Doença da floresta de Kyasanur Corrente PI

Informações sobre Doença da floresta de Kyasanur em Corrente. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Doença da floresta de Kyasanur e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Corrente.

Policlínica de Corrente
(89) 3573-1851
Avenida Desembargador Amaral 1675
Corrente, Piauí
 
Centro Médico Correntino
(89) 3573-1483
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Amil Humana Assistência Médica
(89) 3422-1000
Avenida Nossa Senhora de Fátima 458
Picos, Piauí
 
Centro de Dermatologia e Endocrinologia Lia Rachel
(86) 3221-4789
Rua São Pedro 1977
Teresina, Piauí
 
Consultório Médico Dr Eduardo Moura
(89) 3483-1761
Rua Rodrigo Carvalho 821
São João do Piauí, Piauí
 
Climecor
(89) 3573-1123
Rua Antônio Nogueira Carvalho 1147
Corrente, Piauí
 
Hospital Estadual e Regional D
(89) 3573-1465
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Consultório Médico Dr Gilberto Almeida Hidd
(86) 3223-8964
Rua São Pedro 2133
Teresina, Piauí
 
Serviços Médicos Sermed
(86) 3221-9425
Rua São Pedro 1977 s 401
Teresina, Piauí
 
Clínica Santa Terezinha
(89) 3582-2914
Rua Aniceto Cavalcante
São Raimundo Nonato, Piauí
 

Doença da floresta de Kyasanur

A doença da floresta de Kyasanur trata-se de um a febre viral hemorrágica endêmica no sul do continente asiático. Tem como agente etiologia um vírus pertencente à família Flaviridae, na qual também se encontram os agentes responsáveis pela febre amarela e pela dengue.Esta doença foi primeiramente identificada no ano de 1957, na Floresta de Kyasanur, na Índia. Manifestou-se inicialmente como uma epizootia em macacos, levando vários deles à morte. Deste modo, a doença passou a ser chamada de doença do macaco ou febre do macaco.Este vírus tem como reservatório os porcos-espinhos, ratos, esquilos e camundogos, tendo como vetor o carrapato Haemaphysalis spinigera. Os seres humanos adquirem o vírus através da picada das ninfas dos carrapatos.A taxa de mórbidade desta doença gira em torno de 2% a 10%, acometendo entre 100 a 500 indivíduos por ano. O período de incubação do vírus em questão é de 3 a 8 dias, para, subitamente, surgirem os sintomas, que são:Febre alta;Cefaleia;Intensa dor muscular;Tosse;Desidratação;Hemorragia nasal e da garganta;Hemorragia gastrointestinal;Vômitos.Os pacientes também podem apresentar pressão arterial anormalmente baixa, bem como baixo nível de células sanguíneas e plaquetas. Dentro de 1 a 2 semanas, alguns pacientes se recuperam sem complicações. Todavia, na maioria dos pacientes, a doença é bifásica, havendo uma segunda onda de sintomas no começo da terceira semana.O diagnóstico é alcançado por isolamento do vírus a partir de uma amostra sanguínea, ou através de exames sorológicos (ELISA).Não existe um tratamento específico para esta doença. No entanto, deve ser realizada uma terapia de suporte, que engloba a manutenção da hidratação e as precauções necessárias para pacientes que apresentam quadros hemorrágicos.A profilaxia é feita por meio da vacinação (atualmente disponível); uso de roupas de proteção para indivíduos que trabalham ou que viajam para áreas rurais ou florestas nas quais a doença é endêmica; e controle da população de carrapatos.Fontes:http://en.wikipedia.org/wiki/Kyasanur_forest_diseasehttp://fr.wikipedia.org/wiki/Fi%C3%A8vre_de_Kyasanurhttp://www.cdc.gov/ncidod/dvrd/spb/mnpages/dispages/kyasanur.htmhttp://www.phac-aspc.gc.ca/lab-bio/res/psds-ftss/kyasanur-fra.php