Dislexia Ribeirão Preto, São Paulo

Informações sobre Dislexia em Ribeirão Preto. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Dislexia e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Ribeirão Preto.

Clínica de Psicologia e Pediatria
(16) 3625-2761
Rua Bernardino de Campos 1437
Ribeirão Preto, São Paulo
 
Clínica de Acupuntura
(16) 3632-3489
Rua Amadeu Amaral 340 ap 121
Ribeirão Preto, São Paulo
 
Audicom Clínica Médica
(16) 3913-5613
Avenida Itatiaia 777
Ribeirão Preto, São Paulo
 
Luís Gilberto Dinamarco Martins
(16) 3625-0404
Rua Floriano Peixoto 284
Ribeirão Preto, São Paulo
 
Clínica Basile
(16) 3610-7775
Avenida Independência 1530
Ribeirão Preto, São Paulo
 
Alfredo Lepore Filho
(16) 3625-6122
Rua Prudente de Morais 1069
Ribeirão Preto, São Paulo
 
Cei Serviço Especializado Infantil
(16) 3625-3790
Rua Amadeu Amaral 978
Ribeirão Preto, São Paulo
 
Clínica Plenitude
(16) 3941-1525
Rua Quintino Bocaiúva 463
Ribeirão Preto, São Paulo
 
Capi - Centro de Assistência Profissional
(16) 3632-1119
Rua Altino Arantes 510
Ribeirão Preto, São Paulo
 
Sebastião José Ismael
(16) 3632-5373
Rua Bernardino de Campos 1423
Ribeirão Preto, São Paulo
 

Dislexia

Dislexia é um distúrbio, que gera a dificuldade na aprendizagem, sobretudo no que diz respeito à leitura, soletração e escrita. A dislexia pode atrasar a alfabetização e a vida escolar do aluno, mas é importante destacar que não se trata de um déficit de inteligência.A dislexia não pressupõe o insucesso como estudante ou como profissional, pois não está relacionada a um QI (Quociente de Inteligência) abaixo da média. Ao contrário, é fato que os disléxicos apresentam QI igual ou maior que a maioria das pessoas.As causas da dislexia ainda são objeto de estudo, mas já se pode afirmar que alguns casos têm origem genética, e que as causas podem ser neurológicas, sobretudo no que diz respeito às conexões cerebrais.Segundo os estudiosos, o processamento de informações no cérebro do disléxico acontece em uma área diferente do de uma pessoa sem dislexia, porém, o cérebro do disléxico não difere em nada, é normal.A dislexia é a dificuldade de aprendizagem mais comum, porém não é a única, e às vezes é acompanhada por outros distúrbios, como a hiperatividade.Curioso também o seguinte fato: em países com linguagem ideográfica (como a dos chineses e japoneses), não existem pessoas com dislexia. A explicação está no fato de, nos ideogramas as silabas (existem 71) já estarem completas. Não há a junção entre uma vogal e uma consoante como na nossa linguagem fonética, baseada nos sons. Porém, é claro que nesses países existem outros tipos de dificuldades de aprendizagem.A maior dificuldade do disléxico é, portanto, diferenciar e reconhecer as palavras com sons parecidos e diferenciar fonemas de sílabas. Um exemplo muito utilizado é o das palavras FACA e VACA. Os sons são muito semelhantes, por isso, ao mostrar a figura de uma VACA, é comum a criança disléxica dizer que é uma FACA, apesar de saber que na figura aparece uma vaca, que é o animal da onde vem o leite, que é a “mulher” do boi, e etc. Ou seja, sabe do que se trata, mas tem a dificuldade em usar o fonema correto.Outras manifestações de fácil observação são as inversões (por exemplo, cava em vez de vaca), e as rotações (por exemplo, donita em vez de bonita).Existem inúmeros sintomas que ajudam no diagnóstico da dislexia, o que não significa que alguém que apresente alguns sintomas isolados seja necessariamente um disléxico.Importante ressaltar que o diagnóstico deve ser feito por profissionais qualificados para a tarefa, de preferência por uma equipe multidisciplinar, composta por um psicólogo, um fonoaudiólogo, um psicopedagogo e um neurologista.Em clínicas psicopedagógicas o tratamento tem o objetivo de descobrir modos compensatórios para fazer o disléxico aprender, normalmente fazendo uso de leituras compartilhadas, jogos e atividades para desenvolver a escrita. O trabalho psicopedagógico também procura desenvolver a atenção e a habilidades de memória.