Calazar Açu RN

Informações sobre Calazar em Açu. Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento do Calazar e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Açu.

Walter Pastor Rueda Arce
(84) 3331-4337
Rua Sinhazinha Wanderley 900
Açu, Rio Grande do Norte
 
Policlínica do Açu
(84) 3331-2989
Rua 24 de Junho
Açu, Rio Grande do Norte
 
Cen - Centro de Endocrinologia Natal
(84) 3219-4328
Avenida Praia de Ponta Negra 8960
Natal, Rio Grande do Norte
 
Diagnose
(84) 3206-6135
Avenida Rui Barbosa 1364
Natal, Rio Grande do Norte
 
Reabilitar Saúde e Bem Estar
(84) 3317-4330
Rua José Otávio 103
Mossoró, Rio Grande do Norte
 
Clínica Santa Cecília
(84) 3331-2404
Rua Doutor Luiz Carlos 3384
Açu, Rio Grande do Norte
 
Clínica Oitava Rosado
(84) 3331-4994
Rua Senador João Câmara 1304
Açu, Rio Grande do Norte
 
Previna Clínica de Prevenção Ao Câncer
(84) 3222-5934
Rua Trairi 723
Natal, Rio Grande do Norte
 
Centro Vitta
(84) 3206-3327
Rua Leonardo Drumond 1610
Natal, Rio Grande do Norte
 
Sociedade Norteriograndense de Cardiologia
(84) 3201-5936
Tv Antônio Basílio 3025
Natal, Rio Grande do Norte
 

Calazar

A Leishmaniose visceral ou Calazar é uma doença causada pelo protozoário da família Trypanosomatidae e pertencente ao gênero Leishmania. A transmissão da doença é através da picada de insetos hematófagos do gênero Lutzomya e Phlebotomus.É uma doença própria de zonas rurais ocorrendo no Brasil casos em todos os estados costeiros, do Pará ao Paraná e em estados centrais como Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul. Pode ser adquirida em vilas ou em subúrbios de grandes cidades onde as condições ambientais são apropriadas para o desenvolvimento do vetor (mosquito). Possui como reservatório principalmente o cão e a raposa. Apresentam parasitismo cutâneo intenso e são excelente fontes de infecção para flebotomíneos, mantendo o ciclo da doença no ambiente domiciliar e silvestre.Este tipo de leishmaniose é considerada a mais grave. O parasita migra para os órgãos viscerais do hospedeiro atingindo o fígado, baço e medula óssea, causando sintomas graves, que podem até mesmo levar à morte. O indivíduo pode apresentar febre, hepatoesplenomegalia, anemia, leucopenia, problemas renais, alterações pulmonares, tosse seca, descamação da pele e queda dos cabelos. Além disto, o fígado e baço podem ter seu tamanho aumentado, já que a doença acomete estes órgãos. O período de incubação da doença é muito variável: entre dez dias a 24 meses.Morfologia do protozoário LeishmaniaFormas amastigotas: São ovais ou esféricas. No citoplasma podemos encontrar vacúolos, um único núcleo e o cinetoplasto em forma de um pequeno bastão. Não há flagelo livre.Formas promastigotas: São alongados e apresentam um flagelo livre. No citoplasma existe a presença de granulações e pequenos vacúolos. O núcleo situa-se na região central da célula. O cinetoplasto apresenta-se situado entre a extremidade da região anterior e o núlceo.Formas paramastigotas: São ovais ou arredondadas com cinetoplasto margeando o núcleo ou posterior a este, e um pequeno flagelo livre. São encontradas aderidas ao epitélio do trato digestivo do vetor.Ciclo evolutivoNo mosquito:No homem:Medidas de prevenção da LeishmanioseProteção individual, com utilização de repelentes, utilização de mosquiteiros, telagem das janelas, uso de inseticidas.Construção de casas a uma distância de 500 metros da mata.Eliminação dos reservatórios.Tratamento dos indivíduos contaminados.Desenvolvimento de uma vacina.Diagnóstico LaboratorialPesquisa do parasita (material das úlceras ou colhido no fígado, baço e medula óssea):Esfregaços corados pelo GiensaCulturaMétodos imunológicos:Reação de fixação de complemento (Elisa)Imunoflorescência indiretaTeste de MontenegroO tratamento da doença é feito com fármacos específicos, com antimoniais pentavalentes, anfotericina B, pentamidina, alopurinol, aminiosidina, entre outros.Referências Bibliográficas:http://pt.wikipedia.org/wiki/Leishmaniosehttp://www.saude.rs.gov.br/dados/1239825338856LEISHMANIOSE%20VISCERAL%20QUADRO%20CL%CDNICO.pdfhttp://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/manual_lv_grave_nc.pdfhttp://www.ambientebrasil.com.br/composer.php3?base=./natural/index.html&conteudo=./natural/doencas/leishmaniose.html