Coqueluche Oeiras PI

Informações sobre Coqueluche em Oeiras. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento de Coqueluche e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Oeiras.

Hidelberto Alves
(89) 3462-1709
Avenida Rui Barbosa
Oeiras, Piauí
 
Hospital Daniel Rocha
(89) 3462-1352
Avenida Rui Barbosa 470
Oeiras, Piauí
 
Unidade Mista de Saúde de Santa Rosa
(89) 3428-1201
Rua Veríssimo Antônio da Silva 83
Santa Rosa do Piauí, Piauí
 
Hospital Nossa Senhora da Vitória
(89) 3462-1901
Rua Padre Silva 321
Oeiras, Piauí
 
Uniclínicas
(86) 3221-8440
Rua São Pedro, 1567
Teresina, Piauí
 
Sandra Regina Pinheiro Torres
(89) 3462-1885
Avenida Cândido Aleixo 243
Oeiras, Piauí
 
E Angeline Cia Ltda
(89) 3462-1764
Avenida Rui Barbosa 470
Oeiras, Piauí
 
Hospital Deolindo Couto
(89) 3462-1714
Avenida Rui Barbosa 586
Oeiras, Piauí
 
Cimo - Clínica Integrada de Medicina Oriental
(86) 3223-3200
Rua Olavo Bilac 1758
Teresina, Piauí
 
Clínica São Sebastião
(89) 3544-1471
Rua Erotildes Lima 340
Uruçuí, Piauí
 

Coqueluche

A coqueluche, também chamada de pertússis, tosse comprida ou tosse convulsa, é uma doença altamente contagiosa, que tem como agente etiológico a bactéria Bordetella pertussis. Essa bactéria é um pequeno cocobacilo, gram-negativo, imóvel e estritamente aeróbio.A B. pertussis está presente no mundo inteiro e acomete apenas os seres humanos. Estima-se que ocorram aproximadamente 30 a 50 milhões de casos da doença anualmente, sendo que 300.000 evoluem para óbito. Acomete quase sempre crianças com menos de 1 ano de vida.Sua transmissão se dá através de perdigotos eliminados por indivíduos doentes. As bactérias aderem ao epitélio ciliado dos brônquios, permanecendo no lúmen, sem invadirem as células. Também pode ocorrer transmissão por fômites recentemente contaminados com secreções de doentes.O período de incubação varia de 7 a 14 dias, sendo que a época de maior transmissibilidade ocorre na fase catarral. Para o controle da enfermidade, considera-se que o período de transmissão se estende de sete dias após contato com um enfermo até três semanas após o início dos acessos de tosse típicos da doença (fase paroxística).A coqueluche manifesta-se classicamente em três estágios:Estágio catarral: sintomas iniciais são semelhantes ao do resfriado (febre moderada, coriza, espirros e tosse irritativa).Estágio paroxístico: aproximadamente duas semanas após, a tosse torna-se irritativa, com espasmos (paroxismos) de tosse. A tosse se caracteriza por repetidos acessos, vinte a trinta tossidas sem inalação seguidas de um ruído inspiratório característico. Em cada acesso de tosse, a face se torna pletórica ou repentinamente fica cianótica. O paciente pode perder a consciência momentaneamente ao final de uma crise de tosse. Nessa fase, há uma produção de muco intensa e os acessos de tosse podem levar o indivíduo à êmese.Estágio de convalescência: os paroxismos de tosse desaparecem, dando lugar a episódios de tosse comum, podendo persistir por mais algumas semanas. Quando infecções respiratórias secundárias se instalam nessa fase, podem resultar em reaparecimento transitório dos paroxismos.As complicações mais comuns afetam as vias respiratórias. Os lactantes apresentam um risco devido à falta de oxigenação após períodos de apnéia ou acessos de tosse. As crianças podem desenvolver pneumonia, que pode ser fatal. Pode ocorrer pneumotórax durante um episódio de tosse, hemorragia ocular, úlcera abaixo da língua quando esta é comprimida contra os dentes durante um episódio de tosse, hérnia umbilical e até prolapso retal. Lactantes também podem apresentar convulsões, sendo que essas são raras em crianças maiores. A hemorragia, o edema e inflamação cerebral podem resultar em lesão cerebral e retardo mental, paralisia ou outros problemas neurológicos.Normalmente a coqueluche não é diagnosticada no período catarral, já que os sintomas são inespecíficos. Métodos laboratoriais de diagnóstico incluem cultura bacteriana, imunofluorescência, PCR e sorologia. Como a bactéria só pode ser obtida do indivíduo infectado durante as três primeiras semanas da doença, a cultura e a imunofluorescência são inúteis depois desse período.O tratamento deve ser feito com orientação médica e consiste, basicamente, no uso de antibióticos como macrolídeos, sendo que é mais eficaz na fase catarral. Na fase paroxística há pouco a ser feito.A prevenção deve ser feito com a vacinação, que é obrigatória de acordo com o esquema de vacinação (incluída na antiga tríplice, hoje tetravalente).Fontes:http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?655http://www.copacabanarunners.net/coqueluche.htmlhttp://pt.wikipedia.org/wiki/Pert%C3%BAssishttp://www.saudeemmovimento.com.br/conteudos/conteudo_frame.asp?cod_noticia=656http://webpages.fc.ul.pt/

mcgomes/vacinacao/pnv/index3.htm