Disfemia Benjamin Constant AM

Informações sobre Disfemia em Benjamin Constant. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Disfemia e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Benjamin Constant.

Clínica São José
(16) 3385-1153
Rua Ângelo Marquesi 88
Tabatinga, São Paulo
 
Santa Casa de Misericordia Sao Miguel
(16) 3385-1617
Rua Catanduva 206
Tabatinga, São Paulo
 
Hospital de Guarnição de Tabatinga
(97) 3412-2403
Avenida Amizade 894
Tabatinga, Amazonas
 
Hospital Unidade Mista de Benjamin Constant
(97) 3415-6240
Rua 13 de Maio 1496
Benjamin Constant, Amazonas
 
Cemergim - Centro Med Est Rec Ginecol Mastologico
(92) 3584-1555
Rua Acre 12 s 519
Manaus, Amazonas
 
Clínica da Amizade
(97) 3412-2645
Avenida Amizade 33
Tabatinga, Amazonas
 
Hospital Militar de Tabatinga
(97) 3412-2403
Avenida Amizade 887
Tabatinga, Amazonas
 
Unidade Mista de Benjamin Constant
(97) 3415-6240
Rua 13 de Maio 1142
Benjamin Constant, Amazonas
 
José Carlos Esteves
(92) 3584-8794
Rua Acre 12 s 113
Manaus, Amazonas
 
Pontesclin
(92) 3232-2032
Rua Japurá 214
Manaus, Amazonas
 

Disfemia

A disfemia, também denominada taumatez ou disfluência e, popularmente conhecida como gagueira ou gaguez, é a mais comum desordem da fala, acometendo aproximadamente 2 milhões de pessoas no Brasil e mais de 60 milhões no mundo todo.Este problema atinge principalmente indivíduos do sexo feminino, e caracteriza-se pela repetição de sílabas, o os prolongamentos de sons e a interrupção das palavras, especialmente na primeira sílaba. É muito comum também sua ocorrência em crianças entre dois a quatro anos de idade, chegando a acometer 75% dessa população, sendo que os episódios normalmente são transitórios, durando apenas poucos meses. Ocorre, nas crianças, em conseqüência de uma combinação de diversos fatores durante o desenvolvimento da fala, como por exemplo, a lenta mutação das redes neurais de processamento de linguagem, que gera uma habilidade ainda pequena para articular palavras e ligá-las em frase nessa idade.O rápido fluxo de pensamento juntamente com a relativa imaturidade do sistema fonoarticulatório, propicia a apresentação de alguma dificuldade, por parte da criança, na produção de um ritmo regular e suave na fala, especialmente quando a criança está ansiosa, cansada ou doente. Apenas cerca de 1% a 2% dessas crianças precisam de tratamento especializado, pois estes poucos casos que persistem pode estar associados com casos de disfemia na família, sugerindo uma predisposição familiar.Os primeiros genes relacionados com a disfemia foram descobertos por um grupo de cientistas estadunidense, que foi descrito em estudos publicados no New England Journal of Medicine. Segunda essa pesquisa, a gagueira pode ser resultado de uma pequena falha no processo contínuo através das quais componentes celulares em regiões específicas do cérebro são quebrados e reciclados. O estudo identificou três genes como sendo os responsáveis pela disfemia em indivíduos na Inglaterra, Paquistão e Estados Unidos.Algumas características podem estar associadas com a tendência de a gagueira tornar-se um problema persistente, como o surgimento de sintomas adicionais, dentre eles estão: fazer caretas, contrair os olhos ou bater os pés. Nos casos onde já há a percepção por parte da criança de que sua fala pode ser julgada fora do padrão normal, ela tende a evitar as pessoas, muitas vezes preferindo permanecer em silencio a ter que interagir verbalmente. Caso não haja um tratamento especializado, a maioria dessas crianças se retrai, além de ficar com sua alto-estima abalada.Após os 5 anos de idade, a disfemia relaciona-se com alterações anatômicas e funcionais do cérebro, de acordo com o que tem sido evidenciado pelas pesquisas mais modernas de neuroimagem. A avaliação e detecção do problema precocemente são pontos decisivos para que a criança consiga compensar cedo essas possíveis deficiências, antes que ocorram complicações secundárias. Deste modo, é recomendado que toda crianças com sintomas recorrentes de gagueira faça uma avaliação fonoaudiológica o mais cedo possível.Em muitos casos, apenas a terapia fonoaudiológica é insuficiente para atender adequadamente todas as necessidades de um paciente disfêmico, sendo necessária a adoção de medidas adicionais de suporte, tais como assistência médica e farmacológica, especialmente em adultos.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Disfemiahttp://www.mundoeducacao.com.br/psicologia/disfemia.htmhttp://saude-joni.blogspot.com/2010/02/disfemia.htmlhttp://sites.mpc.com.br/ct/lingua.html