Câncer anal Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Informações sobre Câncer anal em Campo Grande. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento de Câncer anal e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Campo Grande.

Synesio de Oliveira Borges
(67) 3383-3113
Barão do Rio Branco 55
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Jesusmar Modesto Ramos
(67) 3324-3527
Av Afonso Pena 3504 - 9. Andarsala 92
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
Jaime Yoshinori Oshiro
(67) 3325-6007
Rua Abrao Julio Rahe 857
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Antonio Joao de Souza Oliveira
(67) 3362-1173
Av. Julio de Castilho 3792
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Alcione Italo Balsanelli Junior
(67) 3323-1800
Rua Padre Joao Crippa 1098
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Erlon Klein
(67) 3025-1571
Rua São Paulo 919
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Cancerologia

Dados Divulgados por
James Camara Andrade
3324-2061
Rua Sao Paulo 68
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Eliana Yonamine
(67) 3321-2258
Rua 24 - de Outubro 50
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Meyer Ostrowsky
(67) 3042-2160
Rua Amazonas 451
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Ana Lucia Kiyomi Shimabuko Dobashi
(67) 3384-6194
Av. Mato Grosso 2209
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
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Câncer anal

O câncer anal, ou câncer de ânus, trata-se de uma neoplasia maligna, relativamente rara, que acomete o canal e as bordas extremas do ânus.Os tumores no canal anal são mais comuns nas mulheres, enquanto que tumores nas bordas do ânus são mais comuns em homens.Câncer anal é raro e representa entre 1 a 2% da totalidade de casos de tumores do cólon e entre 2 a 4% de todas as neoplasias que afetam o intestino grosso, predominante entre os 58 a 64 anos de idade.Nos últimos anos, a incidência desta neoplasia tem aumentado. Sabe-se que o comportamento sexual pode predispor ao surgimento deste transtorno. Os fatores de risco incluem infecção por HPV, infecção por HIV, relações homossexuais, tabagismo, imunossupressão após transplante de órgão, portadores de fístula anal ou ferida aberta, hábitos alimentares pobre em fibras e prática de sexo anal. Até o momento, não foi estabelecida relação com outras doenças sexualmente transmissíveis, como sífilis, gonorreia, clamídia, dentre outras.Indivíduos com as características acima citadas devem visitar regularmente um coloproctologista, especialmente na presença das seguintes características:Alterações intestinais (intestino preso ou solto);Presença de sangue ou pus nas evacuações;Presença de caroço na área externa ou interna;Dor, pressão ou coceira;Inchaço no ânus ou virilha.O diagnóstico deve ser estabelecido pelo coloproctologista, por meio dos seguintes exames:Inspeção e toque retal;Anuscopia;Retoscopia;Ultrassonografia endoanal;Biópsia.O tratamento fica na dependência da extensão da neoplasia e suas condições clínicas. Tipicamente, é feita a combinação de quimioterapia e radioterapia. Quando descoberto no início, a cirurgia geralmente leva a resultados positivos.Pode haver recidivas, por isso devem ser feitos exames regularmente.Fontes:http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/analhttp://www.saudeintegradavida.com/cancer-analhttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-69912010000400005