Coreia de Sydenham Corrente PI

Informações sobre Coreia de Sydenham em Corrente. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Coreia de Sydenham e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Corrente.

Climecor
(89) 3573-1123
Rua Antônio Nogueira Carvalho 1147
Corrente, Piauí
 
Centro Médico Correntino
(89) 3573-1483
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Clínica Santa Maria Ltda Clini
(89) 3589-1142
Rua José Dias de Sousa
Caracol, Piauí
 
Climipi-Clinica Médica de Inhu
(89) 3477-1746
Rua Arlindo Nogueira 10
Inhuma, Piauí
 
Vítor Figueiredo Carneiro
(86) 3321-1924
Praça Santo Antônio 643
Parnaíba, Piauí
 
Policlínica de Corrente
(89) 3573-1851
Avenida Desembargador Amaral 1675
Corrente, Piauí
 
Hospital Estadual e Regional D
(89) 3573-1465
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Cliamep
(86) 3221-1043
Rua Arlindo Nogueira 550
Teresina, Piauí
 
Clínica Sonimed
(86) 3276-2033
Rua Tomaz Rebelo 462
Piripiri, Piauí
 
Hospital Santa Edwirges
(86) 3322-2959
Rua Anísio de Abreu 184
Parnaíba, Piauí
 

Coreia de Sydenham

A coreia de Sydenham (CS) trata-se da principal manifestação neurológica da febre reumática, que se caracteriza por movimentos repentinos, involuntários, arrítmicos, clônicos e sem objetivo.A incidência desta desordem é maior em crianças e adolescentes, sendo duas vezes maior em meninas do que em meninos. Estima-se que a CS ocorra em cerca de 30% dos casos de febre reumática.Os movimentos espasmódios incontroláveis, característicos da CS, são consequentes de lesões que comprometem os núcleos da base no sistema nervoso e suas conexões com a área límbica, tálamo e lobo frontal. Esses movimentos são rápidos, sem propósito, irregulares, afetando a face e/ou tronco, normalmente em associação com hipotonia e fraqueza muscular. Apresenta evolução auto-limitada, podendo durar de uma semana a dois anos, sendo comum que a condição reincida.Há pouco tempo, a CS foi relacionada à presença do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Foram feitas sugestões de que o tique pós-coréico, a coprolalia e o comportamento impulsivo sejam consequentes da CS.Não existem exames laboratoriais que confirmam a presença de CS. Desta forma, o diagnóstico é essencialmente clínico. Uma vez que a CS inicia-se entre 1 a 6 meses após a infecção estreptocócica (responsável pela febre reumática), os testes para identificar esta infecção quase nunca são positivos.O tratamento é farmacológico, podendo utilizar três categorias de fármacos:Medicamentos que objetivam depletar ou antagonizar a dopamina em núcleos de base, como o haloperidol, o pimozide, a clorpromazida, a carbamazepina, entre outros;Medicamentos que atuam especialmente elevando os níveis de ácido gama-amino-butírico (GABA) em núcleos de base, como o ácido valpróico;Medicamentos que agem diminuindo a concentração de auto-anticorpos circulantes, levando à diminuição do processo inflamatório vascular nos núcleos de base, como imunoglobulina, plasmaferese e prednisona.Uma vez que esta desordem apresenta caráter auto-limitando, o prognóstico é favorável, havendo remissão completa dos sintomas dentro de, no máximo, 6 meses, entre 40% a 50% dos casos. Contudo, pode haver persistência da CS, de branda a moderada por até 2 anos.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Coreia_de_Sydenhamhttp://www.unifesp.br/dpsiq/polbr/ppm/atu5_02.htmhttp://www.scielo.br/pdf/anp/v65n3a/21.pdfhttp://mccorreia.com/cerebro/sydenham.htm