Clínicas de Estética Palmeira dos Índios AL

Encontre neste guia as clínicas de cirurgia plástica de Palmeira dos Índios. Saiba aonde estão os cirurgiões plásticos de sua região, aproveite e leia nossos artigos sobre procedimentos cirúrgicos, vantagens e desvantagens, riscos, períodos de repouso pós-cirurgia, etc.

Espaço Terapêutico Orientar
(91) 3246-6147
Pass Alberto Engelhard 26
Belém, Pará
 
Locatelli Cosméticos e Estética
(91) 3224-6846
Tv 14 de Março 2105
Belém, Pará
 
V S Dermatologia & Estética Médica
(91) 3073-1000
Avenida Tavares Bastos, 290 Alm Barroso/P. Álvares Cabral
Belém, Pará
 
Clínica Estética Oriental
(91) 3032-6444
Vila Mauriti 1502
Belém, Pará
 
Deppilaser
(82) 3232-4949
Avenida Menino Marcelo
Maceió, Alagoas
 
Silhouette
(91) 3276-4974
Avenida Doutor Freitas 3042
Belém, Pará
 
Esthetic Center
(91) 3222-7383
Tv Pombal 25
Belém, Pará
 
Centro de Estética Bete Rodrigues
(91) 3230-5524
Rua Henrique Gurjão 270
Belém, Pará
 
Santa Pelle Estética
(82) 3371-2022
Rua Doutor Abelardo Pontes Lima, 63
Maceió, Alagoas
 
Bioestética
(82) 3033-0166
Rua Doutor José Afonso de Melo, 68 Ed Harmony
Maceió, Alagoas
 

Clínicas de Estética

Estética é uma palavra com origem no termo grego aisthetiké, que significa “aquele que nota, que percebe”. Estética é a conhecida como a filosofia da arte, ou estudo que determina o caráter daquilo que é belo nas produções naturais e artísticas.

A estética é uma ciência que remete para a beleza e também aborda o sentimento que alguma coisa bela desperta dentro de cada um de nós.

Como está intimamente ligada ao conceito de beleza, existem vários centros ou clínicas de estética, onde pessoas podem fazer vários tratamentos com o objetivo de melhorar a sua aparência física.

Estética na filosofia
A estética também é conhecida como a filosofia do belo e originalmente o termo designava a teoria do conhecimento sensível (estesiologia). O seu significado atual foi introduzido por A.G. Baumgarten para designar o que na sua época se denominava "crítica do gosto".

A filosofia se interrogou em todas as épocas acerca da essência do belo, problema central da estética. Para Platão, o belo se identifica com o bom, e toda a estética idealista parte dessa concepção platônica. A estética de Aristóteles assenta sobre princípios realistas: a teoria da imitação e a catarse.

A estética neoplatônica, representada por Plotino, ressurge na Renascença, especialmente com A.A.C. Shaftesbury (escola inglesa do sentimento moral) e se repete em algumas direções do idealismo romântico, que interpretam o belo como manifestação do espírito em que este se desdobra. O classicismo francês (Descartes e Boileau-Despréaux) se mantém na linha traçada por Aristóteles, embora o racionalismo introduza os conceitos de "claridade" e "distinção" como os critérios de beleza, aos quais J. B Du Bos agrega o da pureza dos afetos.

O século XVIII representa o ponto culminante na história da estética. Os ingleses analisaram a impressão estética e distinguiram entre a beleza experimentada de modo imediato e a beleza relativa, determinada, por certos fins, separando igualmente o belo do "sublime" (E. Burke).

Na Crítica do Juízo, Kant estabeleceu o caráter a priori do juízo estético, definindo o belo como uma "finalidade sem fim" e chamando estética transcendental à "ciência de todos os princípios a priori da sensibilidade". O classicismo alemão se alimentou destes princípios kantianos (Schiller, Goethe, W. Von Humboldt). No século XIX, G.T. Fechner fundou a estética indutiva ou experimental, que opôs à estética especulativa. Esta incidência psicológica foi desenvolvida por O. Külpe e E. Meumann, entre outros, e logo se foi ampliando até incluir pontos de vista biológicos, antropológicos e sociológicos.

Na estética contemporânea, é importante salientar duas tendências: a ontológica-metafísica, que desloca radicalmente a categoria do belo, substituindo-a pela do verdadeiro ou do verídico; e a tendência histórico-sociológica, que estuda a obra de arte entendida fundamentalmente como documento e manifestação do trabalho do homem, analisada no seu próprio âmbito sócio-histórico.