Clínica de Estética Arraial do Cabo RJ

Encontre Clínica de Estética em Arraial do Cabo. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Fernanda Melo Salão de Beleza
(22) 2646-4909
Rua José Paes Abreu 646 c
Cabo Frio, Rio de Janeiro
 
Priscila Pereira de Oliveira
(22) 2648-8197
Rua Formosa 41
Cabo Frio, Rio de Janeiro
 
Bella Estética Corporal e Facial
(21) 2298-2150
Rua Conde de Bonfim 369 s 904
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 
Clínica Vitapelle
(21) 2274-2534
Avenida Ataulfo de Paiva 566 lj 304
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 
Md Estética
(21) 2205-5115
Rua do Catete 310 s 704
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 
Deuird Daniel Ribeiro
(22) 2648-0978
Avenida Contorno 85 cais 01
Cabo Frio, Rio de Janeiro
 
Clínica Plasbel
(21) 2521-9352
Rua Francisco Sá 23 s 1103
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 
Corpo Physio
(21) 2619-1826
Avenida Professor Florestan Fernandes 1625 lj 02
Niterói, Rio de Janeiro
 
Bela Forma Medicina Estética
(21) 2443-8286
Estrada 3 Rios 200 bl 03 lj 104
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 
Studio de Pilates Camila Macedo
(21) 2214-3659
Rua Santo Afonso 110 s 406
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 

Clínicas de Estética

Estética é uma palavra com origem no termo grego aisthetiké, que significa “aquele que nota, que percebe”. Estética é a conhecida como a filosofia da arte, ou estudo que determina o caráter daquilo que é belo nas produções naturais e artísticas.

A estética é uma ciência que remete para a beleza e também aborda o sentimento que alguma coisa bela desperta dentro de cada um de nós.

Como está intimamente ligada ao conceito de beleza, existem vários centros ou clínicas de estética, onde pessoas podem fazer vários tratamentos com o objetivo de melhorar a sua aparência física.

Estética na filosofia
A estética também é conhecida como a filosofia do belo e originalmente o termo designava a teoria do conhecimento sensível (estesiologia). O seu significado atual foi introduzido por A.G. Baumgarten para designar o que na sua época se denominava "crítica do gosto".

A filosofia se interrogou em todas as épocas acerca da essência do belo, problema central da estética. Para Platão, o belo se identifica com o bom, e toda a estética idealista parte dessa concepção platônica. A estética de Aristóteles assenta sobre princípios realistas: a teoria da imitação e a catarse.

A estética neoplatônica, representada por Plotino, ressurge na Renascença, especialmente com A.A.C. Shaftesbury (escola inglesa do sentimento moral) e se repete em algumas direções do idealismo romântico, que interpretam o belo como manifestação do espírito em que este se desdobra. O classicismo francês (Descartes e Boileau-Despréaux) se mantém na linha traçada por Aristóteles, embora o racionalismo introduza os conceitos de "claridade" e "distinção" como os critérios de beleza, aos quais J. B Du Bos agrega o da pureza dos afetos.

O século XVIII representa o ponto culminante na história da estética. Os ingleses analisaram a impressão estética e distinguiram entre a beleza experimentada de modo imediato e a beleza relativa, determinada, por certos fins, separando igualmente o belo do "sublime" (E. Burke).

Na Crítica do Juízo, Kant estabeleceu o caráter a priori do juízo estético, definindo o belo como uma "finalidade sem fim" e chamando estética transcendental à "ciência de todos os princípios a priori da sensibilidade". O classicismo alemão se alimentou destes princípios kantianos (Schiller, Goethe, W. Von Humboldt). No século XIX, G.T. Fechner fundou a estética indutiva ou experimental, que opôs à estética especulativa. Esta incidência psicológica foi desenvolvida por O. Külpe e E. Meumann, entre outros, e logo se foi ampliando até incluir pontos de vista biológicos, antropológicos e sociológicos.

Na estética contemporânea, é importante salientar duas tendências: a ontológica-metafísica, que desloca radicalmente a categoria do belo, substituindo-a pela do verdadeiro ou do verídico; e a tendência histórico-sociológica, que estuda a obra de arte entendida fundamentalmente como documento e manifestação do trabalho do homem, analisada no seu próprio âmbito sócio-histórico.