Câncer de Pâncreas Além Paraíba MG

Informações sobre Câncer de Pâncreas em Além Paraíba. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento de Câncer de Pâncreas e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Além Paraíba.

Policlinica Santa Barbara
(32) 3462-2630
Avenida 18 de Julho 277
Além Paraíba, Minas Gerais
 
Sociedade Beneficente Dezoito de Julho
(32) 3462-4047
Rua Capitão Medeiros Rezende 274
Além Paraíba, Minas Gerais
 
Condoclin
(32) 3462-2066
Rua José Mercadante 248
Além Paraíba, Minas Gerais
 
Cemap - Centro de Especialidades Medicas Alem Paraiba
(32) 3462-4411
Rua Coronel Oscar Cortes 80
Além Paraíba, Minas Gerais
 
Hospital Sao Salvador
(32) 3462-4366
Al Doutor Paulo Fonseca 1778
Além Paraíba, Minas Gerais
 
Centro de Especialidades Clinicas
(32) 3462-3222
Rua Vítor Galhardo 5
Além Paraíba, Minas Gerais
 
Climetrans Clinica Medica do Transito S C Ltda
(32) 3462-5236
Rua Paulino Fernandes Silva 446
Além Paraíba, Minas Gerais
 
Unimed Alem Paraiba Cooperativa Trabalho Medico Ltda
(32) 3462-2233
Rua Adão Araújo 181
Além Paraíba, Minas Gerais
 
Climetra Clinica de Medicina do Trabalho Ltda
(32) 3462-4610
Rua Doutor Dauro Schettino 160 s 2
Além Paraíba, Minas Gerais
 
Clinica Sta Clara
(34) 3842-3680
Rua Coronel José Cardoso 221
Monte Carmelo, Minas Gerais
 

Câncer de Pâncreas

O pâncreas é uma glândula que compõe o aparelho digestivo, localizada na região superior do abdômen, logo atrás do estômago. Tem como função a produção de enzimas que possuem importante papel no processo de digestão dos alimentos, e também, a síntese de insulina, hormônio que atua na redução do nível de glicose sanguínea.Tumores malignos pancreáticos são infrequentes em pacientes com menos de 30 anos de idade. As chances de surgimento desse tipo de neoplasia aumentam consideravelmente após os 50 anos de idade, especialmente entre a faixa etária de 65 a 80 anos, acometendo preferencialmente o sexo masculino. De acordo com a União Internacional Contra o Câncer (UICC), os casos da moléstia em questão aumentam ao passo que a idade avança, sendo que de 10:100.000 casos entre 40 a 50 anos, passa para 116:100.000 casos entre 80 a 85 anos de idade.No Brasil, este tipo de câncer representa 2% da totalidade dos cânceres e é responsável por aproximadamente 4% das mortes resultantes de tumores malignos.Este tipo de câncer é altamente letal, uma vez que apresenta início insidioso, sendo comumente diagnosticado em estágio avançado.Os tumores pancreáticos podem ser de diferentes tipos: pseudotumor pancreático, tumores endócrinos, neoplasias císticas, neoplasias sólidas, neoplasias mesenquimais ou hematopoiéticas. O tipo mais frequente de câncer pancreático é o adenocarcinoma (ou carcinoma), representando 90% dos casos. Este, por sua vez, é dividido de acordo com sua histologia em: ductais, papilares mucosos intraductais, carcinoma de células acinares, cistoadenocarinomas ou pancreoblastomas.Dentre os fatores de risco para o desenvolvimento desta neoplasia, o principal é o tabagismo. Os outros abrangem fatores nutricionais, como a ingestão de produtos de origem animal, obesidade e alta ingestão calórica. A relação entre o consumo de álcool e o surgimento de câncer pancreático ainda não foi bem esclarecido, assim como o consumo de cafeína, pesticidas, formaldeído e organofosforados. Já os exercícios físicos são apontados como um fator que auxilia na redução do risco de desenvolvimento desse tipo de câncer.O adenocarcinoma leva à rápida metástase para os glânglios linfáticos (linfonodos), sendo que quando é obtido o diagnóstico, normalmente o câncer já alcançou o fígado. A evolução natural desse tipo de câncer é atingir os linfonodos, além de causar um comprometimento hepático, pulmonar, das pleuras, do peritônio e das adrenais.O diagnóstico pode ser obtido através do quadro clínico apresentado pelo paciente, que é marcado pela perda de peso, icterícia (quando o tumor encontra-se em estágio avançado), presença do sinal de Trousseau de malignidade (sinal associada à hipercoagulabilidade). O sinal de Courvoisier, que define a presença da icterícia e de uma vesícula biliar distendida sem a apresentação de dor, é um indício de câncer de pâncreas, podendo ser utilizado na diferenciação entre o câncer pancreático e a colelitíase.Exames laboratoriais, como os marcadores tumorais, auxiliam no diagnóstico. No entanto, o diagnóstico final é alcançado por meio de exames de imagem, como a ultra-sonografia, a tomografia computadorizada, a colangiopancreatografia endoscópica retrógrada, a colangiorressonância magnética e o PET (tomografia por emissão de pósitrons).A cura do câncer pancreático é alcançada somente quando este for detectado precocemente. Existe a possibilidade de ressecção cirúrgica do tumor, em certos casos, realizando-se o denominado procedimento de Whipple, no qual se remove o tumor por completo e os órgãos vizinhos (estômago, duodeno e vesícula biliar). Este procedimento é muito agressivo, sendo realizado apenas em pacientes capazes de suportar uma cirurgia de grande porte e que não apresentam metástase.Nos casos dos pacientes que apresentam metástase, o tratamento paliativo recomendado é a colocação de endo-prótese, visando à melhoria da qualidade de vida do paciente.Os tratamentos radioterápico e quimioterápico podem ser úteis quando realizados em conjunto com o procedimento cirúrgico ou apenas como tratamento paliativo.Fontes:http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=337http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2ncer_pancre%C3%A1ticohttp://www.hepcentro.com.br/neoplasia_pancreas.htmhttp://www.oncoguia.com.br/site/interna.php?cat=18&id=49&menu=2http://www.cliquecontraocancer.com.br/paginas.cfm?id=62&p=cancer-de-pancreas-