Calazar Corrente PI

Informações sobre Calazar em Corrente. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento do Calazar e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Corrente.

Policlínica de Corrente
(89) 3573-1851
Avenida Desembargador Amaral 1675
Corrente, Piauí
 
Climecor
(89) 3573-1123
Rua Antônio Nogueira Carvalho 1147
Corrente, Piauí
 
Climet
(86) 3233-4444
Avenida Senador Area Leão 1625
Teresina, Piauí
 
Clínica Santa Terezinha
(89) 3582-2914
Rua Aniceto Cavalcante
São Raimundo Nonato, Piauí
 
Clínica Prev Can Doutor Regino Costa
(86) 3221-6097
Rua Desembargador Pires de Castro 802 S
Teresina, Piauí
 
Centro Médico Correntino
(89) 3573-1483
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Hospital Estadual e Regional D
(89) 3573-1465
Rua Antônio Nogueira Carvalho
Corrente, Piauí
 
Novaclin
(86) 3234-3373
Avenida Ininga 1266
Teresina, Piauí
 
Ccad - Clínica Cirúrgica Aparelho Digestivo
(86) 3221-4006
Rua Desembargador Pires de Castro 458
Teresina, Piauí
 
Centro Médico de Laudos e Exames
(86) 3221-5000
Rua Olavo Bilac 2240
Teresina, Piauí
 

Calazar

A Leishmaniose visceral ou Calazar é uma doença causada pelo protozoário da família Trypanosomatidae e pertencente ao gênero Leishmania. A transmissão da doença é através da picada de insetos hematófagos do gênero Lutzomya e Phlebotomus.É uma doença própria de zonas rurais ocorrendo no Brasil casos em todos os estados costeiros, do Pará ao Paraná e em estados centrais como Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul. Pode ser adquirida em vilas ou em subúrbios de grandes cidades onde as condições ambientais são apropriadas para o desenvolvimento do vetor (mosquito). Possui como reservatório principalmente o cão e a raposa. Apresentam parasitismo cutâneo intenso e são excelente fontes de infecção para flebotomíneos, mantendo o ciclo da doença no ambiente domiciliar e silvestre.Este tipo de leishmaniose é considerada a mais grave. O parasita migra para os órgãos viscerais do hospedeiro atingindo o fígado, baço e medula óssea, causando sintomas graves, que podem até mesmo levar à morte. O indivíduo pode apresentar febre, hepatoesplenomegalia, anemia, leucopenia, problemas renais, alterações pulmonares, tosse seca, descamação da pele e queda dos cabelos. Além disto, o fígado e baço podem ter seu tamanho aumentado, já que a doença acomete estes órgãos. O período de incubação da doença é muito variável: entre dez dias a 24 meses.Morfologia do protozoário LeishmaniaFormas amastigotas: São ovais ou esféricas. No citoplasma podemos encontrar vacúolos, um único núcleo e o cinetoplasto em forma de um pequeno bastão. Não há flagelo livre.Formas promastigotas: São alongados e apresentam um flagelo livre. No citoplasma existe a presença de granulações e pequenos vacúolos. O núcleo situa-se na região central da célula. O cinetoplasto apresenta-se situado entre a extremidade da região anterior e o núlceo.Formas paramastigotas: São ovais ou arredondadas com cinetoplasto margeando o núcleo ou posterior a este, e um pequeno flagelo livre. São encontradas aderidas ao epitélio do trato digestivo do vetor.Ciclo evolutivoNo mosquito:No homem:Medidas de prevenção da LeishmanioseProteção individual, com utilização de repelentes, utilização de mosquiteiros, telagem das janelas, uso de inseticidas.Construção de casas a uma distância de 500 metros da mata.Eliminação dos reservatórios.Tratamento dos indivíduos contaminados.Desenvolvimento de uma vacina.Diagnóstico LaboratorialPesquisa do parasita (material das úlceras ou colhido no fígado, baço e medula óssea):Esfregaços corados pelo GiensaCulturaMétodos imunológicos:Reação de fixação de complemento (Elisa)Imunoflorescência indiretaTeste de MontenegroO tratamento da doença é feito com fármacos específicos, com antimoniais pentavalentes, anfotericina B, pentamidina, alopurinol, aminiosidina, entre outros.Referências Bibliográficas:http://pt.wikipedia.org/wiki/Leishmaniosehttp://www.saude.rs.gov.br/dados/1239825338856LEISHMANIOSE%20VISCERAL%20QUADRO%20CL%CDNICO.pdfhttp://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/manual_lv_grave_nc.pdfhttp://www.ambientebrasil.com.br/composer.php3?base=./natural/index.html&conteudo=./natural/doencas/leishmaniose.html