Doença de Kawasaki Benjamin Constant AM

Informações sobre Doença de Kawasaki em Benjamin Constant. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Doença de Kawasaki e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Benjamin Constant.

Clínica da Amizade
(97) 3412-2645
Avenida Amizade 33
Tabatinga, Amazonas
 
Santa Casa de Misericordia Sao Miguel
(16) 3385-1617
Rua Catanduva 206
Tabatinga, São Paulo
 
Hospital Militar de Tabatinga
(97) 3412-2403
Avenida Amizade 887
Tabatinga, Amazonas
 
Unidade Mista de Benjamin Constant
(97) 3415-6240
Rua 13 de Maio 1142
Benjamin Constant, Amazonas
 
Coopermed
(92) 3656-0939
Rua Edson Bitar 63
Manaus, Amazonas
 
Clínica São José
(16) 3385-1153
Rua Ângelo Marquesi 88
Tabatinga, São Paulo
 
Hospital de Guarnição de Tabatinga
(97) 3412-2403
Avenida Amizade 894
Tabatinga, Amazonas
 
Hospital Unidade Mista de Benjamin Constant
(97) 3415-6240
Rua 13 de Maio 1496
Benjamin Constant, Amazonas
 
Otorrino e Diagnose
(92) 3234-3817
Rua Tapajós 531
Manaus, Amazonas
 
Solange Oliveira Moraes
(92) 3233-6366
Rua Rio Juruá 100
Manaus, Amazonas
 

Doença de Kawasaki

A doença de Kawasaki (DK), também chamada de síndrome de Kawasaki, é uma vasculite sistêmica idiopática, que pode levar a aneurismas, especialmente das artérias coronárias.Esta enfermidade caracteriza-se por comprometer a boca, a pele e linfonodos e acomete, especialmente, crianças abaixo de 5 anos de idade. Possui etiologia ainda desconhecida, mas quando reconhecida rapidamente, os indivíduos afetados podem recuperar-se completamente dentro de poucos dias. Quando não tratada, pode levar a complicações graves que podem envolver o coração.A DK foi descrita primeiramente pela médica Tomisaku Kawasaki, no ano de 1967. Na época foram relatados 50 casos que foram acompanhados no período de 1961 a 1967. Esta médica acreditava que esta era uma doença benigna, autolimitada, que não deixava seqüelas, denominando-a de síndrome do linfonodo mucocutâneo. No ano de 1970, houve 10 mortes de crianças com idade inferior a 2 anos, vítimas da DK, evidenciando um lado mais agressivo da doença. O patologista Noboru Tanaka observou a presença de uma trombose de artéria coronária durante a necropsia de uma criança com diagnóstico prévio de DK. Outro médio, o pediatra Takajiro Yamamoto observou a presença de ritmo de galope e insuficiência cardíaca congestiva em um paciente diagnóstico com a DK. Este médico juntamente com colaboradores publicou 23 casos de DK, sendo que destes, 11 apresentavam alterações eletrocardiográficas, levando a conclusão de que o acometimento cardíaco é comum nessa síndrome. Foi apenas em 1974 que Kawasaki lançou a primeira publicação sobre a doença na língua inglesa.Não se trata de uma doença hereditária; todavia, pode haver o envolvimento de predisposição genética. A população mais acometida é a japonesa, porém, existem relatos no mundo de indivíduos não-japoneses.As manifestações clínicas iniciam-se com febre alta, sem causa aparente por cerca de 5 dias. Por conseguinte, o paciente apresenta irritabilidade, conjuntivite, vermelhidão do tronco e região genital, lábios rachados e língua inchada e vermelha (conhecida como língua em franboesa). Amidalite e linfonodos infartados, especialmente na região do pescoço, podem aparecer nessa primeira fase da afecção.A segunda fase é caracterizada por descamação dos pés e mãos, dores nas articulações, diarréia, dor abdominal e vômitos.A terceira fase é marcada pela regressão gradativa, até alcançar a recuperação.Uma em cada cinco crianças pode apresentar problemas cardíacos; contudo, menos da metade apresentarão lesões permanentes. Entre elas encontram-se miocardite, cardiomegalia, arritmia e inflamação das artérias coronárias.Quando há o comprometimento das artérias coronárias, podem surgir aneurismas que favorecem a concepção de coágulos. Estes, por sua vez, podem obstruir a passagem de sangue pelas coronárias e causar o infarto do miocárdio.Não existem testes específicos para a confirmação do diagnóstico de DK. Este é basicamente clínico, baseando-se no quadro apresentado pelo paciente, devendo obedecer a critérios firmados pela American Heart Association. No entanto, determinados exames de sangue, urina e do coração podem indicar a manifestação da doença.O tratamento inicial visa diminuir a inflamação e prevenir complicações. Geralmente, o tratamento é feito por meio da administração endovenosa de gamaglobulina e aspirina por via oral. Após findada a febre, são prescritas doses pequenas de aspirina durante vários meses para prevenir o surgimento de coágulos e proteger contra o risco de lesões coronarianas.Os casos de aneurismas cardíacos são tratados com anticoagulantes e aspirina. Quando se tratar de pequenos aneurismas, o tratamento restringe-se apenas à aspirina.Fontes:http://www.printo.it/pediatric-rheumatology/information/Brasil/6.htmhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Síndrome_de_Kawasakihttp://www.scielo.br/pdf/abd/v84n4/v84n04a02.pdfhttp://www.drauziovarella.com.br/Sintomas/5308/doenca-de-kawasakihttp://cuidadossaude.com/2010/06/doenca-de-kawasaki-causas-sinais-sintomas-tratamento/http://www.revistamedicaanacosta.com.br/9(4)/artigo_7.htmhttp://www.scielo.br/pdf/jped/v78n1/v78n1a15.pdf