Câncer no Colo de Útero Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Informações sobre Câncer no Colo de Útero em Campo Grande. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento de Câncer no Colo de Útero e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Campo Grande.

Jesusmar Modesto Ramos
(67) 3324-3527
Av Afonso Pena 3504 - 9. Andarsala 92
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Synesio de Oliveira Borges
(67) 3383-3113
Barão do Rio Branco 55
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Tercio Ferreira Zampiere de Oliveira
(67) 3384-6615
Rua Antonio Maria Coelho 1977
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Vilma Cubel Goncalves
(67) 3384-7515
Quinze Deovembro 1017
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Alexandre Casali Neto
(67) 3321-3936
Rua Doutor Arthur Jorge 1096
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Erlon Klein
(67) 3025-1571
Rua São Paulo 919
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Newton Ishikawa
(67) 3321-0331
Rua Rui Barbosa 3224
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Tsutomu Fukuchi
(67) 3326-1935
Rua Roncador 850
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Alcione Italo Balsanelli Junior
(67) 3323-1800
Rua Padre Joao Crippa 1098
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Ana Lucia Kiyomi Shimabuko Dobashi
(67) 3384-6194
Av. Mato Grosso 2209
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
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Câncer no Colo de Útero

O câncer no colo de útero é caracterizado por alterações celulares no colo do útero feminino. Essas células anormais apresentam crescimento lento. São necessários anos para que as células anormais, que a princípio não são chamadas de câncer, e sim de displasias (células pré-cancerigenas), tornem-se células tumorais.Daí a importância do exame preventivo, ou Papanicolau, que é capaz de detectar as alterações celulares logo no inicio, pois consiste exatamente na coleta de material citológico, ou seja, de células da parte interna e externa do útero. Esse exame deve ser realizado anualmente (ou de acordo com a indicação médica) por mulheres que tenham iniciado sua vida sexual (ainda que não estejam ativas), sobretudo dos 25 aos 59 anos.Quando é detectada alguma alteração celular, o médico pode optar por uma colposcopia, um exame simples e indolor, que permite ao médico observar o colo uterino com visão aumentada e iluminada, a procura de lesões. Caso encontre alguma alteração, o médico pode optar por realizar uma biópsia, ou mesmo retirar toda a lesão, quando pequena. São dois os tipos de células cancerígenas nesse caso: o Carcinoma de células escamosas (responsável pela maioria dos casos), e o Adenocarcinomas (de menor incidência).A incidência do câncer de colo de útero é grande. Dentre os fatores de risco destaca-se a infecção por HPV (papilomavírus humano), vírus sexualmente transmissível. A maioria dos casos de câncer no colo do útero é causada por duas variedades de HPV (existem mais de 100 variedades). Felizmente, já existe uma vacina para os tipos de HPV causadores de câncer no colo do útero, embora a mesma ainda não seja fornecida pelo Sistema Único de Saúde.Devido ao lento crescimento das células anormais, os primeiros sintomas do câncer no colo do útero só aparecem quando a doença já progrediu. São eles: dor durante as relações, menstruação longa e em grande quantidade, pequenos sangramentos fora da época, após relações sexuais, exames ginecológicos ou ainda após a menopausa, e corrimento.O tratamento utilizado depende de cada caso, e principalmente da precocidade do diagnóstico. A cirurgia pode ser indicada, tanto para retirar ou destruir apenas a região afetada (criocirurgia, cirurgia a laser ou conização), ou, em casos mais avançados, retirar o colo e o útero (histerectomia), entre outras. Radioterapia e quimioterapia também são utilizadas.Os índices de cura e de sobrevida variam de acordo com a precocidade do diagnóstico.