Cardiomiopatia Periparto Castro Alves BA

Informações sobre Cardiomiopatia Periparto em Castro Alves. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento de Cardiomiopatia Periparto e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Castro Alves.

Joao Apostolo Barreto
(75) 3631-2663
Av Roberto Santos S/N Sala 301 - Shopping Itaguari
Santo Antonio de Jesus, Bahia
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Sergio Tapioca Bastos
(75) 3631-3850
Praça Félix Gaspar s/n
Santo Antonio de Jesus, Bahia
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gilson Andrade
(75) 3631-3400
Rua Landulfo Alves S/N S/ 111 - 113 115
Santo Antonio de Jesus, Bahia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Fundação Bahiana de Cardiologia
(71) 2102-8500
Rua das Hortênsias 326
Salvador, Bahia
 
Só Mocor
(71) 3245-4540
Avenida Anita Garibaldi 1051 sl 204
Salvador, Bahia
 
Valmor Cajaiba Dias
(75) 3631-2781
Rua a Quinta do Ingles S/ 103 - 87
Santo Antonio de Jesus, Bahia
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Fernando Carlos P de Queiroz Filho
(75) 3631-4310
Av Roberto Stos S/N - Shop Itaguari S301
Santo Antonio de Jesus, Bahia
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Clínica do Coração
(71) 3358-4283
Rua Altino Serbeto de Barros 119 s 905
Salvador, Bahia
 
Ira Cardoso
(71) 3245-5886
Rua Barão de Loreto 254 sl 804
Salvador, Bahia
 
Cárdio Pulmonar
(71) 3203-2200
Avenida Anita Garibaldi 2199
Salvador, Bahia
 
Dados Divulgados por

Cardiomiopatia Periparto

A cardiomiopatia periparto, também chamada de miocardiopatia periparto, é definida como uma doença rara, caracterizada por alterações do ventrículo esquerdo e manifestações de insuficiência cardíaca, que surgem no período periparto ou puerpério.Esta desordem, de etiologia ainda desconhecida, foi descrita pela primeira vez no ano de 1849, por Ritchie. Embora a causa ainda seja incerta, alguns pesquisadores acreditam que certos fatores podem precipitar o aparecimento desta condição, como hereditariedade, idade materna avançada, hipertensão arterial, deficiência de selênio, multiparidade, resposta imune anormal à gravidez, citocinas ativadas pelo estresse, distúrbios hormonais e tocólise prolongada.Uma vez que está síndrome é rara, os valores de incidência da mesma variam de 1:1.300 a 1:15.000 indivíduos nascidos vivos, sendo observadas diferenças regionais significativas, com maior incidência em alguns países africanos e no Haiti.As manifestações clínicas são similares às observadas em pacientes com insuficiência cardíaca decorrentes de outras causas. No entanto, é importante frisar que muitas gestantes podem apresentar, no final da gestação, dispneia, fadiga, edema de membros inferiores, que são sintomas similares aos apresentados em quadros de insuficiência cardíaca congestiva (ICC); todavia, a dispneia paroxística noturna indica que provavelmente há uma descompensação cardíaca.O diagnóstico habitualmente é feito com base nos seguintes critérios:Surgimento de ICC no último trimestre da gestação ou até os últimos seis meses que precedem o parto;Exclusão de outros fatores que levem à ICC, como infecções e toxinas;Ausência de cardiopatia prévia.A realização de exames é útil para auxiliar na distinção da causa da ICC. Dentre esses exames estão: eletrocardiograma, radiografia torácica e ecocardiograma.O tratamento abrange uma restrição na dieta, mudanças no estilo de vida associadas ao tratamento farmacológico. É importante restringir a ingestão de sódio e de líquidos. Além disso, o uso de tabaco deve ser completamente cortado, bem como a realização de exercícios físicos regulares e perda de peso. Quando há alguma outra condição associada ao quadro, como diabetes mellitus, anemia, tireoidopatias ou deficiências nutricionais, a mesma deve ser tratada.O tratamento farmacológico é similar ao realizado em todos os quadros de ICC. No entanto, em decorrência da vulnerabilidade fetal, o uso de medicamentos deve ser feito com precaução. Como última opção existe a chance de realização do transplante cardíaco.Fontes:http://www.scielo.br/pdf/abc/v70n4/3346.pdfhttp://www.scielo.br/pdf/abc/v79n5/12992.pdfhttp://www.febrasgo.org.br/arquivos/femina/Femina2009/janeiro/Feminav37n1p13-8.pdf