Colangite Esclerosante Primária Corrente PI

Informações sobre Colangite Esclerosante Primária em Corrente. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Colangite Esclerosante Primária e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Corrente.

Centro Médico Correntino
(89) 3573-1483
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Climecor
(89) 3573-1123
Rua Antônio Nogueira Carvalho 1147
Corrente, Piauí
 
Clínica Santa Luzia
(86) 3223-0549
Rua Rui Barbosa 840
Teresina, Piauí
 
Clínica Santa Clara
(86) 3223-0090
Rua Olavo Bilac 1610
Teresina, Piauí
 
Clínica São Carlos
(89) 3422-0446
Rua Coelho Rodrigues 550
Picos, Piauí
 
Policlínica de Corrente
(89) 3573-1851
Avenida Desembargador Amaral 1675
Corrente, Piauí
 
Hospital Estadual e Regional D
(89) 3573-1465
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Clínica e Maternidade Santa Fé
(86) 2106-8400
Rua 1º de Maio, 906
Teresina, Piauí
 
Cárdio Center
(86) 3322-1126
Rua Riachuelo 840
Parnaíba, Piauí
 
Centro Diagnóstico Pat Cirurg Citopatologia S/c Ltda
(86) 3321-1955
Rua Riachuelo 760
Parnaíba, Piauí
 

Colangite Esclerosante Primária

A colangite esclerosante primária é relativamente rara, afetando aproximadamente de 10 a 40 pessoas em 1 milhão. Acomete mais frequentemente homens do que mulheres (2:1), com idade média de 43 anos.Sua fisiopatogenia ainda não foi completamente elucidada. Sabe-se que por algum motivo ocorre inflamação dos ductos biliares, tanto no interior quanto no exterior do fígado. Com o tempo, esta inflamação gera cicatrizes, que acabam por obstruir esses canais. Deste modo, há o acúmulo de bile no ambiente hepático, resultando em cirrose e hipertensão portal. As chances de surgirem neoplasias malignas nas vias biliares é muito mais elevada do que na população em geral.Inicialmente, as manifestações clínicas são bem variadas. Primeiramente, os sintomas apresentados são os de colite (diarréia, dores abdominais, perda de peso, sangue ou muco nas fezes). Outros sintomas são fadiga, prurido, febre, vindo acompanhada de alguns sinais clínicos, como aumento hepático e esplênico, hiperpigmentação da pele e xantomas.O diagnóstico geralmente é feito por colangiografia. A biópsia hepática normalmente evidencia elevação da fosfatase alcalina e as transaminases; ao passo que a doença avança, as bilirribunas também podem encontrar-se aumentadas.Mesmo que a biópsia seja um método invasivo, pode ser de grande utilidade não apenas no diagnóstico, mas também no prognóstico da doença. Contudo, a afecção pode variar em diferentes pontos do fígado, enfraquecendo a eficácia do exame.O tratamento pode ser feito com o uso de ácido usodeoxicólico (UDCA), que é um variante de sais biliares, que apresentam a particularidade de ser mais hidrofílico que a maior parte dos sais biliares encontrados na bile. A dose normalmente utilizada é de 10-15 mg/kg/dia dividida em 3 ou 4 vezes ao dia.Existe também a opção do tratamento endoscópico, por meio da dilatação das artérias estenosadas, com balão ou prótese (stent). Este método tem sido utilizado em pacientes que apresentam episódios recorrentes de piora clínica, como um jeito de diminuir a colestase e a colangite.O transplante hepático é realizado somente em pacientes com cirrose avançada, sendo bem sucedido em quase todos os casos. Todavia, ocorre recidiva em cerca de 20% dos pacientes transplantados, havendo, algumas vezes, a necessidade de outro transplante.Leia mais sobre Colangite:Colangite ascendenteColangite Esclarosante secundáriaFontes:http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?85http://pt.wikipedia.org/wiki/Colangitehttp://www.medicinageriatrica.com.br/2007/10/05/colangite-aguda/http://www.hepcentro.com.br/colangite_esclerosante.htmhttp://www.medstudents.com.br/original/revisao/cep/introd.htmhttp://www.scielo.br/pdf/rsbmt/v38n5/a15v38n5.pdf