-1851
Avenida Desembargador Amaral 1675
Corrente, Piauí
 
Climecor
(89) 3573-1123
Rua Antônio Nogueira Carvalho 1147
Corrente, Piauí
 
Clínica Doutor Fares
(86) 3321-1992
Rua Teresina 690
Parnaíba, Piauí
 
Cimo - Clínica Integrada de Medicina Oriental
(86) 3223-3200
Rua Olavo Bilac 1758
Teresina, Piauí
 
Clínica Ortopedia e Pediatria
(89) 3522-1990
Rua Fernando Drumont 614
Floriano, Piauí
 
Centro Médico Correntino
(89) 3573-1483
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Hospital Estadual e Regional D
(89) 3573-1465
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Anísio Augusto da Paz
(86) 3252-4725
Rua Doutor Moura 650
Campo Maior, Piauí
 
Iac - Instituto de Análises Clínicas
(86) 3221-2981
Rua Coelho de Resende 490
Teresina, Piauí
 
Abilene Maria de Souza
(86) 3255-1221
Rua Hospital 115
Sigefredo Pacheco, Piauí
 

Doença do Soro

A doença do soro (DS) é definida como uma reação de hipersensibilidade mediada por imunocomplexos, com subsequente ativação de complementos. Mais detalhadamente, esta patologia é causada quando ocorre a ligação de um antígeno que pode, por exemplo, estar no soro heterólogo, ou certa droga, a um anticorpo. A deposição desses complexos imunes no tecido, por sua vez, pode resultar em uma lesão tissular decorrente da ativação do complemento, formação de anafilotoxinas e quimiotaxia de células polimorfonucleares.Tem diminuído consideravelmente a incidência desta moléstia, fator que vem acompanhado da diminuição do uso de fontes heterólogas. Todavia, com a ampliação do uso de anticorpos monoclonais, acredita-se que a incidência da doença do soro possa apresentar novos picos dentro das décadas seguintes.Diferentes fármacos não-proteícos são capazes de causar uma Reação Tipo-Doença do Soro (RTDS). Dentre esses, encontram-se os antibióticos beta-lactâmicos, ciprofloxacin, sulfonamidas, bupropriona, estrepetoquinase, metronidazol, carbamazepina, alopurinol, entre outros. Contudo, a incidência de RTDS é bem inferior a de DS ligada a proteínas heterólogas.As manifestações clínicas habitualmente surgem dentro de 7 a 10 dias após a administração do agente sensibilizante, sendo este o período necessário para que haja o pico de imunocomplexos circulantes. Dentre os sintomas, observa-se, inicialmente, a cefaléia, que vem acompanhada, por conseguinte, de lesões cutâneas pruriginosas, artralgia, linfadenopatia, edema (resultante do comprometimento renal), turvamento da visão e problemas gastrointestinais, como náuseas, vômitos e dores abdominais. Quando há o comprometimento pulmonar, podem estar presentes: dispnéia, cianose e sibilos.Esta patologia costuma ser auto-limitada, sendo que a sintomatologia some ao passo que os imunocomplexos vão sendo eliminados do organismo. No entanto, a copiosa administração da substância sensibilizante pode resultar em uma reação potencialmente severa, levando à vasculite, nefropatia, complicações respiratórias e colapso cardiovascular.O diagnóstico é alcançado através de exames laboratoriais, no qual o hemograma pode evidenciar diversas alterações, como: leucocitose, leucopenia, eosinofilia ou trombocitopenia leve. A velocidade de hemossedimentação encontra-se aumentado, bem como os níveis proteína C-reativa e gamaglobulina. Já a urinálise pode apontar albuminúria e hematúria. Outra alteração é observada nos níveis de complemento (C3, C4 e CH50) que se encontram diminuídos em decorrência da elevação no consumo.Uma vez que se trata de uma doença auto-limitada, o tratamento deve ser conservador. Alguns fármacos, como a aspirina, podem amenizar as dores articulares; o uso de anti-histamínicos e esteróides tópicos auxilia no controle da dermatite; já a terapia com corticosteróide sistêmico se faz necessária em casos de reação severa, principalmente em casos de glomerulonefrite.Fontes:http://www.tuasaude.com/doenca-do-soro/http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/1373http://boasaude.uol.com.br/realce/emailorprint.cfm?id=16091&type=lib