Carcinogênese Transplacentária Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Informações sobre Carcinogênese Transplacentária em Campo Grande. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento de Carcinogênese Transplacentária e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Campo Grande.

Jesusmar Modesto Ramos
(67) 3324-3527
Av Afonso Pena 3504 - 9. Andarsala 92
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Synesio de Oliveira Borges
(67) 3383-3113
Barão do Rio Branco 55
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Erlon Klein
(67) 3025-1571
Rua São Paulo 919
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Clebio Pereira Vasconcellos
(67) 3384-2959
Rua 13 - de Maio 2286
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
James Camara Andrade
3324-2061
Rua Sao Paulo 68
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Erlon Klein
(67) 3025-1571
Rua São Paulo 919
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Ana Lucia Kiyomi Shimabuko Dobashi
(67) 3384-6194
Av. Mato Grosso 2209
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Tania Mara S Bertolotto
(67) 3029-6683
R Rua Barao do Rio Branco 1550
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Tsutomu Fukuchi
(67) 3326-1935
Rua Roncador 850
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Evandro Veiller Ferrari
(67) 3382-7095
Rua Xv Deovembro 1311
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Carcinogênese Transplacentária

A carcinogênese transplacentária consiste em uma série de alterações genotípicas e/ou fenotípicas ocorridas nas células fetais, em decorrência da exposição in útero a carcinógenos. Estas alterações são classificadas como malignas, uma vez que apresentam alto potencial metastático.Nas décadas de 1960 e 1970, estudos evidenciaram a ocorrência de câncer no início da vida, sendo esse um forte indício de que o desenvolvimento desta neoplasia iniciou-se durante a vida fetal.A placenta representa o principal sítio de transferência entre mãe e feto, sendo que o feto é exposto a todas as substâncias presentes na corrente sanguínea da mãe através dessa estrutura. Sendo assim, substâncias carcinogênicas presentes na circulação materna acabam alcançando a corrente sanguínea do feto.Dentre os diversos agentes carcinogênicos estão: radiação, produtos químicos e vírus. Atualmente, o aumento da incidência da exposição transabdominal do feto a formas de diagnóstico durante a gravidez, como, por exemplo, o raio-x tem levado a um aumento de neoplasias durante a infância. O fator viral como desencadeador de neoplasia durante a vida uterina gera controvérsias. Com relação aos produtos químicos, alguns comprovadamente levam à carcinogênese transplacentária, como é o caso do diestilstilbestrol. Estudos correlacionaram o surgimento de adenocarcinoma na vagina de meninas e mulheres jovens e a ingestão deste fármaco por suas mães durante a gestação. Outro exemplo é a nicotina. Ficou provado que a exposição a esta substância durante a gestação se liga aos receptores das células fetais, o que pode causar prejuízos, como desregulação de sinalizações vitais, de expressão ou de reparação.Durante os primeiros estágios gestacionais, as células fetais são mais sensíveis aos agentes carcinogênicos, pois nesse período a divisão celular é mais intensa e, além disso, as células ainda são indiferenciadas.Fontes:http://en.wikipedia.org/wiki/Transplacental_carcinogenesishttp://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1864063/pdf/procrsmed00039-0089.pdfhttp://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&langpair=en%7Cpt&u=http://en.wikipedia.org/wiki/Transplacental_carcinogenesis