Doença de Kimura Corrente PI

Informações sobre Doença de Kimura em Corrente. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Doença de Kimura e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Corrente.

Centro Médico Correntino
(89) 3573-1483
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Policlínica de Corrente
(89) 3573-1851
Avenida Desembargador Amaral 1675
Corrente, Piauí
 
Clínica São Sebastião
(89) 3544-1471
Rua Erotildes Lima 340
Uruçuí, Piauí
 
Clínica Endografo
(86) 2106-7777
Rua Coelho Rodrigues 1938
Teresina, Piauí
 
Clinef
(86) 3262-1444
Rua Telesforo do Vale 270
Altos, Piauí
 
Climecor
(89) 3573-1123
Rua Antônio Nogueira Carvalho 1147
Corrente, Piauí
 
Hospital Estadual e Regional D
(89) 3573-1465
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
David Delphino Cortellazzi
(86) 3232-4431
Avenida Coronel Costa Araújo 1501
Teresina, Piauí
 
Ecomed Clínica
(86) 3221-1524
Rua São Pedro 2071 s 03
Teresina, Piauí
 
Abilene Maria de Souza
(86) 3255-1221
Rua Hospital 115
Sigefredo Pacheco, Piauí
 

Doença de Kimura

A doença de Kimura é uma afecção rara, crônica, de caráter benigno e de causa ainda desconhecida.Esta moléstia foi descrita pela primeira vez na China, no ano de 1937, por Kimm e Szeto, sendo que estes identificaram sete casos da doença, descrevendo-a como “linfogranuloma eosinofílico hiperplásico”. Esta patologia recebeu o nome atual somente em 1948, quando Kimura e colaboradores observaram que ocorria uma alteração nos vasos sanguíneos dispostos ao redor da lesão, publicando um trabalho com título “Granulação atípica associada a alterações hiperplásicas em tecido linfóide”.Embora a etiologia ainda não tenha sido elucidada, existem algumas hipóteses sobre possíveis fatores desencadeantes desta afecção, como a ocorrência de uma reação alérgica ou uma alteração do sistema imune, bem como estimulação antigênica persistente após picada de artrópodes, infecções parasitárias ou infecção por Candida albicans.A doença de Kimura tem sido observada com maior frequência em homens asiáticos, sendo que internacionalmente a prevalência da doença não é conhecida.As manifestações clínicas desta doença incluem uma proliferação anormal de folículos linfóides (nódulos) de crescimento lento e endotélio vascular. Os nódulos podem ser pruriginososo ou dolorosos, porém a pele sobrejacente apresenta aspecto normal. Eosinofilia periférica e presença de eosinófilos na infiltrado inflamatório sugerem que esta moléstia possa ser uma reação de hipersensibilidade.Esta doença habitualmente fica restrita à pele, linfonodos e glândulas salivares; todavia, têm sido relatados casos de pacientes portadores desta doença que desenvolveram síndrome nefrótica, sendo que a causa desta possível associação não foi esclarecida até o presente momento.Já que a doença de Kimura trata-se de uma afecção benigna, o tratamento consiste no acompanhamento dos casos discretos e assintomáticos até a ressecção cirúrgica conservativa, embora as mesmas habitualmente tendem a reaparecer. Outras opções terapêuticas englobam o uso de corticosteróides intralesionais, ciclosporina, pentoxifilina e radioterapia, sendo esta última utilizada no tratamento de lesões recorrentes ou persistentes. Contudo, esta opção deve ser levada em consideração somente em casos de lesões desfigurantes.Fontes:http://www.scielo.br/pdf/abd/v81n2/v81n02a09.pdfhttp://www.orpha.net/consor/cgi-bin/OC_Exp.php?Expert=482&lng=PThttp://en.wikipedia.org/wiki/Kimura_disease