Caxumba Espigão D'Oeste RO

Informações sobre Caxumba em Espigão D'Oeste. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Caxumba e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Espigão D'Oeste.

Clínica Santa Rita
(69) 3451-2893
Avenida Presidente Dutra 276
Pimenta Bueno, Rondônia
 
Hospital São Marco
(69) 3481-2370
Avenida 7 de Setembro 2888
Espigão do Oeste, Rondônia
 
Unidade Mista de Saúde
(69) 3912-8052
Rua Paraná 3357
Espigão do Oeste, Rondônia
 
Hospital e Maternidade Municipal Ana Neta
(69) 3451-2649
Avenida JK 62
Pimenta Bueno, Rondônia
 
Hospital e Maternidade São Francisco
(69) 3451-2935
Rua Castelo Branco 567
Pimenta Bueno, Rondônia
 
Hospital Memorial
(69) 3481-2874
Rua Acre 2926
Espigão do Oeste, Rondônia
 
Hospital e Maternidade São Lucas
(69) 3481-2682
Rua Matriz 2332
Espigão do Oeste, Rondônia
 
Hospital e Maternidade Princesa Isabel
(69) 3451-2473
Avenida Flávio da Silva Dalton 728
Pimenta Bueno, Rondônia
 
Hospital e Maternidade São Mateus
(69) 3451-3739
Avenida Presidente Dutra 341
Pimenta Bueno, Rondônia
 
Unidade Mista de Saúde de Pimenta Bueno
(69) 3451-2649
Avenida JK 62
Pimenta Bueno, Rondônia
 

Caxumba

A caxumba, também conhecida como parotidite infecciosa ou papeira, é uma doença viral caracterizada pela infecção de uma ou mais glândula salivares, geralmente a parótida. Tem como agente etiológico um vírus da família Paramyxoviridae, gênero Rubulavirus.É uma doença altamente contagiosa, sendo que a transmissão se dá, basicamente, por via aerógena. O vírus também pode ser transmitido verticalmente (da mãe para o filho durante a gestação), podendo resultar em abortos espontâneo no primeiro trimestre de gravidez.O período de incubação desse vírus é de 12 a 24 dias. Ele penetra pela cavidade oral e alcança a glândula parótida, local onde ocorre a multiplicação primária dele, viremia e migração para os testículos, ovários, pâncreas, tireóide, cérebro, próstata, fígado, baço e timo. A multiplicação também pode ocorrer no epitélio respiratório, viremia e migração para as glândulas salivares e outros órgãos.O sinal clínico mais característico é o aumento não supurativo de uma ou ambas as glândulas salivares parótidas, e também das outras glândulas salivares, sendo que outros órgãos também podem ser acometidos. Esse inchaço resulta em dor local e o paciente também pode apresentar febre, cefaléia, amidalite e dores no testículo em 20% dos casos. Um terço das infecções por esse vírus são assintomáticas.Quando o tratamento é feito de forma displicente, geralmente em adolescentes e adultos, pode haver um comprometimento do sistema nervoso central (meningoencefalite) e testículos (orquiepididimite), podendo resultar em surdez e esterilidade (apenas em indivíduos do sexo masculino durante ou após a puberdade).O diagnóstico é clínico, complementado por exames laboratoriais, como detecção de anticorpos (sorologia), imunofluorescência, cultura viral e imunoensaio enzimático.Não existe um tratamento específico para a caxumba, é feito apenas uma terapia suporte. A prevenção se dá através da vacinação. É feita com a MMR (tríplice viral) entre 12 a 15 meses de vida (1° dose), 4 a 6 anos (2° dose) e 11 a 12 anos (3° dose). Confere imunidade de 97% contra a infecção natural. Os anticorpos da mãe protegem os filhos durante os primeiros seis meses de vida.Fontes:http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?645http://pt.wikipedia.org/wiki/Parotidite_infecciosahttp://www.copacabanarunners.net/caxumba.html