Coriomeningite Linfocitária Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo

Informações sobre Coriomeningite Linfocitária em Cachoeiro de Itapemirim. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Coriomeningite Linfocitária e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Cachoeiro de Itapemirim.

Umanila Centro Clínico
(28) 3511-0590
Praça Jerônimo Monteiro 101 s 401
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
 
Hospital e Maternidade Tocantins
(63) 3467-1367
Praça Deputado José de Assis 1242
Presidente Kennedy, Tocantins
 
Luiz Carlos Maciel
(28) 3522-6120
R Coronel Francisco de Braga 71 - Ed Itapoa
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gilberto Dian de Almeida
(28) 3521-2024
R Antonio Caetano Gonçalves 02 - 55
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gastao Goncalves Coelho
(12) 2035-2207
R Antonio Caetano Goncalves 02
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Hospital Infantil Francisco de Assis
(28) 2101-5656
Rua Coronel Guardia 62
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
 
Hospital e Maternidade do Tocantins
(63) 3467-1211
Rua Manoel Batista Ferreira 1 qd 3 lt 1
Presidente Kennedy, Tocantins
 
Joao Herminio Altoe Vargas
(81) 9035-2160
Av Francisco Lacerda de Aguiar 10 - Edf Pasteurs/204
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Carlos Eduardo Noronha Dutra
(28) 3522-8988
Av Rui Barbosa 55 - 2 Andar
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Maria Eugenia de Azevedo
(28) 3522-1203
Av Pinheiro Junior 156 - Ed Sta Rosa
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Coriomeningite Linfocitária

A coriomeningite linfocitária (CL), também chamada de meningite linfocitária benigna, menigoencefalite linfocitária ou meningite linfocitária serosa, trata-se de uma patologia causada por um aerovírus, que tem como hospedeiro primário os roedores, capaz de causar meningite e outras condições assépticas em seres humanos.Os roedores, em especial o rato doméstico (Mus musculus) e o hamster, quando se contaminam, podem tornar-se cronicamente infectados pela manutenção do vírus em sua corrente sanguínea e/ou por disseminar o vírus em sua urina persistentemente. Fêmeas de ratos quando infectadas costumam transmitir o vírus à sua prole que, por sua vez, tornam-se cronicamente infectadas. Outras formas de transmissão da doença de roedor para roedor é por meio de secreções nasais, leite de fêmeas infectadas, mordida e aerossóis.Os humanos podem se contaminar pode meio de:Inalação do vírus eliminado pelos roedores pela urina, fezes ou saliva;Ingestão de alimentos contaminados;Contaminação das mucosas com fluídos corporais infectados;Exposição direta de lesões abertas ao vírus.Casos desta doença foram observados na América do Sul e do Norte, Europa, Japão e Austrália, especialmente no século XX. Costuma ser mais relatada em populações de baixo nível socioeconômico, provavelmente devido ao maior contato com ratos.A sintomatologia da CL é ampla, podendo ser assintomática em casos de indivíduos imunocompetentes. Os sintomas iniciam-se 1 a 2 semanas após a exposição ao vírus, caracterizando-se por apresentar doença febril bifásica. Durante a fase inicial, que dura até uma semana, as manifestações clínicas mais comuns incluem febre, falta de apetite, cefaleia, dores musculares, mal estar geral, náuseas e/ou vômito. Menos comumente, observa-se amidalite, tosse, dor no peito, nas articulações e parótida. A segunda fase da doença surge vários dias após a recuperação e é composta por sintomas de meningite ou encefalite. Achados patológicos durante a primeira fase incluem leucopenia e trombocitopenia, enquanto que na segunda fase estão os altos níveis de proteína, aumento da contagem de leucócitos ou diminuição dos níveis de glicose do líquor.Um fator preocupante é a ocorrência de transmissão vertical do vírus. Simplificadamente, a mãe infectada, mesmo que seja imunocompetente, pode transmitir o vírus para o feto durante o período gestacional. Quando isso ocorre durante o primeiro trimestre, há maior risco de aborto espontâneo. Quando a infecção ocorrer após esse período, pode haver malformações, como, por exemplo, a coriorretinite, calcificações intracranianas, hidrocefalia, microcefalia ou macrocefalia, atraso mental e convulsões. A mortalidade entre lactentes gira em torno de 30% e, entre os que sobrevivem, aproximadamente dois terços apresentam anormalidades neurológicas.Tanto uma infecção atual quanto uma infecção prévia podem ser diagnosticadas por meio de um exame de sangue. O diagnóstico clínico pode ser alcançado por meio do quadro clínico apresentado pelo paciente, através do histórico de sintomas apresentados na fase inicial antes do surgimento da meningite.Até o momento, não existe um tratamento específico para os seres humanos, sendo feito somente tratamento suporte com base na severidade do caso. Certos anti-inflamatórios podem ser utilizados em circunstâncias específicas. In vitro, a ribavirina tem se mostrado eficaz no combate ao vírus em questão; todavia, não existe nenhuma evidência que aponte sua eficácia no tratamento de humanos.Fontes:http://www.manualmerck.net/?id=212&cn=1807http://www.hospvetprincipal.pt/coriomeningite.htmhttp://en.wikipedia.org/wiki/Lymphocytic_choriomeningitishttp://www.cdc.gov/ncidod/dvrd/spb/mnpages/dispages/lcmv/qa.htm