Colangite Esclerosante Primária Benjamin Constant AM

Informações sobre Colangite Esclerosante Primária em Benjamin Constant. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Colangite Esclerosante Primária e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Benjamin Constant.

Clínica São José
(16) 3385-1153
Rua Ângelo Marquesi 88
Tabatinga, São Paulo
 
Hospital de Guarnição de Tabatinga
(97) 3412-2403
Avenida Amizade 894
Tabatinga, Amazonas
 
Hospital Militar de Tabatinga
(97) 3412-2403
Avenida Amizade 887
Tabatinga, Amazonas
 
Unidade Mista de Benjamin Constant
(97) 3415-6240
Rua 13 de Maio 1142
Benjamin Constant, Amazonas
 
Climed Serviços de Saúde
(92) 3656-1722
Avenida Desembargador João Machado 1102
Manaus, Amazonas
 
Clínica da Amizade
(97) 3412-2645
Avenida Amizade 33
Tabatinga, Amazonas
 
Santa Casa de Misericordia Sao Miguel
(16) 3385-1617
Rua Catanduva 206
Tabatinga, São Paulo
 
Hospital Unidade Mista de Benjamin Constant
(97) 3415-6240
Rua 13 de Maio 1496
Benjamin Constant, Amazonas
 
Cemon
(92) 3584-6631
Rua Acre 12
Manaus, Amazonas
 
Clínica do Motorista
(92) 3632-1876
Avenida Constantino Nery 2320
Manaus, Amazonas
 

Colangite Esclerosante Primária

A colangite esclerosante primária é relativamente rara, afetando aproximadamente de 10 a 40 pessoas em 1 milhão. Acomete mais frequentemente homens do que mulheres (2:1), com idade média de 43 anos.Sua fisiopatogenia ainda não foi completamente elucidada. Sabe-se que por algum motivo ocorre inflamação dos ductos biliares, tanto no interior quanto no exterior do fígado. Com o tempo, esta inflamação gera cicatrizes, que acabam por obstruir esses canais. Deste modo, há o acúmulo de bile no ambiente hepático, resultando em cirrose e hipertensão portal. As chances de surgirem neoplasias malignas nas vias biliares é muito mais elevada do que na população em geral.Inicialmente, as manifestações clínicas são bem variadas. Primeiramente, os sintomas apresentados são os de colite (diarréia, dores abdominais, perda de peso, sangue ou muco nas fezes). Outros sintomas são fadiga, prurido, febre, vindo acompanhada de alguns sinais clínicos, como aumento hepático e esplênico, hiperpigmentação da pele e xantomas.O diagnóstico geralmente é feito por colangiografia. A biópsia hepática normalmente evidencia elevação da fosfatase alcalina e as transaminases; ao passo que a doença avança, as bilirribunas também podem encontrar-se aumentadas.Mesmo que a biópsia seja um método invasivo, pode ser de grande utilidade não apenas no diagnóstico, mas também no prognóstico da doença. Contudo, a afecção pode variar em diferentes pontos do fígado, enfraquecendo a eficácia do exame.O tratamento pode ser feito com o uso de ácido usodeoxicólico (UDCA), que é um variante de sais biliares, que apresentam a particularidade de ser mais hidrofílico que a maior parte dos sais biliares encontrados na bile. A dose normalmente utilizada é de 10-15 mg/kg/dia dividida em 3 ou 4 vezes ao dia.Existe também a opção do tratamento endoscópico, por meio da dilatação das artérias estenosadas, com balão ou prótese (stent). Este método tem sido utilizado em pacientes que apresentam episódios recorrentes de piora clínica, como um jeito de diminuir a colestase e a colangite.O transplante hepático é realizado somente em pacientes com cirrose avançada, sendo bem sucedido em quase todos os casos. Todavia, ocorre recidiva em cerca de 20% dos pacientes transplantados, havendo, algumas vezes, a necessidade de outro transplante.Leia mais sobre Colangite:Colangite ascendenteColangite Esclarosante secundáriaFontes:http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?85http://pt.wikipedia.org/wiki/Colangitehttp://www.medicinageriatrica.com.br/2007/10/05/colangite-aguda/http://www.hepcentro.com.br/colangite_esclerosante.htmhttp://www.medstudents.com.br/original/revisao/cep/introd.htmhttp://www.scielo.br/pdf/rsbmt/v38n5/a15v38n5.pdf