Calazar Anastácio MS

Informações sobre Calazar em Anastácio. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento do Calazar e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Anastácio.

Cardioclinic
(67) 3241-3000
Rua Pandiá Calógeras 242
Aquidauana, Mato Grosso do Sul
 
Núcleo Regional de Saúde
(67) 3241-2143
Rua Pedro Pace
Aquidauana, Mato Grosso do Sul
 
Sunrural
(67) 3241-4123
Rodovia Aua Cera km 4
Aquidauana, Mato Grosso do Sul
 
Clínica Nefertiti
(67) 3232-2564
Rua América 1062
Corumbá, Mato Grosso do Sul
 
Clínica Santa Bárbara
(67) 3453-1694
Rua 15 de Novembro 431
Caarapó, Mato Grosso do Sul
 
Hospital do Anastácio
(67) 3245-2640
Rua Índio Neco 1369
Anastácio, Mato Grosso do Sul
 
Associação Aquidauanense de Assistência Hospitalar
(67) 3241-3636
Rua Manoel Antônio Paes Barros 1424
Aquidauana, Mato Grosso do Sul
 
Clínica Moreninha
(67) 3393-1803
Rua Ipamerim 38
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 
Crp - Centro Radiológico Ponta Porã
(67) 3431-0404
Rua Tiradentes 435
Ponta Porã, Mato Grosso do Sul
 
Hospital de Olhos
(67) 3321-4531
Avenida Afonso Pena, 3968  
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
 

Calazar

A Leishmaniose visceral ou Calazar é uma doença causada pelo protozoário da família Trypanosomatidae e pertencente ao gênero Leishmania. A transmissão da doença é através da picada de insetos hematófagos do gênero Lutzomya e Phlebotomus.É uma doença própria de zonas rurais ocorrendo no Brasil casos em todos os estados costeiros, do Pará ao Paraná e em estados centrais como Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul. Pode ser adquirida em vilas ou em subúrbios de grandes cidades onde as condições ambientais são apropriadas para o desenvolvimento do vetor (mosquito). Possui como reservatório principalmente o cão e a raposa. Apresentam parasitismo cutâneo intenso e são excelente fontes de infecção para flebotomíneos, mantendo o ciclo da doença no ambiente domiciliar e silvestre.Este tipo de leishmaniose é considerada a mais grave. O parasita migra para os órgãos viscerais do hospedeiro atingindo o fígado, baço e medula óssea, causando sintomas graves, que podem até mesmo levar à morte. O indivíduo pode apresentar febre, hepatoesplenomegalia, anemia, leucopenia, problemas renais, alterações pulmonares, tosse seca, descamação da pele e queda dos cabelos. Além disto, o fígado e baço podem ter seu tamanho aumentado, já que a doença acomete estes órgãos. O período de incubação da doença é muito variável: entre dez dias a 24 meses.Morfologia do protozoário LeishmaniaFormas amastigotas: São ovais ou esféricas. No citoplasma podemos encontrar vacúolos, um único núcleo e o cinetoplasto em forma de um pequeno bastão. Não há flagelo livre.Formas promastigotas: São alongados e apresentam um flagelo livre. No citoplasma existe a presença de granulações e pequenos vacúolos. O núcleo situa-se na região central da célula. O cinetoplasto apresenta-se situado entre a extremidade da região anterior e o núlceo.Formas paramastigotas: São ovais ou arredondadas com cinetoplasto margeando o núcleo ou posterior a este, e um pequeno flagelo livre. São encontradas aderidas ao epitélio do trato digestivo do vetor.Ciclo evolutivoNo mosquito:No homem:Medidas de prevenção da LeishmanioseProteção individual, com utilização de repelentes, utilização de mosquiteiros, telagem das janelas, uso de inseticidas.Construção de casas a uma distância de 500 metros da mata.Eliminação dos reservatórios.Tratamento dos indivíduos contaminados.Desenvolvimento de uma vacina.Diagnóstico LaboratorialPesquisa do parasita (material das úlceras ou colhido no fígado, baço e medula óssea):Esfregaços corados pelo GiensaCulturaMétodos imunológicos:Reação de fixação de complemento (Elisa)Imunoflorescência indiretaTeste de MontenegroO tratamento da doença é feito com fármacos específicos, com antimoniais pentavalentes, anfotericina B, pentamidina, alopurinol, aminiosidina, entre outros.Referências Bibliográficas:http://pt.wikipedia.org/wiki/Leishmaniosehttp://www.saude.rs.gov.br/dados/1239825338856LEISHMANIOSE%20VISCERAL%20QUADRO%20CL%CDNICO.pdfhttp://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/manual_lv_grave_nc.pdfhttp://www.ambientebrasil.com.br/composer.php3?base=./natural/index.html&conteudo=./natural/doencas/leishmaniose.html