Câncer no Colo de Útero São Gonçalo do Amarante RN

Informações sobre Câncer no Colo de Útero em São Gonçalo do Amarante. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento de Câncer no Colo de Útero e endereços e telefones de hospitais e clínicas em São Gonçalo do Amarante.

Francisco Edilson Leite P.Junior
(08) 4222-8577
R.Joao Virgilio Sw Miranda 553
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Natal Hospital Center
(84) 4009-1000
Afonso Pena 754
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Nilma Rodrigues da Silva
(84) 3615-0700
Rua Açu 441
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Maria Thereza de Araujo Fragoso
(84) 3211-3571
Av. Campos Sales 762
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Pedro Florencio dos Santos
(84) 3201-4887
Av. Presidente Bandeira 329
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Rochelle de Lima Farias
(84) 3211-8516
Rua Ciro Monteiro 1177
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Tereza M. F. C. Fontes
(84) 3201-8000
Rua Apodi 594
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Maria Goreth F Filgueira
(84) 3234-2208
Rua Ascenso Ferreira 1938
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Natal Hospital Center
(84) 4009-1000
Afonso Pena 754
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Maristela Marques Souto Falcao
(84) 3611-9727
Av. Afonso Pena 968
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Câncer no Colo de Útero

O câncer no colo de útero é caracterizado por alterações celulares no colo do útero feminino. Essas células anormais apresentam crescimento lento. São necessários anos para que as células anormais, que a princípio não são chamadas de câncer, e sim de displasias (células pré-cancerigenas), tornem-se células tumorais.Daí a importância do exame preventivo, ou Papanicolau, que é capaz de detectar as alterações celulares logo no inicio, pois consiste exatamente na coleta de material citológico, ou seja, de células da parte interna e externa do útero. Esse exame deve ser realizado anualmente (ou de acordo com a indicação médica) por mulheres que tenham iniciado sua vida sexual (ainda que não estejam ativas), sobretudo dos 25 aos 59 anos.Quando é detectada alguma alteração celular, o médico pode optar por uma colposcopia, um exame simples e indolor, que permite ao médico observar o colo uterino com visão aumentada e iluminada, a procura de lesões. Caso encontre alguma alteração, o médico pode optar por realizar uma biópsia, ou mesmo retirar toda a lesão, quando pequena. São dois os tipos de células cancerígenas nesse caso: o Carcinoma de células escamosas (responsável pela maioria dos casos), e o Adenocarcinomas (de menor incidência).A incidência do câncer de colo de útero é grande. Dentre os fatores de risco destaca-se a infecção por HPV (papilomavírus humano), vírus sexualmente transmissível. A maioria dos casos de câncer no colo do útero é causada por duas variedades de HPV (existem mais de 100 variedades). Felizmente, já existe uma vacina para os tipos de HPV causadores de câncer no colo do útero, embora a mesma ainda não seja fornecida pelo Sistema Único de Saúde.Devido ao lento crescimento das células anormais, os primeiros sintomas do câncer no colo do útero só aparecem quando a doença já progrediu. São eles: dor durante as relações, menstruação longa e em grande quantidade, pequenos sangramentos fora da época, após relações sexuais, exames ginecológicos ou ainda após a menopausa, e corrimento.O tratamento utilizado depende de cada caso, e principalmente da precocidade do diagnóstico. A cirurgia pode ser indicada, tanto para retirar ou destruir apenas a região afetada (criocirurgia, cirurgia a laser ou conização), ou, em casos mais avançados, retirar o colo e o útero (histerectomia), entre outras. Radioterapia e quimioterapia também são utilizadas.Os índices de cura e de sobrevida variam de acordo com a precocidade do diagnóstico.