Ceratocisto odontogênico Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo

Informações sobre Ceratocisto odontogênico em Cachoeiro de Itapemirim. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento do Ceratocisto odontogênico e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Cachoeiro de Itapemirim.

Umanila Centro Clínico
(28) 3511-0590
Praça Jerônimo Monteiro 101 s 401
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
 
Hospital e Maternidade Tocantins
(63) 3467-1367
Praça Deputado José de Assis 1242
Presidente Kennedy, Tocantins
 
Marcos Bastos Barbosa
Av Francisco Lacerda de Aguiar 10 - 306 Ed Paster
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Franklin Wilson Novaes
(28) 3522-4139
Av Francisco Lacerda de Aguiar 26
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gediao Cesar Seraphim
(28) 3522-8988
Av Rui Barbosa 55 - 2 Andar
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Hospital Infantil Francisco de Assis
(28) 2101-5656
Rua Coronel Guardia 62
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
 
Hospital e Maternidade do Tocantins
(63) 3467-1211
Rua Manoel Batista Ferreira 1 qd 3 lt 1
Presidente Kennedy, Tocantins
 
Gilberto Dian de Almeida
(28) 3521-2024
R Antonio Caetano Gonçalves 02 - 55
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Maria Eugenia de Azevedo
(28) 3522-1203
Av Pinheiro Junior 156 - Ed Sta Rosa
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Carlos Eduardo Noronha Dutra
(28) 3522-8988
Av Rui Barbosa 55 - 2 Andar
Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Ceratocisto odontogênico

O ceratocisto odontogênico consiste em um cisto benigno, porém com comportamento clínico agressivo, caracterizando-se pelo seu crescimento acelerado e tendência a invadir os tecidos adjacentes, incluindo os ossos.Foi descrito primeiramente no ano de 1876; todavia foi nomeado por Phillipsen apenas no ano de 1956.Alguns pesquisadores acreditam que o ceratocisto odontogênico seja resultante de restos celulares da lâmina dental, e seu surgimento parece estar associado a fatores não elucidados, ligados ao próprio epitélio ou à atividade enzimática na parede cística.Este tumor pode ser observado em indivíduos de todas as idades; todavia, aproximadamente 60% dos casos são observados entre os 10 aos 40 anos de idade. Entre 60% a 80% dos casos, há o acometimento da mandíbula, sendo que este tipo de tumoração tende a crescer em sentido ântero-posterior, no interior do canal medular. Costumam não causar sintomas, porém, como apresentam grandes dimensões, habitualmente levam à assimetria facial. Mesmo em lesões extensas, o ceratocisto odontogênico pode ser assintomático, mas também pode estar presentes dor e edema.O diagnóstico é feito por meio de exames de imagem e análise histológica. Dentre os primeiros estão radiografia e tomografia computadorizada. Esta última, por sua vez, é indispensável para o planejamento da cirurgia, pois apresenta a lesão com detalhes. No entanto, a tomografia é recomendada apenas para casos de lesões extensas.A confirmação do diagnóstico é alcançada somente após a análise histológica. No corte histopatológico é possível observar epitélio estratificado pavimentoso queratinizado uniforme, com uma espessura que varia entre 6 a 8 camadas de células, apresentando camada basal bem delimitada com células colunares ou cuboides, cápsula fibrosa delgada e friável formada por mucopolissacarídeos.O tratamento do ceratocisto odontogênico é igual ao tratamento de outros tipos de cistos, feito por meio da enucleação e curetagem, bem como a descompressão em casos de extensas lesões. Para prevenir o reaparecimento das lesões, são realizados procedimentos preventivos, como a cauterização química da cavidade óssea com solução de Carnoy após a retirada do cisto, marsupialização e crioterapia.O ceratocisto odontogênico pode recidivar. Deste modo, é importante que o paciente faça um controle semestralmente ou anualmente. É estabelecido um período de cinco anos; contudo, existem casos de recidiva após 40 anos da remoção do primeiro cisto.Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Ceratocisto_odontog%C3%AAnicohttp://www2.uefs.br:8081/sitientibus/pdf/34/caratocistos_odontogenico.pdfhttp://www.hse.rj.saude.gov.br/profissional/revista/36c/oral36.asphttp://boasaude.uol.com.br/realce/showdoc.cfm?libdocid=15345&ReturnCatID=20035