Doença de Forestier Benjamin Constant AM

Informações sobre Doença de Forestier em Benjamin Constant. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Doença de Forestier e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Benjamin Constant.

Clínica São José
(16) 3385-1153
Rua Ângelo Marquesi 88
Tabatinga, São Paulo
 
Hospital de Guarnição de Tabatinga
(97) 3412-2403
Avenida Amizade 894
Tabatinga, Amazonas
 
Santa Casa de Misericordia Sao Miguel
(16) 3385-1617
Rua Catanduva 206
Tabatinga, São Paulo
 
Hospital Unidade Mista de Benjamin Constant
(97) 3415-6240
Rua 13 de Maio 1496
Benjamin Constant, Amazonas
 
Risonildo Carneiro de Almeida
(92) 3584-1808
Rua Acre 12
Manaus, Amazonas
 
Clínica da Amizade
(97) 3412-2645
Avenida Amizade 33
Tabatinga, Amazonas
 
Hospital Militar de Tabatinga
(97) 3412-2403
Avenida Amizade 887
Tabatinga, Amazonas
 
Unidade Mista de Benjamin Constant
(97) 3415-6240
Rua 13 de Maio 1142
Benjamin Constant, Amazonas
 
Policlínica Manaus
(92) 3633-2210
Avenida Epaminondas, 409
Manaus, Amazonas
 
Pam Codajás
(92) 3612-2900
Avenida Codajás 26
Manaus, Amazonas
 

Doença de Forestier

A doença de Forestier, também denominada hiperostose esquelética idiopática difusa, consiste em uma entesopatia não inflamatória, de etiologia desconhecida, caracterizada pela calcificação de tendões, ligamentos e cápsulas articulares.Esta desordem foi descrita em 1938 por Meyer e Forster, sendo diferenciada de espondilite na quilosante somente na década de 1950, por Jacques Forestier e Ròtes-Querol.Esta doença é mais observada em indivíduos do sexo masculino acima de 50 anos de idade, sendo que entre 13% a 32% dos pacientes apresentam associada diabetes a esse transtorno.A presença de entesopatia, que é o acometimento local de inserções tendinosas, ligamentosas ou de cápsulas articulares, axial e periférica, caracteriza esta doença. Anteriormente à ossificação, há a proliferação de tecido conjuntivo. A primeira ocorre no interior da cartilagem, havendo mineralização irregular entre a cartilagem calcificada e a não calcificada. Por conseguinte, há a difusão de vasos sanguíneos provenientes dos canais de Havers. Preferencialmente, a ossificação ocorre nas enteses ou na periferia destas.Esta condição apresenta evolução lenta, com aumento gradativo no número de lesões hiperostótica. Em muitos casos o paciente pode não apresentar sintoma algum. Todavia, quando as manifestações clínicas estão presentes, podem ser observados dor e rigidez cervical, torácica, lombar e dos membros, tanto inferiores quanto superiores, agravada com baixas temperaturas e atividade com sobrecarga. Também pode haver a presença de edema, em decorrência da exostose da coluna cervical, que pode levar à congestão e/ou irritação da região paravertebral, atingindo esôfago e região subglótica, com consequente disfagia. Nos casos mais avançados, pode haver disfonia, tosse não produtiva, sensação de corpo estranho, dispneia, estridor inspiratório, roncos noturnos, insuficiência respiratória, podendo evoluir para a morte, em decorrência da compressão traqueal.Sintomatologia neurológica também pode estar presente, uma vez que pode haver a compressão de nervos periféricos, que é mais comumente observada em indivíduos com espondilose lombar. Já foram relatados casos de quadriparesia e mielopatia.O diagnóstico é feito com base em três alterações radiologias:Ossificações e calcificações onduladas na porção ântero-lateral de, no mínimo, quatro vértebras contíguas;Preservação relativa da altura dos discos intervertebrais no segmento vertebral afetado e a ausência de anormalidades radiológicas extensas de moléstia degenerativa discal;Ausência de anquilose óssea ou erosões das articulações intervertebrais, esclerose ou fusão óssea na região sacroilíaca.Não há cura para esta doença. O tratamento é sintomático, englobando fisioterapia e prática de atividade física.Fontes:http://www.cerir.org.br/revistas/dezembro2002/hiperostose.htmhttp://fr.wikipedia.org/wiki/Maladie_de_Forestierhttp://www.vertebre.com/index.php?option=com_content&view=article&id=205:la-maladie-de-forestier&catid=69:publications-en-imagerie&Itemid=116