Degeneração Macular Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo

Informações sobre Degeneração Macular em Cachoeiro de Itapemirim. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Degeneração Macular e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Cachoeiro de Itapemirim.

Umanila Centro Clínico
(28) 3511-0590
Praça Jerônimo Monteiro 101 s 401
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
 
Hospital e Maternidade Tocantins
(63) 3467-1367
Praça Deputado José de Assis 1242
Presidente Kennedy, Tocantins
 
Gediao Cesar Seraphim
(28) 3522-8988
Av Rui Barbosa 55 - 2 Andar
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Carlos Eduardo Noronha Dutra
(28) 3522-8988
Av Rui Barbosa 55 - 2 Andar
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Luiz Carlos Maciel
(28) 3522-6120
R Coronel Francisco de Braga 71 - Ed Itapoa
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Hospital Infantil Francisco de Assis
(28) 2101-5656
Rua Coronel Guardia 62
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
 
Hospital e Maternidade do Tocantins
(63) 3467-1211
Rua Manoel Batista Ferreira 1 qd 3 lt 1
Presidente Kennedy, Tocantins
 
Gilberto Dian de Almeida
(28) 3521-2024
R Antonio Caetano Gonçalves 02 - 55
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Marcos Bastos Barbosa
Av Francisco Lacerda de Aguiar 10 - 306 Ed Paster
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gastao Goncalves Coelho
(12) 2035-2207
R Antonio Caetano Goncalves 02
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Degeneração Macular

A degeneração macular é uma condição médica geral que acomete os adultos mais velhos (geralmente após os 40 anos de idade), resultando em uma perda de visão no centro do campo visual, devido a danos na mácula, que é uma região localizada na retina, responsável pela visão de detalhes.Esta condição apresenta-se de duas formas:Não-exudativa ou seca: nesta forma ocorre uma lesão progressiva do epitélio pigmentar da retina (EPR), membrana de Bruch e coriocapilar, o que resulta em atrofia secundária dos fotorreceptores e perda gradativa da visão.Exudativa ou neovascular: nesta forma há o surgimento de uma membrana neovascular sub-retiniana, que modifica a anatomia macular, incluindo a interface fotorreceptor-EPR, possibilitando o extravasamento do soro e/ou sangue, e levando à perda irreversível dos fotorreceptores adjacentes, com consequente redução de visão, normalmente mais rápida e acentuada do que a observada na forma descrita acima.Esta é uma doença multifatorial. Muitos estudos demonstraram que o fator genético provavelmente apresenta papel fundamental para a sua ocorrência. Sabe-se que existe um alto grau de incidência dessa doença em irmãos gêmeos, especialmente em univitelinos, demonstrando, deste modo, a importância do genótipo para o aparecimento da degeneração macular.Diversos estudos mostram as regiões cromossômicas que albergariam genes associados com a doença. Todavia, a sua real importância na manifestação fenotípica da doença ainda não foi elucidada. Foram identificados eventuais fatores de riscos associados a essa condição, fatores demográficos, comportamentais, médicos e fatores oculares não retinianos. Alguns estudos também sugerem que certos fatores apresentam um maior risco de incidência da doença, como o tabagismo, indivíduos de pele clara, com maior peso corporal, além de outros fatores aparentemente menos importantes.O diagnóstico é feito pelo médico oftalmologista por meio de uma cuidadosa avaliação do quadro clínico e exame detalhado da retina. Este último, por sua vez, é feito identificando-se as lesões características após dilatação das pupilas, geralmente com auxilio de exames complementares. Nesta etapa, é importante a detecção precoce e a adequada definição do momento em que o indivíduo deve receber a suplementação vitamínica específica para reduzir a probabilidade de evolução da doença.Até pouco tempo, a tratamento limitava-se à fotocoagulação por laser ou observação, variando de acordo com o tamanho dos vasos sub-retinianos anormais e a sua localização em relação à fóvea. Atualmente, existem diversas técnicas de tratamento disponíveis, como a terapia fotodinâmica com verteprofirina, radiação, termoterapia transpupilar, fotocoagulação de vaso nutridor, cirurgias de translocação macular, assim como novas terapias que ainda estão sendo estudadas, com drogas antiangiogênicas e angioestáticas.Observou-se que não pode ser realizada apenas uma forma de tratamento isoladamente. O correto é a associação de diversos recursos existentes para obtenção de um melhor resultado.Fontes:http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?98http://pt.wikipedia.org/wiki/Degenera%C3%A7%C3%A3o_macularhttp://www.mdsaude.com/2009/08/degeneracao-macular.htmlhttp://www.ipvisao.com.br/site/pages.php?m=saiba_mais&subm=&id=4http://www.scielo.br/pdf/abo/v69n6/a31v69n6.pdfhttp://www.saudenainternet.com.br/portal_saude/degeneracao-macular.php