Colangite Esclerosante Primária Açu RN

Informações sobre Colangite Esclerosante Primária em Açu. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Colangite Esclerosante Primária e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Açu.

Clínica Santa Cecília
(84) 3331-2404
Rua Doutor Luiz Carlos 3384
Açu, Rio Grande do Norte
 
Policlínica do Açu
(84) 3331-2989
Rua 24 de Junho
Açu, Rio Grande do Norte
 
Endos
(84) 3222-3439
Rua Manoel Machado 359
Natal, Rio Grande do Norte
 
Uniclínica Unidade Int Saúde
(84) 3211-4075
Avenida Rodrigues Alves 1271 ap 1101
Natal, Rio Grande do Norte
 
Clínica Menino Jesus
(84) 3272-3362
Avenida Tenente Cordeiro 81
Parnamirim, Rio Grande do Norte
 
Clínica Oitava Rosado
(84) 3331-4994
Rua Senador João Câmara 1304
Açu, Rio Grande do Norte
 
Walter Pastor Rueda Arce
(84) 3331-4337
Rua Sinhazinha Wanderley 900
Açu, Rio Grande do Norte
 
Clínica de Reprodução Humana
(84) 3211-3515
Rua Otávio Lamartine 558
Natal, Rio Grande do Norte
 
Clínica Tirol
(84) 3221-0322
Avenida Rodrigues Alves 1155
Natal, Rio Grande do Norte
 
Reumoclinica
(84) 3611-0294
Avenida Rodrigues Alves 1179
Natal, Rio Grande do Norte
 

Colangite Esclerosante Primária

A colangite esclerosante primária é relativamente rara, afetando aproximadamente de 10 a 40 pessoas em 1 milhão. Acomete mais frequentemente homens do que mulheres (2:1), com idade média de 43 anos.Sua fisiopatogenia ainda não foi completamente elucidada. Sabe-se que por algum motivo ocorre inflamação dos ductos biliares, tanto no interior quanto no exterior do fígado. Com o tempo, esta inflamação gera cicatrizes, que acabam por obstruir esses canais. Deste modo, há o acúmulo de bile no ambiente hepático, resultando em cirrose e hipertensão portal. As chances de surgirem neoplasias malignas nas vias biliares é muito mais elevada do que na população em geral.Inicialmente, as manifestações clínicas são bem variadas. Primeiramente, os sintomas apresentados são os de colite (diarréia, dores abdominais, perda de peso, sangue ou muco nas fezes). Outros sintomas são fadiga, prurido, febre, vindo acompanhada de alguns sinais clínicos, como aumento hepático e esplênico, hiperpigmentação da pele e xantomas.O diagnóstico geralmente é feito por colangiografia. A biópsia hepática normalmente evidencia elevação da fosfatase alcalina e as transaminases; ao passo que a doença avança, as bilirribunas também podem encontrar-se aumentadas.Mesmo que a biópsia seja um método invasivo, pode ser de grande utilidade não apenas no diagnóstico, mas também no prognóstico da doença. Contudo, a afecção pode variar em diferentes pontos do fígado, enfraquecendo a eficácia do exame.O tratamento pode ser feito com o uso de ácido usodeoxicólico (UDCA), que é um variante de sais biliares, que apresentam a particularidade de ser mais hidrofílico que a maior parte dos sais biliares encontrados na bile. A dose normalmente utilizada é de 10-15 mg/kg/dia dividida em 3 ou 4 vezes ao dia.Existe também a opção do tratamento endoscópico, por meio da dilatação das artérias estenosadas, com balão ou prótese (stent). Este método tem sido utilizado em pacientes que apresentam episódios recorrentes de piora clínica, como um jeito de diminuir a colestase e a colangite.O transplante hepático é realizado somente em pacientes com cirrose avançada, sendo bem sucedido em quase todos os casos. Todavia, ocorre recidiva em cerca de 20% dos pacientes transplantados, havendo, algumas vezes, a necessidade de outro transplante.Leia mais sobre Colangite:Colangite ascendenteColangite Esclarosante secundáriaFontes:http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?85http://pt.wikipedia.org/wiki/Colangitehttp://www.medicinageriatrica.com.br/2007/10/05/colangite-aguda/http://www.hepcentro.com.br/colangite_esclerosante.htmhttp://www.medstudents.com.br/original/revisao/cep/introd.htmhttp://www.scielo.br/pdf/rsbmt/v38n5/a15v38n5.pdf