Clínicas de Estética Arraial do Cabo RJ

Encontre neste guia as clínicas de cirurgia plástica de Arraial do Cabo. Saiba aonde estão os cirurgiões plásticos de sua região, aproveite e leia nossos artigos sobre procedimentos cirúrgicos, vantagens e desvantagens, riscos, períodos de repouso pós-cirurgia, etc.

Priscila Pereira de Oliveira
(22) 2648-8197
Rua Formosa 41
Cabo Frio, Rio de Janeiro
 
Deuird Daniel Ribeiro
(22) 2648-0978
Avenida Contorno 85 cais 01
Cabo Frio, Rio de Janeiro
 
Hospital Dr Payot
(21) 2553-7248
Rua Fernando Osório 15
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 
Esthetic Rio
(21) 2450-2718
Avenida Ministro Edgard Romero 236 s 319
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 
Korper Medicina e Estética
(21) 2568-5929
Rua Conde de Bonfim 344 bl 01 s 1108
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 
Fernanda Melo Salão de Beleza
(22) 2646-4909
Rua José Paes Abreu 646 c
Cabo Frio, Rio de Janeiro
 
Marieta Conceição Paiva Teixeira
(24) 3354-0740
Rua Francisco Pereira Viana 201
Resende, Rio de Janeiro
 
Monique Gracielle
(21) 2668-0601
Rua Francisca de Melo 59
Nova Iguaçu, Rio de Janeiro
 
Bellaforma
(21) 2412-0938
Rua Coronel Agostinho 76
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 
Galery Clínica Estética e Beleza
(21) 2605-6650
Avenida Presidente Kennedy 15 c 1
São Gonçalo, Rio de Janeiro
 

Clínicas de Estética

Estética é uma palavra com origem no termo grego aisthetiké, que significa “aquele que nota, que percebe”. Estética é a conhecida como a filosofia da arte, ou estudo que determina o caráter daquilo que é belo nas produções naturais e artísticas.

A estética é uma ciência que remete para a beleza e também aborda o sentimento que alguma coisa bela desperta dentro de cada um de nós.

Como está intimamente ligada ao conceito de beleza, existem vários centros ou clínicas de estética, onde pessoas podem fazer vários tratamentos com o objetivo de melhorar a sua aparência física.

Estética na filosofia
A estética também é conhecida como a filosofia do belo e originalmente o termo designava a teoria do conhecimento sensível (estesiologia). O seu significado atual foi introduzido por A.G. Baumgarten para designar o que na sua época se denominava "crítica do gosto".

A filosofia se interrogou em todas as épocas acerca da essência do belo, problema central da estética. Para Platão, o belo se identifica com o bom, e toda a estética idealista parte dessa concepção platônica. A estética de Aristóteles assenta sobre princípios realistas: a teoria da imitação e a catarse.

A estética neoplatônica, representada por Plotino, ressurge na Renascença, especialmente com A.A.C. Shaftesbury (escola inglesa do sentimento moral) e se repete em algumas direções do idealismo romântico, que interpretam o belo como manifestação do espírito em que este se desdobra. O classicismo francês (Descartes e Boileau-Despréaux) se mantém na linha traçada por Aristóteles, embora o racionalismo introduza os conceitos de "claridade" e "distinção" como os critérios de beleza, aos quais J. B Du Bos agrega o da pureza dos afetos.

O século XVIII representa o ponto culminante na história da estética. Os ingleses analisaram a impressão estética e distinguiram entre a beleza experimentada de modo imediato e a beleza relativa, determinada, por certos fins, separando igualmente o belo do "sublime" (E. Burke).

Na Crítica do Juízo, Kant estabeleceu o caráter a priori do juízo estético, definindo o belo como uma "finalidade sem fim" e chamando estética transcendental à "ciência de todos os princípios a priori da sensibilidade". O classicismo alemão se alimentou destes princípios kantianos (Schiller, Goethe, W. Von Humboldt). No século XIX, G.T. Fechner fundou a estética indutiva ou experimental, que opôs à estética especulativa. Esta incidência psicológica foi desenvolvida por O. Külpe e E. Meumann, entre outros, e logo se foi ampliando até incluir pontos de vista biológicos, antropológicos e sociológicos.

Na estética contemporânea, é importante salientar duas tendências: a ontológica-metafísica, que desloca radicalmente a categoria do belo, substituindo-a pela do verdadeiro ou do verídico; e a tendência histórico-sociológica, que estuda a obra de arte entendida fundamentalmente como documento e manifestação do trabalho do homem, analisada no seu próprio âmbito sócio-histórico.