Câncer de Tireóide Gravataí, Rio Grande do Sul

Informações sobre Câncer de Tireóide em Gravataí. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento de Câncer de Tireóide e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Gravataí.

Joao Ricardo Friedrisch
(51) 3333-7875
Alameda Eduardo Guimaraes 35
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Moacir Andrade
(51) 3330-3705
R Miguel Tostes 823
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Marcelo Warlet Machado
(51) 3328-2035
Av Carlos Gomes 403 - Sl. 905
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Antonio Fabiano Ferreira Filho
(51) 3346-4102
Rua Mostardeiro 291 - Sala 408
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Jalise Wolski de Oliveira
(51) 3333-8693
R Francisco Ferrer 441 - Sl. 201
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Gessie Anne Lopes
(51) 3023-8888
Rua Marechal Floriano Peixoto 450
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Ricardo Preger
(51) 3328-2035
Av Carlos Gomes 403 - Sl. 905
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Virginia Ribas
513-3467
R Vinte e Quatro de Outubro 838 - Sl. 710
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Carlos Daniel Jaeger
(51) 3312-1233
Rua Felipe Camarao 688 - Cj. 302
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Lauro Jose Gregianin
(51) 3333-7933
Olavo Bilac 805
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
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Câncer de Tireóide

O câncer de tireoide é a neoplasia maligna mais comum da região da cabeça e do pescoço. Acomete mais frequentemente as mulheres do que os homens, com idade entre 25 a 65 anos.Os tipos mais comuns de câncer de tireoide são:Carcinomas papilífero: corresponde a 70-80% dos casos de neoplasias de tireoide e trata-se de um tumor pouco agressivo, de evolução lenta. Habitualmente, seu diagnóstico é feito durante um exame de rotina e responde bem ao tratamento. Nos casos de metástase, os linfonodos são os primeiros a serem acometidos.Carcinoma folicular: tipicamente manifesta-se após os 35 anos de idade e apresenta maior risco de recidivas e metástases. Nos quadros mais avançados, os primeiros órgãos onde as células neoplasias se disseminam são os pulmões e os ossos.Carcinoma medular: corresponde a cerca de 5% dos casos de câncer de tireoide. Normalmente é um tumor mais agressivo, associado com algumas síndromes genéticas e que libera uma proteína que ocasiona a calcificação dos ossos.Carcinoma anaplásico: corresponde a 2% dos casos de câncer de tireoide. Apresenta rápido crescimento, alcançando órgãos distantes rapidamente, como o fígado, pulmões e ossos.Existem certos fatores que estão relacionados com os casos de neoplasia de tireoide, como: exposição à radiação na região cervical em decorrência de tratamentos prévios, devido à profissão, ou ainda sobreviventes de acidentes nucleares; determinadas síndromes genéticas; histórico familiar da patologia ou de bócio.Os tipos folicular e papilífero habitualmente são assintomáticos no início. Quando as manifestações clínicas começam a surgir, o mais evidente é o nódulo palpável ou visível na região da tireoide ou cervical. Quando a doença está avançada, pode haver linfadenomegalia, bem como aumento do volume cervical, rouquidão, tosse persistente, dificuldade de deglutição ou respiração e dor de garganta que não passa.O diagnóstico do câncer de tireoide leva em consideração os achados clínicos durante a palpação cervical, evidenciando aumento da tireoide e/ou dos linfonodos cervicais. Exames de imagem também são úteis, uma vez que somente uma pequena parcela de nódulos é palpável, como ultrassonografia, ressonância magnética e cintilografia. Contudo, a confirmação é feita somente através de uma biópsia de aspiração com agulha fina que aponta se há a presença de células neoplásicas.Durante o diagnóstico é feito o estadiamento do câncer, que serve para determinar o tamanho do tumor, sua localização, se há metástase e, caso haja, para quais órgãos. O estadiamento do câncer de tireoide vai do I ao IV.Geralmente, o tratamento do câncer de tireoide é cirúrgico, levando em conta o estadiamento da doença. Caso haja o comprometimento dos linfonodos cervicais, os mesmos devem ser removidos. Após quatro a seis semanas de realizada a cirurgia, o paciente recebe doses terapêuticas de iodo radioativo para eliminar qualquer tecido neoplásico que, porventura, tenha permanecido no local, evitando, deste modo, metástase.Nos casos em que não há resposta ao tratamento dos carcinomas papilíferos e foliculares, existe a opção de realização de terapêutica antiangiogênica, a qual bloqueia a formação de novos vasos sanguíneos, impedindo assim a nutrição das células tumorais. Por conseguinte, recomenda-se a reposição hormonal com levotiroxina por via oral para substituição dos hormônios que pararam de ser sintetizados pela tireoide. Em casos de neoplasias mais agressivas, como nos casos dos carcinomas medular e anaplásico, recomenda-se radioterapia associada ou não com quimioterapia.Fontes:http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=2187http://www.inca.gov.br/rbc/n_48/v02/pdf/condutas1.pdfhttp://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?807http://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/cancer-de-tireoide/