Doença de Dupuytren Corrente PI

Informações sobre Doença de Dupuytren em Corrente. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Doença de Dupuytren e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Corrente.

Centro Médico Correntino
(89) 3573-1483
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Climecor
(89) 3573-1123
Rua Antônio Nogueira Carvalho 1147
Corrente, Piauí
 
Clínica de Urologia e Ginecologia S S
(86) 3223-1071
Rua Gabriel Ferreira 574 s 1
Teresina, Piauí
 
Hospital Santa Edwirges
(86) 3322-2959
Rua Anísio de Abreu 184
Parnaíba, Piauí
 
Givaneide Oliveira de Andrade
(89) 3421-0673
Rua Marcos Parente 184
Picos, Piauí
 
Policlínica de Corrente
(89) 3573-1851
Avenida Desembargador Amaral 1675
Corrente, Piauí
 
Hospital Estadual e Regional D
(89) 3573-1465
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Novaclin
(86) 3234-3373
Avenida Ininga 1266
Teresina, Piauí
 
Centro de Diagnóstico Chico Xavier
(86) 3221-0950
Rua Coelho de Resende 367
Teresina, Piauí
 
Novaclinica
(86) 3221-0259
Rua Coelho de Resende 500
Teresina, Piauí
 

Doença de Dupuytren

A doença de Dupuytren, também chamada de síndrome de Dupuytren ou contratura de Dupuytren, é definida como uma doença fibro-proliferativa que acomete a fáscia palmar, caracterizando-se pela degeneração das fibras elásticas, espessamento e hialinização do feixe de fibras de colágeno dessa região, com formação de nódulos e contração.Esta moléstia foi primeiramente descrita por Cooper, na Inglaterra e, por conseguinte, por Boyer (1823), na França. O primeiro diferenciou-a das contraturas resultantes de lesões dos tendões flexores e bainhas. No entanto, foi apenas em 1832 que Guillaume Dupuytren publicou um artigo descrevendo detalhadamente a patologia em questão.A etiologia desta afecção ainda não foi elucidada. É conhecido que os homens são mais acometidos do que as mulheres, especialmente, após os 40 anos de idade. Quando crianças são afetadas, ocorre a forma mais grave da moléstia. Indivíduos fumantes, alcoólatras, diabéticos e usuários de drogas apresentam uma probabilidade mais elevada de desenvolverem a doença.As manifestações clínicas iniciam-se com o aparecimento de um nódulo na região palmar, próximo ao dedo anelar ou ao menor dedo. Ao passo que a doença evolui, outros nódulos surgem, resultando na contração dos tendões dos dedos, flexionando-os. Habitualmente, o dedo anelar é o primeiro a ser afetado, alcançando, por conseguinte, o mínimo e o médio.O diagnóstico correto deve ser feito pelo médico ortopedista, que irá indicar o melhor tratamento.O tratamento conservador é o mais comumente realizado, e este objetiva evitar a ocorrência de contraturas articulares secundárias, através de exercício de extensão forçada e aumento da extensibilidade da fáscia por meio da aplicação de correntes ultrassônicas ou outro procedimento que aplique calor profundo. Na fase nodular da doença, também é indicado a radioterapia, a ingestão de vitamina E e a realização de corticoterapia, juntamente com a imobilização da mão acometida.Nos casos mais graves, quando o paciente encontra-se impossibilitado de colocar a palma da mão por completo sobre uma superfície lisa, a deformidade deve ser corrigida por meio de procedimento cirúrgico.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Contratura_de_Dupuytrenhttp://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/traumato/dupuytren_anderson.htmhttp://www.conhecersaude.com/adultos/3304-doenca_de_dupuytren.htmlhttp://www.vitorcaine.com/patologias/punho/dupuytren/dupuytren.pdf