Câncer de Tireóide São Cristóvão SE

Informações sobre Câncer de Tireóide em São Cristóvão. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento de Câncer de Tireóide e endereços e telefones de hospitais e clínicas em São Cristóvão.

Aecio Costa Cavalcanti
(79) 3214-6309
Av Goncalo Prado Rolemberg 211 - Sala 503
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Libania Santos Silva Alves de Oliveira
(79) 3212-7243
Av Goncalo Prado Rolemberg 211 - Sls 309 e 310
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Simone Driesel Bittencourt
(79) 3304-1000
R. Const. João Alves 228
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Edvan Correia Fonseca
(79) 3043-0512
Rua Laura Fontes 227 - Proximo a Praça da Impressa
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Hildebrando Gois Barreto Filho
(79) 3211-3220
Pc Praca da Bandeira 465 - Sala 405 Ed. Clinical Center
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Anselmo Mariano Fontes
(79) 3234-1000
Construtor Joao Alves 228 - Onco Hematos / Cemise
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Luiz Alberto Cancio Bulhoes
(79) 3246-6513
Av Goncalo Prado Rollemberg 211 - Sala 406 B
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Roberto Queiroz Gurgel
(79) 3234-1070
Rua Construtor Joao Alves 228
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Josilda Ferreira Cruz
(79) 3234-1000
Rua Construtor Joao Alves 228 - Cemise
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Domingos Savio F. Costa
(79) 2107-6400
Av. Goncalo Rolemberg Leite 1490
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
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Câncer de Tireóide

O câncer de tireoide é a neoplasia maligna mais comum da região da cabeça e do pescoço. Acomete mais frequentemente as mulheres do que os homens, com idade entre 25 a 65 anos.Os tipos mais comuns de câncer de tireoide são:Carcinomas papilífero: corresponde a 70-80% dos casos de neoplasias de tireoide e trata-se de um tumor pouco agressivo, de evolução lenta. Habitualmente, seu diagnóstico é feito durante um exame de rotina e responde bem ao tratamento. Nos casos de metástase, os linfonodos são os primeiros a serem acometidos.Carcinoma folicular: tipicamente manifesta-se após os 35 anos de idade e apresenta maior risco de recidivas e metástases. Nos quadros mais avançados, os primeiros órgãos onde as células neoplasias se disseminam são os pulmões e os ossos.Carcinoma medular: corresponde a cerca de 5% dos casos de câncer de tireoide. Normalmente é um tumor mais agressivo, associado com algumas síndromes genéticas e que libera uma proteína que ocasiona a calcificação dos ossos.Carcinoma anaplásico: corresponde a 2% dos casos de câncer de tireoide. Apresenta rápido crescimento, alcançando órgãos distantes rapidamente, como o fígado, pulmões e ossos.Existem certos fatores que estão relacionados com os casos de neoplasia de tireoide, como: exposição à radiação na região cervical em decorrência de tratamentos prévios, devido à profissão, ou ainda sobreviventes de acidentes nucleares; determinadas síndromes genéticas; histórico familiar da patologia ou de bócio.Os tipos folicular e papilífero habitualmente são assintomáticos no início. Quando as manifestações clínicas começam a surgir, o mais evidente é o nódulo palpável ou visível na região da tireoide ou cervical. Quando a doença está avançada, pode haver linfadenomegalia, bem como aumento do volume cervical, rouquidão, tosse persistente, dificuldade de deglutição ou respiração e dor de garganta que não passa.O diagnóstico do câncer de tireoide leva em consideração os achados clínicos durante a palpação cervical, evidenciando aumento da tireoide e/ou dos linfonodos cervicais. Exames de imagem também são úteis, uma vez que somente uma pequena parcela de nódulos é palpável, como ultrassonografia, ressonância magnética e cintilografia. Contudo, a confirmação é feita somente através de uma biópsia de aspiração com agulha fina que aponta se há a presença de células neoplásicas.Durante o diagnóstico é feito o estadiamento do câncer, que serve para determinar o tamanho do tumor, sua localização, se há metástase e, caso haja, para quais órgãos. O estadiamento do câncer de tireoide vai do I ao IV.Geralmente, o tratamento do câncer de tireoide é cirúrgico, levando em conta o estadiamento da doença. Caso haja o comprometimento dos linfonodos cervicais, os mesmos devem ser removidos. Após quatro a seis semanas de realizada a cirurgia, o paciente recebe doses terapêuticas de iodo radioativo para eliminar qualquer tecido neoplásico que, porventura, tenha permanecido no local, evitando, deste modo, metástase.Nos casos em que não há resposta ao tratamento dos carcinomas papilíferos e foliculares, existe a opção de realização de terapêutica antiangiogênica, a qual bloqueia a formação de novos vasos sanguíneos, impedindo assim a nutrição das células tumorais. Por conseguinte, recomenda-se a reposição hormonal com levotiroxina por via oral para substituição dos hormônios que pararam de ser sintetizados pela tireoide. Em casos de neoplasias mais agressivas, como nos casos dos carcinomas medular e anaplásico, recomenda-se radioterapia associada ou não com quimioterapia.Fontes:http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=2187http://www.inca.gov.br/rbc/n_48/v02/pdf/condutas1.pdfhttp://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?807http://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/cancer-de-tireoide/