Colangite Esclerosante Primária Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo

Informações sobre Colangite Esclerosante Primária em Cachoeiro de Itapemirim. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Colangite Esclerosante Primária e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Cachoeiro de Itapemirim.

Umanila Centro Clínico
(28) 3511-0590
Praça Jerônimo Monteiro 101 s 401
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
 
Hospital e Maternidade Tocantins
(63) 3467-1367
Praça Deputado José de Assis 1242
Presidente Kennedy, Tocantins
 
Gilberto Dian de Almeida
(28) 3521-2024
R Antonio Caetano Gonçalves 02 - 55
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Marcos Bastos Barbosa
Av Francisco Lacerda de Aguiar 10 - 306 Ed Paster
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Luiz Carlos Maciel
(28) 3522-6120
R Coronel Francisco de Braga 71 - Ed Itapoa
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Hospital Infantil Francisco de Assis
(28) 2101-5656
Rua Coronel Guardia 62
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
 
Hospital e Maternidade do Tocantins
(63) 3467-1211
Rua Manoel Batista Ferreira 1 qd 3 lt 1
Presidente Kennedy, Tocantins
 
Franklin Wilson Novaes
(28) 3522-4139
Av Francisco Lacerda de Aguiar 26
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gastao Goncalves Coelho
(12) 2035-2207
R Antonio Caetano Goncalves 02
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gediao Cesar Seraphim
(28) 3522-8988
Av Rui Barbosa 55 - 2 Andar
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Colangite Esclerosante Primária

A colangite esclerosante primária é relativamente rara, afetando aproximadamente de 10 a 40 pessoas em 1 milhão. Acomete mais frequentemente homens do que mulheres (2:1), com idade média de 43 anos.Sua fisiopatogenia ainda não foi completamente elucidada. Sabe-se que por algum motivo ocorre inflamação dos ductos biliares, tanto no interior quanto no exterior do fígado. Com o tempo, esta inflamação gera cicatrizes, que acabam por obstruir esses canais. Deste modo, há o acúmulo de bile no ambiente hepático, resultando em cirrose e hipertensão portal. As chances de surgirem neoplasias malignas nas vias biliares é muito mais elevada do que na população em geral.Inicialmente, as manifestações clínicas são bem variadas. Primeiramente, os sintomas apresentados são os de colite (diarréia, dores abdominais, perda de peso, sangue ou muco nas fezes). Outros sintomas são fadiga, prurido, febre, vindo acompanhada de alguns sinais clínicos, como aumento hepático e esplênico, hiperpigmentação da pele e xantomas.O diagnóstico geralmente é feito por colangiografia. A biópsia hepática normalmente evidencia elevação da fosfatase alcalina e as transaminases; ao passo que a doença avança, as bilirribunas também podem encontrar-se aumentadas.Mesmo que a biópsia seja um método invasivo, pode ser de grande utilidade não apenas no diagnóstico, mas também no prognóstico da doença. Contudo, a afecção pode variar em diferentes pontos do fígado, enfraquecendo a eficácia do exame.O tratamento pode ser feito com o uso de ácido usodeoxicólico (UDCA), que é um variante de sais biliares, que apresentam a particularidade de ser mais hidrofílico que a maior parte dos sais biliares encontrados na bile. A dose normalmente utilizada é de 10-15 mg/kg/dia dividida em 3 ou 4 vezes ao dia.Existe também a opção do tratamento endoscópico, por meio da dilatação das artérias estenosadas, com balão ou prótese (stent). Este método tem sido utilizado em pacientes que apresentam episódios recorrentes de piora clínica, como um jeito de diminuir a colestase e a colangite.O transplante hepático é realizado somente em pacientes com cirrose avançada, sendo bem sucedido em quase todos os casos. Todavia, ocorre recidiva em cerca de 20% dos pacientes transplantados, havendo, algumas vezes, a necessidade de outro transplante.Leia mais sobre Colangite:Colangite ascendenteColangite Esclarosante secundáriaFontes:http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?85http://pt.wikipedia.org/wiki/Colangitehttp://www.medicinageriatrica.com.br/2007/10/05/colangite-aguda/http://www.hepcentro.com.br/colangite_esclerosante.htmhttp://www.medstudents.com.br/original/revisao/cep/introd.htmhttp://www.scielo.br/pdf/rsbmt/v38n5/a15v38n5.pdf