Câncer de Ovário Rio Branco, Acre

Informações sobre Câncer de Ovário em Rio Branco. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento de Câncer de Ovário e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Rio Branco.

Antonio Lisboa Carneiro Braga
(68) 3223-9023
Rua Alvorada 178 - Centro Médico/Sala 08
Rio Branco, Acre
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Luciene Pereira de Oliveira
(68) 224-9943
Clínica Médica Nefrologia
Rio Branco, Acre
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Jose Rosa Paulino
(06) 8224-9640
Rua Francisco Mangabeira 72 - Sala 101 72 Sala 101
Rio Branco, Acre
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Maria Luiza A Barbosa
Rua Alvorada 178 - ao Lado da Santa Casa
Rio Branco, Acre
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Cirley Maria de Oliveira Lobato
(06) 8228-0766
Travessa Mario de Oliveira 77 - 77
Rio Branco, Acre
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Katia Lima Andrade Ravena Acuna
(68) 224-7169
Rua Alvorada 806
Rio Branco, Acre
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Arnaldo Thomaz Cordeiro Barbosa
3224-7983
R Alvorada 178 - Predio Anexo a Santa Casa
Rio Branco, Acre
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Jadson Rago Junior
Rua Hugo Carneiro 401
Rio Branco, Acre
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Jose Edson da Silva
(68) 3224-1678
Rua Alvorada 18 - Santa Casa de Misericórdia
Rio Branco, Acre
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Hercules Magalhaes Olivense do Carmo
(68) 3223-9051
Rua Alvorada 178 - Sala 14
Rio Branco, Acre
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Câncer de Ovário

O câncer de ovário representa a neoplasia ginecológica de diagnóstico mais difícil, uma vez que a localização das gônadas femininas (ovários) dificulta a avaliação das manifestações clínicas e, portanto, um diagnóstico precoce. Além disso, a sintomatologia do câncer de ovário possui características pouco específicas e geralmente não leva a uma suspeita desse tipo de neoplasia.Pode afetar mulheres de todas as idades, mas habitualmente afeta mulheres após os 40 anos, ocupando a quarta colocação nas maiores causas de morte por câncer em mulheres, representando a neoplasia ginecológica mais letal, já que na maior parte dos casos o diagnóstico é tardio.Sabe-se que sua incidência está ligada a fatores hormonais, ambientais e genéticos. Aproximadamente 90% dos casos de câncer de ovários surgem sem um fator de risco identificado. O restante dos casos (10%) evidencia um componente genético ou familiar. A existência de cistos ovarianos não é alarmante quando ele apresenta menos de 10 cm de diâmetro. No entanto, quando ultrapassam esse tamanho e apresentam áreas sólidas e líquidas, indica-se a cirurgia.As manifestações clínicas normalmente só aparecem quando o tumor já está em estágio avançado. São elas: dor e aumento de volume abdominal, constipação, alteração na função digestiva e presença de massa abdominal palpável.Por ser uma neoplasia de difícil diagnóstico e com sintomatologia não específica, os oncologistas e ginecologistas são os profissionais mais aptos para avaliar o câncer de ovário. Para a obtenção do diagnóstico, os dois exames mais utilizados são a ultrassonografia pélvica e a medição do marcador tumoral sanguíneo CA 125 (cerca de 80% das mulheres com câncer de ovário apresentam o CA 125 aumentado). Para confirmação do diagnóstico, realiza-se a laparotomia exploratória e, por conseguinte, biópsia do tumor.Outros exames, como radiografias do tórax, tomografia computadorizada, avaliação da função renal e hepática e exames de sangue podem ajudar no diagnóstico de casos avançados.Existem várias modalidades de tratamento para este tipo de neoplasia, sendo que a escolha deve ser baseada no tipo histológico do tumor, no estadiamento clínico e/ou cirúrgico, na idade da paciente e se trata-se de um caso inicial ou recorrente.Inicialmente é feita uma cirurgia para uma avaliação e estadiamento do tumor. Nos casos de câncer ovariano de baixo grau em estágio inicial, após a cirurgia, a paciente deve ser submetida à quimioterapia. Nos casos avançados da neoplasia, a taxa de sobrevida da paciente pode ser elevada removendo-se todos os tumores visíveis.Como o câncer de ovário, assim como vários outros tipos de cânceres, possui fatores de risco identificáveis. Deste modo, é possível modificá-los, ou seja, mudar a exposição que cada mulher tem a esse fator específico. São eles:Dieta: diminuir a ingestão de produtos de origem animal ricos em gordura, bem como bebidas alcoólicas. Manter-se na faixa de peso ideal também é importante, uma vez que estudos demonstraram que mulheres obesas apresentam maiores chances de desenvolverem câncer de ovário.História ginecológica: mulheres que tiverem pelo menos um filho, realizaram ligadura das trompas e que fizeram histerectomia (ressecção do útero ou parte dele) sem ooforectomia (ressecção dos ovários) apresentam menor probabilidade de desenvolver essa neoplasia.Histórico familiar: mulheres que possuem histórico familiar de câncer coloretal hereditário não poliposo apresentam maiores chances de desenvolverem câncer de ovário. Sendo assim, é necessário realizar exames ginecológicos periódicos para controlar as alterações precoces no útero.Terapia hormonal: o risco de desenvolver essa neoplasia aumenta em casos de reposição hormonal para amenizar os sintomas da menopausa. É importante que as mulheres que realizam este tipo de terapia façam avaliação ginecológica com freqüência.Anticoncepcional oral: o uso deste fármaco deixa a mulher menos exposta aos elevados níveis de estrógeno endógeno, reduzindo assim o risco de desenvolvimento dessa neoplasia.Leia também:Síndrome do Ovário PolicísticoFontes:http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=341http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?60http://drauziovarella.com.br/saude-da-mulher/cancer-de-ovario/http://www.oncoguia.com.br/site/interna.php?cat=12&id=43&menu=2