Doença do Soro Benjamin Constant AM

Informações sobre Doença do Soro em Benjamin Constant. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Doença do Soro e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Benjamin Constant.

Clínica São José
(16) 3385-1153
Rua Ângelo Marquesi 88
Tabatinga, São Paulo
 
Santa Casa de Misericordia Sao Miguel
(16) 3385-1617
Rua Catanduva 206
Tabatinga, São Paulo
 
Hospital de Guarnição de Tabatinga
(97) 3412-2403
Avenida Amizade 894
Tabatinga, Amazonas
 
Unidade Mista de Benjamin Constant
(97) 3415-6240
Rua 13 de Maio 1142
Benjamin Constant, Amazonas
 
Climepsi
(92) 3236-0525
Avenida Ephigênio Salles 3
Manaus, Amazonas
 
Clínica da Amizade
(97) 3412-2645
Avenida Amizade 33
Tabatinga, Amazonas
 
Hospital Militar de Tabatinga
(97) 3412-2403
Avenida Amizade 887
Tabatinga, Amazonas
 
Hospital Unidade Mista de Benjamin Constant
(97) 3415-6240
Rua 13 de Maio 1496
Benjamin Constant, Amazonas
 
Boulevard Medical Center
(92) 3301-9150
Avenida Álvaro Maia, 1444
Manaus, Amazonas
 
Clínica Audição
(92) 3232-8219
Rua Major Gabriel 1520
Manaus, Amazonas
 

Doença do Soro

A doença do soro (DS) é definida como uma reação de hipersensibilidade mediada por imunocomplexos, com subsequente ativação de complementos. Mais detalhadamente, esta patologia é causada quando ocorre a ligação de um antígeno que pode, por exemplo, estar no soro heterólogo, ou certa droga, a um anticorpo. A deposição desses complexos imunes no tecido, por sua vez, pode resultar em uma lesão tissular decorrente da ativação do complemento, formação de anafilotoxinas e quimiotaxia de células polimorfonucleares.Tem diminuído consideravelmente a incidência desta moléstia, fator que vem acompanhado da diminuição do uso de fontes heterólogas. Todavia, com a ampliação do uso de anticorpos monoclonais, acredita-se que a incidência da doença do soro possa apresentar novos picos dentro das décadas seguintes.Diferentes fármacos não-proteícos são capazes de causar uma Reação Tipo-Doença do Soro (RTDS). Dentre esses, encontram-se os antibióticos beta-lactâmicos, ciprofloxacin, sulfonamidas, bupropriona, estrepetoquinase, metronidazol, carbamazepina, alopurinol, entre outros. Contudo, a incidência de RTDS é bem inferior a de DS ligada a proteínas heterólogas.As manifestações clínicas habitualmente surgem dentro de 7 a 10 dias após a administração do agente sensibilizante, sendo este o período necessário para que haja o pico de imunocomplexos circulantes. Dentre os sintomas, observa-se, inicialmente, a cefaléia, que vem acompanhada, por conseguinte, de lesões cutâneas pruriginosas, artralgia, linfadenopatia, edema (resultante do comprometimento renal), turvamento da visão e problemas gastrointestinais, como náuseas, vômitos e dores abdominais. Quando há o comprometimento pulmonar, podem estar presentes: dispnéia, cianose e sibilos.Esta patologia costuma ser auto-limitada, sendo que a sintomatologia some ao passo que os imunocomplexos vão sendo eliminados do organismo. No entanto, a copiosa administração da substância sensibilizante pode resultar em uma reação potencialmente severa, levando à vasculite, nefropatia, complicações respiratórias e colapso cardiovascular.O diagnóstico é alcançado através de exames laboratoriais, no qual o hemograma pode evidenciar diversas alterações, como: leucocitose, leucopenia, eosinofilia ou trombocitopenia leve. A velocidade de hemossedimentação encontra-se aumentado, bem como os níveis proteína C-reativa e gamaglobulina. Já a urinálise pode apontar albuminúria e hematúria. Outra alteração é observada nos níveis de complemento (C3, C4 e CH50) que se encontram diminuídos em decorrência da elevação no consumo.Uma vez que se trata de uma doença auto-limitada, o tratamento deve ser conservador. Alguns fármacos, como a aspirina, podem amenizar as dores articulares; o uso de anti-histamínicos e esteróides tópicos auxilia no controle da dermatite; já a terapia com corticosteróide sistêmico se faz necessária em casos de reação severa, principalmente em casos de glomerulonefrite.Fontes:http://www.tuasaude.com/doenca-do-soro/http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/1373http://boasaude.uol.com.br/realce/emailorprint.cfm?id=16091&type=lib