Doença de Caroli Goiatuba GO

Informações sobre Doença de Caroli em Goiatuba. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Doença de Caroli e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Goiatuba.

Clínica de Olhos
(64) 3495-3823
Rua S Francisco 445
Goiatuba, Goiás
 
Hospital Frei Anacleto Ltda
(64) 3495-1963
Rua Tietê 534
Goiatuba, Goiás
 
Mater Luz
(64) 3495-3786
Rua Minas Gerais 929
Goiatuba, Goiás
 
Humani Espaço Integrado
(62) 3941-2461
Rua 1124 99
Goiânia, Goiás
 
Clínica Papanicolau Doutor Walmir Soares
(64) 3411-1871
Rua Doutor Pedro Ludovico 200
Catalão, Goiás
 
Clínica Santa Paula
(64) 3495-1337
Rua Tietê 544
Goiatuba, Goiás
 
Casa de Saúde São José
(64) 3495-1481
Rua Piracanjuba 330
Goiatuba, Goiás
 
Oswaldo Cruz Laboratório Médico
(62) 3093-7890
Al das Rosas qd R6 lt 2
Goiânia, Goiás
 
Centro Médico Diagnose
(62) 3354-1767
Rua Goiás 53
Niquelândia, Goiás
 
Consultório Médico Dr Itamar
(62) 3373-3852
Rua Dias de Toledo qd 1 lt 9
Jussara, Goiás
 

Doença de Caroli

A doença de Caroli consiste em uma doença congênita que acomete o fígado. Foi descrita primeiramente no ano de1958, em Paris, pelo gastroenterologista Jacques Caroli.Existem dois subtipos desta patologia. A primeira, chamada Doença de Caroli, trata-se de uma rara desordem que leva à dilatação segmentar multifocal das vias biliares intra-hepáticas, sem que haja outras afecções associadas. Em aproximadamente 20% dos casos, há o acometimento de somente um lobo hepático, mais frequentemente o esquerdo. Aparentemente, a doença de Caroli não é hereditária.Existe outro subtipo, chamado de síndrome de Caroli, que é mais frequente do que a anterior e caracteriza-se por dilatação das vias biliares intra-hepáticas, juntamente com fibrose hepática congênita. Esta se trata de uma desordem genética, geralmente com padrão de transmissão autossômico recessivo, sendo habitualmente associada com patologias renais, especialmente com a doença renal policística com transmissão autossômica recessiva.As manifestações clínicas iniciais incluem febre, dor abdominal e hepatomegalia. Em certos casos, pode haver também icterícia. É comum que esta patologia ocorra em associação com outras doenças, como doenças renais, colangite, colelitíase, abscesso biliar, sepse, cirrose hepática e conlangiocarcinoma.O diagnóstico confirmatório é alcançado pela colangiografia endoscópica retrógrada; todavia, esta apresenta um elevado risco de infecção em decorrência da administração de contraste. Outras opção para o diagnóstico são a ressonância magnética e a tomografia computadorizada.O tratamento varia com as características clínicas da doença e com a localização da alteração biliar. É importante tratar as crises de colangite e, caso haja obstrução por cálculo, o mesmo deve ser removido. Para prevenção de das litíases biliares, pode ser utilizado continuamente o ácido ursodeoxicólico.Quando a desordem está limitada a apenas uma pequena região do fígado, existe a possibilidade de se realizar uma hepatectomia parcial, que alivia os sintomas e diminui o risco de que a anomalia progrida para malignidade. Outra opção é o transplante hepático caso a doença progrida para um quadro grave.Fontes:http://www.hepcentro.com.br/caroli.htmhttp://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/ge/v14n1/v14n1a04.pdf[http://es.wikipedia.org/wiki/Enfermedad_de_Caroli