Doença de Paget dos Ossos Corrente PI

Informações sobre Doença de Paget dos Ossos em Corrente. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Doença de Paget dos Ossos e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Corrente.

Policlínica de Corrente
(89) 3573-1851
Avenida Desembargador Amaral 1675
Corrente, Piauí
 
Climecor
(89) 3573-1123
Rua Antônio Nogueira Carvalho 1147
Corrente, Piauí
 
Policlínica de Corrente
(89) 3573-1851
Avenida Desembargador Amaral 1675
Corrente, Piauí
 
Clínica Assis Costa
(86) 3322-1644
Rua Riachuelo 966
Parnaíba, Piauí
 
Sandra Regina Pinheiro Torres
(89) 3462-1885
Avenida Cândido Aleixo 243
Oeiras, Piauí
 
Centro Médico Correntino
(89) 3573-1483
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Hospital Estadual e Regional D
(89) 3573-1465
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Clínica Batista Peggy Pemble
(86) 3223-3866
Rua Gabriel Ferreira 630
Teresina, Piauí
 
Givaneide Oliveira de Andrade
(89) 3421-0673
Rua Marcos Parente 184
Picos, Piauí
 
Clínica São Bernardo
(86) 3221-4748
Rua 7 de Setembro 239
Teresina, Piauí
 

Doença de Paget dos Ossos

A doença de Paget foi descrita pela primeira vez, no ano de 1877, pelo médico Inglês Sir James Paget. Existem dois tipos dessa doença:Doença de Paget dos ossos;Doença de Paget da mama;Esta é uma condição benigna, sistêmica, que causa uma alteração na velocidade do metabolismo ósseo. A progressiva destruição dos ossos do organismo, com conseguinte reconstrução de um osso desorganizado, resulta de uma elevada velocidade de reabsorção e reconstrução óssea.Não se conheci sua etiologia, mas sabe-se que fatores ambientais e hereditários podem facilitar o surgimento da afecção.Pode acometer qualquer osso, mas é mais comum sua apresentação na pélvis, fêmur, crânio, tíbia, coluna vertebral, clavícula e úmero.Sua apresentação na população jovem (abaixo de 40 anos de idade) é infreqüente. Indivíduos do sexo masculino apresentam 50% de chances a mais de desenvolver a doença, quando comparado com as mulheres. Possui uma maior prevalência em países europeus (com exceção da Escandinávia), Austrália e Nova Zelândia; é particularmente freqüente na Inglaterra.Durante o mecanismo normal de renovação da matriz óssea, os osteoclastos (destrói matriz velha) e os osteoblastos (sintetiza matriz nova) trabalham em equilíbrio para manutenção de adequada matriz óssea. Nessa doença, essas células tornam-se hiperativas em certas regiões do osso, elevando significativamente a velocidade de renovação óssea. Essas áreas hiperativas aumentam; todavia, são mais frágeis devido à sua estrutura anormal.Normalmente, esta doença é assintomática. No entanto, certas manifestações clínicas podem estar presentes, como rigidez articular e cansaço, que se desenvolve lenta e sutilmente. Pode haver dor intensa, exacerbada durante a noite. A hipertrofia óssea pode levar à compressão de nervos (aumento assim a dor), resultando em deformação óssea. Pode causar uma dolorosa artrose nas articulações adjacentes.Quando há um aumento dos ossos do crânio, há, conseqüentemente, um aumento do tamanho da cabeça, com ligeira proeminência das regiões das sobrancelhas e testa. Isso pode resultar em uma perda auditiva, devido à lesão gerada no ouvido interno; cefaléias resultantes da compressão dos nervos e dilatação das veias do couro cabeludo podem ser observadas nessa condição. Pode haver alargamento das vértebras, fragilizando-se e deformando-se, levando à redução na altura dos ossos. Estas, por sua vez, podem comprimir nervos da medula espinhal, resultando em rigidez, formigamento, fraqueza e paralisia dos membros inferiores. Caso os ossos pélvicos sejam acometidos, o paciente pode apresentar as pernas arqueadas e dar passos curtos e instáveis. O osso anormal evolui para malignidade em apenas 1% dos casos.O diagnóstico normalmente é acidental, quando realiza-se exames radiológicos por outros motivos. Contudo, pode-se desconfiar do diagnóstico devido ao quadro apresentado pelo indivíduo. A confirmação diagnóstica se dá através de radiografias e exames laboratoriais de sangue que quantificam o nível da enzima fosfatase alcalina. Uma cintilografia óssea possibilita verificar quais os ossos que estão sendo afetados.O tratamento é indicado apenas em casos nos quais o paciente apresenta dor óssea, ou que há acometimento de áreas de perigo, como a coluna vertebral ou articulações dos membros inferiores. Habitualmente, utiliza-se na terapêutica bifosfonatos (etidronato, alendronato, pamidronato), durante 6 meses, sendo que estes fármacos normalmente não são utilizados em pacientes com problemas renais, ou que apresentem histórico de esofagite ou problemas dispépticos.Fontes:http://www.copacabanarunners.net/doenca-paget.htmlhttp://mmspf.msdonline.com.br/pacientes/manual_merck/secao_05/cap_048.htmlhttp://www.projetodiretrizes.org.br/5_volume/17-DoencaPaget.pdfhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Doença_de_Paget_do_ossohttp://www.manualmerck.net/?id=74http://files.bvs.br/upload/S/1413-9979/2007/v12n4/a0004.pdfhttp://www.medipedia.pt/home/home.php?module=artigoEnc&id=375