Dermatite auto-imune à progesterona Corrente PI

Informações sobre Dermatite auto-imune à progesterona em Corrente. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Dermatite auto-imune à progesterona e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Corrente.

Policlínica de Corrente
(89) 3573-1851
Avenida Desembargador Amaral 1675
Corrente, Piauí
 
Climecor
(89) 3573-1123
Rua Antônio Nogueira Carvalho 1147
Corrente, Piauí
 
Novaclin
(86) 3234-3373
Avenida Ininga 1266
Teresina, Piauí
 
Clínica São Bernardo
(86) 3221-4748
Rua 7 de Setembro 239
Teresina, Piauí
 
Ozael Ferreira dos Santos
(86) 3221-1128
Rua Magalhães Filho 476
Teresina, Piauí
 
Centro Médico Correntino
(89) 3573-1483
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Hospital Estadual e Regional D
(89) 3573-1465
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Centro de Diagnóstico Chico Xavier
(86) 3221-0950
Rua Coelho de Resende 367
Teresina, Piauí
 
Renato Duarte Barbosa
(86) 3230-1311
Avenida Raul Lopes 1000 md 22
Teresina, Piauí
 
Consultório Médico Dr Gilberto Almeida Hidd
(86) 3223-8964
Rua São Pedro 2133
Teresina, Piauí
 

Dermatite auto-imune à progesterona

Dermatite auto-imune à progesterona trata-se de uma rara condição na qual a mulher desenvolve desordens cutâneas em determinada fase do ciclo menstrual (fase lútea), devido a uma resposta anormal aos níveis de progesterona endógena nessa fase.As manifestações clínicas presentes nesta moléstia costumam surgir entre 3 a 10 dias antes da menstruação, cessando dentro de 1 a 2 dias após o fim da mesma e podem ser imperceptíveis ou então levar à choque anafilático . Os sintomas incluem eczemas, urticária, angioedema, dentre outros. O uso de progesterona exógena, como, por exemplo, anticoncepcionais orais, pode agravar o quadro.Esta desordem também pode causar problemas durante a gestação, tendo sido relacionada à ocorrência de abortos.O diagnóstico diferencial inclui acne, dermatite herpertiforme, eritema multiforme, líquen plano, lúpus eritematoso e psoríase.O diagnóstico é feito através do histórico clínico, juntamente com administração intravenosa de progesterona que deve ser acompanhada por um profissional da área.Normalmente, esta doença não responde ao tratamento com anti-histamínicos. Existem relatos da eficácia do uso de glicocortiócides, em altas doses, no tratamento da dermatite auto-imune à progesterona. A forma de tratamento mais utilizadas na atualidade é aquela que visa inibir a secreção da progesterona endógena pela secreção da ovulação. Uma forma seria o uso de contraceptivos orais; todavia, como os mesmos sempre possuem uma pequena porcentagem de progesterona, o sucesso do tratamento foi limitado. Estrógeno conjugado tem sido utilizado, evidenciando melhora em muitos pacientes. Contudo, em decorrência do risco de desenvolvimento de carcinoma no endométrio frente ao uso do estrógeno conjugado, o mesmo não está sendo mais utilizado.Existem outras formas de tratamento, como, por exemplo, o uso do hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH), eficazes na remissão dos sintomas, porém levando a diversos efeitos colaterais. Quando nenhum tratamento medicamentoso surte efeito, a última opção é a remoção de ambos os ovários.Fontes:http://www.clinicalmolecularallergy.com/content/2/1/10http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3062796/