Câncer de Tireóide Boa Vista, Roraima

Informações sobre Câncer de Tireóide em Boa Vista. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento de Câncer de Tireóide e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Boa Vista.

Reis & Reis
(95) 224-1460
R Melvim Jones 43 - Sala a
Boa Vista, Roraima
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Marilia Juliana Moreno Coelho Belmino
(95) 3265-5901
Av Mario Homem de Melho 3057
Boa Vista, Roraima
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Hospital estadual Materno-Infantil Nossa Senhora de Nazaré
(95) 3623-1818
r Pres Costa Silva, 950
Boa Vista, Roraima

Dados Divulgados por
Hospital Lotty Íris
(95) 3224-1433
r Barreto Leite, 46 Centro
Boa Vista, Roraima

Dados Divulgados por
Hospital Maternidade Nossa Senhora De Fátima
(95) 3626-2098
av Parma Jóquei Clube Centenário
Boa Vista, Roraima

Dados Divulgados por
Francisco F de Farias Jr
(95) 224-4514
R Barreto Leite 214 - /2 Sala 1
Boa Vista, Roraima
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Hospital Unimed
(95) 3624-2231
av Glaycon Paiva, 1083 São Vicente
Boa Vista, Roraima

Dados Divulgados por
Hospital Coronel Mota
(95) 3224-9285
r Cel Pinto, 636
Boa Vista, Roraima

Dados Divulgados por
Hospital Municipal Infantil Santo Antônio
(95) 3624-1684
av Guianas, 100 Calunga
Boa Vista, Roraima

Dados Divulgados por
HGR-Hospital Geral de Roraima
(95) 3623-8984
av Brg Eduardo Gomes, 3308
Boa Vista, Roraima

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Câncer de Tireóide

O câncer de tireoide é a neoplasia maligna mais comum da região da cabeça e do pescoço. Acomete mais frequentemente as mulheres do que os homens, com idade entre 25 a 65 anos.Os tipos mais comuns de câncer de tireoide são:Carcinomas papilífero: corresponde a 70-80% dos casos de neoplasias de tireoide e trata-se de um tumor pouco agressivo, de evolução lenta. Habitualmente, seu diagnóstico é feito durante um exame de rotina e responde bem ao tratamento. Nos casos de metástase, os linfonodos são os primeiros a serem acometidos.Carcinoma folicular: tipicamente manifesta-se após os 35 anos de idade e apresenta maior risco de recidivas e metástases. Nos quadros mais avançados, os primeiros órgãos onde as células neoplasias se disseminam são os pulmões e os ossos.Carcinoma medular: corresponde a cerca de 5% dos casos de câncer de tireoide. Normalmente é um tumor mais agressivo, associado com algumas síndromes genéticas e que libera uma proteína que ocasiona a calcificação dos ossos.Carcinoma anaplásico: corresponde a 2% dos casos de câncer de tireoide. Apresenta rápido crescimento, alcançando órgãos distantes rapidamente, como o fígado, pulmões e ossos.Existem certos fatores que estão relacionados com os casos de neoplasia de tireoide, como: exposição à radiação na região cervical em decorrência de tratamentos prévios, devido à profissão, ou ainda sobreviventes de acidentes nucleares; determinadas síndromes genéticas; histórico familiar da patologia ou de bócio.Os tipos folicular e papilífero habitualmente são assintomáticos no início. Quando as manifestações clínicas começam a surgir, o mais evidente é o nódulo palpável ou visível na região da tireoide ou cervical. Quando a doença está avançada, pode haver linfadenomegalia, bem como aumento do volume cervical, rouquidão, tosse persistente, dificuldade de deglutição ou respiração e dor de garganta que não passa.O diagnóstico do câncer de tireoide leva em consideração os achados clínicos durante a palpação cervical, evidenciando aumento da tireoide e/ou dos linfonodos cervicais. Exames de imagem também são úteis, uma vez que somente uma pequena parcela de nódulos é palpável, como ultrassonografia, ressonância magnética e cintilografia. Contudo, a confirmação é feita somente através de uma biópsia de aspiração com agulha fina que aponta se há a presença de células neoplásicas.Durante o diagnóstico é feito o estadiamento do câncer, que serve para determinar o tamanho do tumor, sua localização, se há metástase e, caso haja, para quais órgãos. O estadiamento do câncer de tireoide vai do I ao IV.Geralmente, o tratamento do câncer de tireoide é cirúrgico, levando em conta o estadiamento da doença. Caso haja o comprometimento dos linfonodos cervicais, os mesmos devem ser removidos. Após quatro a seis semanas de realizada a cirurgia, o paciente recebe doses terapêuticas de iodo radioativo para eliminar qualquer tecido neoplásico que, porventura, tenha permanecido no local, evitando, deste modo, metástase.Nos casos em que não há resposta ao tratamento dos carcinomas papilíferos e foliculares, existe a opção de realização de terapêutica antiangiogênica, a qual bloqueia a formação de novos vasos sanguíneos, impedindo assim a nutrição das células tumorais. Por conseguinte, recomenda-se a reposição hormonal com levotiroxina por via oral para substituição dos hormônios que pararam de ser sintetizados pela tireoide. Em casos de neoplasias mais agressivas, como nos casos dos carcinomas medular e anaplásico, recomenda-se radioterapia associada ou não com quimioterapia.Fontes:http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=2187http://www.inca.gov.br/rbc/n_48/v02/pdf/condutas1.pdfhttp://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?807http://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/cancer-de-tireoide/